Dilma nomeou Lula ministro, mas estratégia não evitou ações penais contra o petista

Ex-presidente da República encerrou o ano como réu em cinco ações penais, três delas no âmbito da Lava Jato.
Lula tomou posse e ficou apenas poucas horas no cargo. Uma liminar do ministro Gilmar Mendes, do STF, barrou a nomeação.

Em 16 de março, a presidente Dilma Rousseff (PT) nomeou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como novo ministro da Casa Civil.

A iniciativa foi recebida como artimanha para dar foro privilegiado e evitar a prisão do ex-presidente petista, acossado por uma série de denúncias na Lava Jato e na Operação Zelotes.

A nomeação de Lula para Casa Civil gerou uma série de protestos em frente ao Palácio do Planalto e nas principais capitais do país.

Lula tomou posse e ficou apenas poucas horas no cargo. Uma liminar do ministro Gilmar Mendes, do STF, barrou a nomeação no rastro de outras decisões da Justiça.


O ex-presidente Lula encerrou o ano como réu em cinco ações penais: duas da Lava Jato, no Paraná, uma na Operação Zelotes, uma na Operação Janus e uma no âmbito da Lava Jato, em Brasília.
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