Para 64%, reforma trabalhista beneficia empresários, diz pesquisa Datafolha
Sete em cada dez brasileiros se dizem contrários à reforma da Previdência, mostra pesquisa Datafolha.
A rejeição chega a 83%entre os funcionários públicos, um dos grupos mais afetados pela mudança nas regras de aposentadorias e pensões.
A pesquisa foi feita na quarta e na quinta que antecederam as manifestações antirreformas ocorridas na última sexta-feira (28).
A rejeição à mudança nas aposentadorias é majoritária entre todos os grupos sociodemográficos, e é mais expressiva entre jovens de 25 a 34 anos (76%) e quem tem curso superior (76%).
A taxa é também mais alta entre quem ganha de 2 a 5 salários mínimos (74%).
Apesar da oposição, a maioria apoia o fim de regras mais favoráveis para professores (54%), policiais (55%) e militares (58%).
Quanto aos trabalhadores rurais, 52% defendem que se aposentem mais cedo.
Proposta pelo governo e já alterada na Câmara, a reforma previdenciária precisa ser aprovada por 60% dos deputados e dos senadores.
A pesquisa também mostra que 64% acham que a reforma trabalhista beneficia mais os empresários.
O texto, que foi aprovado na Câmara na quinta (27) e será analisado no Senado, prevê que acordos entre patrões e empregados prevaleçam sobre a lei em alguns casos, entre outros pontos.
Para 58% dos brasileiros, trabalhadores vão ter seus direitos reduzidos.
O ponto mais controverso da pesquisa foi o fim da obrigatoriedade da contribuição sindical: 44% são pela extinção, enquanto 46% se declaram favoráveis à manutenção.
Leia a matéria completa na FOLHA: http://zip.net/bktJbY
Sete em cada dez brasileiros se dizem contrários à reforma da Previdência, mostra pesquisa Datafolha.
A rejeição chega a 83%entre os funcionários públicos, um dos grupos mais afetados pela mudança nas regras de aposentadorias e pensões.
A pesquisa foi feita na quarta e na quinta que antecederam as manifestações antirreformas ocorridas na última sexta-feira (28).
A rejeição à mudança nas aposentadorias é majoritária entre todos os grupos sociodemográficos, e é mais expressiva entre jovens de 25 a 34 anos (76%) e quem tem curso superior (76