Peças ousadas e que deixavam pouco à imaginação foram usadas por famosas como Sato, Nicole e Salimeni. EGO listou top 12. 

Do EGO, no Rio

Sabrina Sato, Vivi Araújo e Juju Salimeni (Foto: Marcos Serra Lima, Anderson Barros, Celso Tavares / EGO)

No Carnaval de 2017 só deu ele: o maiô supercavado nas laterais. A peça ousada e que deixa pouco à imaginação foi o hit da folia e foi usada por várias beldades nos desfiles do Rio e de São Paulo, e por cantoras que comandaram os trios em Salvador.

No domingo de Carnaval, Juju Salimeni se transformou em Madonna no desfile da Unidos da Tijuca. E quem estava lá? Ele mesmo! O maiô cavadão.
Juju Salimeni (Foto: Celso Tavares / Ego)
Musa da Vila Isabel, Nicole Bahls usou um maiô bem cavado e transparente para cruzar a Marquês de Sapucaí na primeira noite de desfiles do Carnaval carioca.
Nicole Bahls (Foto: Gabriel Castelo Branco / Ego)

Evelyn Bastos, a rainha da Magueira, também ousou no último desfile da folia carioca. Para fazer bonito na Avenida, ela caprichou na malhação. "Fiz dieta e musculação. Se não gostarem, me desculpem. As mulheres têm belas curvas e o maiô mais cavado mostra isso", disse ela.
Evelyn Bastos, rainha de bateria da Mangueira (Foto: Anderson Barros / EGO)

E o que falar de Sabrina Sato? A rainha de bateria da Vila Isabel viveu uma cantora no desfile. "Sempre penso muito na fantasia porque o público espera isso de mim e merece. Então, eu me reúno com o carnavalesco para isso. Mas procuro não usar penas", disse Sato que também ousou o maiô cavadão no desfile da Gaviões da Fiel em São Paulo.
Sabrina Sato (Foto: Marcos Serra Lima / Ego)
Sabrina Sato (Foto: Claudio Andrade / Ego)
Sabrina Sato (Foto: Rafael Cusato / Ego)
A rainha da Furiosa, bateria do Salgueiro, Viviane Araújo também ousou. Fantasiada de medusa, a atriz completou dez anos de Sapucaí e arrasou!
Viviane Araújo (Foto: Anderson Barros / Ego)

Quem também causou no desfile da Mangueira foi Renata Santos. A musa mostrou seu corpo natural na Avenida. "Não tenho nada de plásticas, sou toda natural. Não digo nunca, não se sabe depois de eu ser mãe se vou precisar fazer alguma coisa", declarou ela.
Renata Santos (Foto: Claudio Andrade/EGO)

Andréa de Andrade e suas supercoxas causaram no desfile da Vila Isabel. As pernas e o bumbum da musa ganharam destaque por causa do hit do Carnaval.
Andrea de Andrade (Foto: Claudio Andrade/EGO)
Shayene Cesário roubou a cena com fio-dental e transparência no desfile da Rocinha. ‘É o meu carnaval mais ousado. Nunca havia usado um biquíni tão cavado antes’, disse.
Shayene Cesário (Foto: Daniel Pinheiro /AgNews)

Xuxa, a rainha dos baixinhos, fez também a alegria dos "altinhos" durante a passagem da Grande Rio, que homenageou a cantora Ivete Sangalo, na Marquês de Sapucaí. Ela usou uma fantasia ousada, com direito a fio-dental, que deixou seu bumbum à mostra durante o desfile.
Xuxa (Foto: Cláudio Andrade )
Xuxa (Foto: Marcos Serra Lima / Ego)

Valeska Reis, rainha da Império da Casa Verde, ousou e muito com sua fantasia em São Paulo. E acha que é fácil ter um corpaço desse: "Eu vou a academia mais vezes por semana mais perto do Carnaval e a alimentação fica diferente, já não como fritura e doces, mas intensifico", afirmou ela.
Valeska Reis (Foto: Amauri Nehn/Brazil News)

Daniela Albuquerque aproveitou que estava "gostosinha" e também colocou o corpão para jogo em um maiô preto cavado. Sobre a fantasia, antes do desfile, ela declarou: "Vou vir mais sensual do que nos ensaios técnicos, com decote, parte do bumbum à mostra. Está bem bonita". Concordam?
Daniela Albuquerque (Foto: Leo Franco / AgNews)
Alinne Rosa investiu em fantasia sensual para cantar em Salvador. A cantora comandou o bloco Pipoca da Rosa na noite de sábado, 25, no circuito Barra-Ondina, na capital baiana. Alinne usou um top decotado combinado com blusão transparente e botas de cano alto.
Alinne Rosa (Foto: Dilson Silva / Ag. News)
Desfile da Beija-Flor anima a avenida | O Globo

RIO - A Beija-Flor, última escola a entrar na Avenida no primeiro dia de desfiles do Grupo Especial, entrou na Sapucaí com o dia raiando. Confira aqui algumas imagens do desfile.
Componente da Beija-Flor | Márcio Alves
A Beija-Flor, que fecha o primeiro dia de desfiles das escolas do Grupo Especial, veio com uma novidade: um desfile sem alas. Os integrantes, separados por 'grupo coreográficos', ou tribos, com componentes com várias fantasias diferentes juntos. A ideia é montar uma espécie de Ópera na Avenida.
Carro abre-alas da Beija-Flor | Agência O Globo

A Beija-Flor, sexta e última escola a desfilar neste domingo, traz um carro abre-alas de de quase 12 metros de altura.

Com enredo baseado no livro "Iracema", a escola fala da relação entre indígenas e brancos. As fantasias dos integrantes são diferentes entre si, e o primeiro setor está quase todo coreografado.
Curiosos assistem ao desfile da Beija-Flor de viaduto | Carina Bacelar

O viaduto paralelo à Sapucaí amanhece cheio de curiosos que resistiram ali para assistir a Beija Flor, última escola do primeiro dia de desfiles.

Comissão de frente da Beija-Flor | O Globo
A Beija-Flor, última escola a entrar na Avenida no primeiro dia de desfiles do Grupo Especial, entrou na Sapucaí com o dia raiando. Há alguns anos que isso não acontecia.
Alegorias do Salgueiro | Alexandre Cassiano
Desta vez não haverá apagão ou avaria para atrapalhar o Salgueiro. A quinta escola a desfilar neste domingo e madrugada de segunda-feira de carnaval fez um desfile tecnicamente perfeito, até curto, diferente dos últimos anos, em que falhas técnicas comprometeram o resultado.

O enredo "A divina comédia do carnaval", de Renato Lage e Marcia Lávia (que, comenta-se, podem estar se despedindo da escola, rumo à Unidos da Tijuca) causou grande impacto no começo, ao retratar o inferno de Dante, com esculturas e carros suntuosos, em que predominava o vermelho da escola. O choque foi tamanho que, ao chegar ao purgatório e ao paraíso, onde foram feitas discretas homenagens aos carnavalescos Fernando Pamplona, Joãosinho Trinta e Arlindo Rodrigues, o resultado visual não se manteve. Mas nada que tire do páreo a escola, que evoluiu com perfeição, puxada por Leonardo Bessa, Serginho do Porto e Xande de Pilares, acompanhados pela bateria precisa de mestre Marcão.
Raíssa de Oliveira, rainha de bateria da Beija-Flor | Agência O Globo

A rainha de bateria da Beija-Flor, Raíssa de Oliveira, já está se aquecendo para o desfile da escola, a sexta e última a se apresentar neste domingo.
  Desfile do Salgueiro em 2017 | Guito Moreto
Porta-bandeira da Salgueiro | O Globo

RIO - A porta-bandeira da Salgueiro, Marcella Alves, afirma que seu desfile será em homenagem à porta-bandeira da Unidos de Padre Miguel, Jéssica Ferreira, que sofreu um acidente durante o desfile.

- Estamos com coração apertado e comovidos. Meu desfile vai ser em em homenagem à Jéssica. Foi uma fatalidade. Quando a gente entra nessa avenida, tá tudo escrito. Foi uma fatalidade - disse ela muito emocionada.

De acordo com Marcella, sua fantasia representa uma versão carnavalizada de Beatriz, a amada de Dante no romance "A Divina Comédia". Nesta versão, porém, ela é uma colombiana. A fantasia, com 3,5 mil penas, pesa 25 quilos.
Cris Alves é musa da escola e levou mais de quatro horas para ficar pronta.

Eliane Santos Do EGO, no Rio
Peladona do Salgueiro (Foto: Marcos Serra Lima / Ego)

Missão dada é missão cumprida. Foi com esse lema que Cris Alves encarou a missão de montar Cérbero, o cão guardião do inferno no desfile do Salgueiro. Segundo a mitologia grega, o cão de três cabeças guardava a entrada do mundo subterrâneo dos mortos.
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"Cheguei cedo para fazer essa pintura especial e que durou umas quatro horas", disse ela, que veio com os seios à mostra e que já havia desfilado no sábado, 25, como rainha de bateria da Acadêmicos do Cubango, que pertence à Série A.

Apesar do corpão em dia, a musa do Salgueiro afirmou que não é do tipo que passa fome para emagrecer à tempo de desfilar na avenida, não - no dia anterior, Cris chegou a ser clicada comendo um hambúrguer antes de desfilar pela Cubango. "A gente precisa comer. Comigo não tem isso de dieta, não", disse, rindo.
Peladona do Salgueiro (Foto: Marcos Serra Lima / Ego)
Peladona do Salgueiro (Foto: Marcos Serra Lima / Ego)
Peladona do Salgueiro (Foto: Marcos Serra Lima / Ego)

Peladona do Salgueiro (Foto: Marcos Serra Lima / Ego)
Imagens das ruas de Caicó durante este sábado de Carnaval.

Fotos: Robson Pires

Blog do BG
Janaína Krauskopf roubou a cena durante o desfile da escola de samba na madrugada deste sábado, 25: 'O tapa-sexo não resistiu à minha energia'. 

Eliane Santos Do EGO, no Rio
Janaína Krauskopf chamou a atenção no desfile da União Parque Curicica (Foto: Marcos Serra Lima/EGO)

Uma musa da escola de samba União Parque Curicica roubou a cena ao desfilar completamente nua, apenas com o corpo pintado, na madrugada deste sábado, 25, na Marquês de Sapucaí.

Janaína Krauskopf, de 41 anos, brasileira que mora na Áustria, ostentou corpaço, e alegou que perdeu o tapa-sexo na Avenida durante o desfile da Série A. No entanto, a beldade não se constrangeu nem um pouco por sambar com a genitália desnuda .

Procurada pelo EGO, a Lierj falou através do diretor Tiago Monteiro que vai julgar o caso. "Temos uma comissão de Carnaval que vai analisar e julgar o caso e definir se cabe algum tipo de punição", disse o diretor da entidade responsável pelo desfile da Série A.
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Ao longo do desfile, Janaína foi seguida de perto por um técnico da Lierj que a fotografou o tempo inteiro. Depois, ao final do desfile, ela foi muito assediada e falou sobre o episódio.

"Estava de tapa-sexo, mas ele não resistiu à minha energia. Vim da Áustria com tanta vontade de sambar, que ele caiu", disse ela, garantindo ter testado a peça antes de usá-la.

"Sei que a escola pode perder ponto, mas tentei sambar para o lado oposto ao dos jurados para eles não verem. Sou atriz e coloquei meu melhor sorriso no rosto para disfarçar a situação, mas via as pessoas chocadas e olhando para mim para tentar ver se eu estava nua ou não" , confessou.
Janaina Krauskopf sendo fotografada por jurados da Lierj (Foto: Eliane Santos / EGO)
Janaina Krauskopf antes do desfile (Foto: Roberto Teixeira / EGO)
Janaina Krauskopf colocando o tapa-sexo antes do desfile (Foto: Roberto Teixeira / EGO)
Janaina Krauskopf protegida antes do desfile (Foto: Roberto Teixeira / EGO)
Janaina Krauskopf (Foto: Roberto Teixeira / EGO)
Unidos de Padre Miguel Foto: Diego Mendes / O Globo

A péssima ideia da cabine dupla, que junta 18 julgadores no mesmo ponto da Avenida, pode fazer sua primeira vítima já em seu nascimento: a Unidos de Padre Miguel, escola que fez indiscutivelmente o melhor desfile da Série A, teve um problema com a porta-bandeira em frente aos dois módulos de julgadores, podendo perder pontos neste quesito e também em evolução. Se a queda tivesse acontecido nos módulos 1 ou 4, a escola seria punida apenas uma vez. Como foi na cabine dupla, será penalizada duas vezes, o que dificulta muito as chances de título. Essa diferença no peso do julgamento pode jogar por terra desfiles superiores em detrimento de outros, simplesmente pelo fato sorte, o que é muito ruim para o carnaval.

Juntar os dois módulos foi aquela ideia que estava fadada a dar errado. E deu. Pode entrar para a história por ter tirado o campeonato mais certo dos últimos tempos. Que este seja o primeiro e último ano dessa experiência com o júri.

O interessante é que a Padre Miguel sobrou tanto na pista que pode ser campeã mesmo com a falha ocorrida. Só que agora ficou muito mais difícil. Império Serrano, Porto da Pedra e Estácio de Sá, que também fizeram grandes desfiles, entraram na briga. Confira aqui como foi o primeiro dia de desfiles da Série A.

A segunda noite da Série A foi bem superior à primeira, com boas apresentações e momentos de emoção. A maior surpresa do sábado foi a Rocinha, que fez um lindo desfile e está na briga pelas primeiras posições. O Império Serrano comprovou sua força ao pisar forte na Avenida. Mas não conseguiu emocionar com o enredo sobre Manuel de Barros. Já a Porto da Pedra aproveitou seu enredo de fácil entendimento para cativar as arquibancadas, e se credenciou a disputar o título.

Renascer, Cubango e Inocentes decepcionaram. A escola de Jacarepaguá fez sua pior apresentação nos últimos anos e corre riscos. A Cubango também caiu muito em relação ao nível de seus desfiles. Foram duas escolas irreconhecíveis. A agremiação de Belford Roxo ficou abaixo das expectativas e deve se limitar às posições intermediárias.

Confira a análise escola por escola:

ACADÊMICOS DA ROCINHA
Acadêmicos da Rocinha Foto: Foto: Diego Mendes / Setor 1
Fez uma das melhores aberturas de noite da Série A dos últimos anos. Trouxe um visual imponente, com bom gosto do carnavalesco João Vítor Araújo em alegorias e fantasias, e bela pesquisa sobre a trajetória de Viriato Ferreira. A bateria também fez uma ótima apresentação. O samba deixou a desejar, mas não comprometeu.

ACADÊMICOS DO CUBANGO
Acadêmicos do Cubango Foto: Foto: Diego Mendes / Setor 1
A Verde e Branco fez um desfile fraco sobre João Nogueira, com nítidas dificuldades em fantasias e alegorias (com direito a queijo sem composição num dos carros). A promessa de homenagear os 100 anos do samba não se confirmou na pista. A bateria foi o ponto alto do desfile, com uma apresentação irretocável.

INOCENTES DE BELFORD ROXO
Inocentes de Belford-Roxo Foto: Diego Mendes / Setor 1 Foto: Agência O Globo
O enredo sobre vilões, que prometia um desfile bem-humorada, não se consumou na Avenida. A leitura foi careta, com alas como “Mitologia” e “Teatro”. A comissão de frente trouxe o espírito brincalhão, com os Minions, mas a leveza só voltou no último setor. Também faltou criatividade em carros e fantasias: num deles, o destaque era um gigantesco telão.

IMPÉRIO SERRANO
Império Serrano Foto: Diego Mendes / Setor 1 Foto: Agência O Globo

O Império pisou forte na Avenida, mostrando que é a escola desse grupo com mais chão. Cantou muito o bom samba e trouxe alegorias e fantasias de alto nível. Apesar disso, não emocionou o público, talvez pelo enredo de difícil compreensão. Nestes oito anos de segunda divisão, já fez desfiles melhores, mas é séria candidata ao título.

UNIDOS DE PADRE MIGUEL
Unidos de Padre Miguel / Foto: Fabio Guimaraes Foto: Agência O Globo

Fez o melhor desfile do ano, com sobras em relação às outras. Uma escola vibrante, com visual impecável, belo samba e imponência de Grupo Especial. O acidente com a porta-bandeira pode custar o título, por ter sido na cabine dupla — e ainda pode custar pontos preciosos em evolução, pela demora na troca do casal. Mas a escola mostrou que o caminho para subir está pavimentadao.

RENASCER DE JACAREPAGUÁ
Renascer de Jacarepaguá Foto: Diego Mendes / Setor 1 Foto: Agência O Globo

O enredo sobre Carolina de Jesus e João Cândido é bonito, mas difícil de ser traduzido em alegorias e fantasias. A escola de Jacarepaguá fez um desfile pesado, e nem o ótimo samba conseguiu render o esperado. As dificuldades financeiras ficaram evidentes na parte plástica. A bateria deu um show, mas pode ser pouco para fazer a Renascer permanecer no grupo. O rebaixamento é uma ameaça.

PORTO DA PEDRA
Porto da Pedra / Fabio Guimaraes Foto: Agência O Globo
A escola contou com muito bom humor o enredo sobre as marchinhas, com uma leveza pouco vista nos desfiles da Série A (e que fez falta a outras agremiações). Alegorias e fantasiastinham fácil leitura e comunicação com o público. O samba não era bom, mas foi bem cantado pelos componentes. E ainda tivemos a volta da porta-bandeira Lucinha Nobre, sempre garantia de boas notas.

Leia mais: http://extra.globo.com/tv-e-lazer/roda-de-samba/infeliz-ideia-da-cabine-dupla-pode-tirar-titulo-da-padre-miguel-20984396.html#ixzz4ZnHzfRre
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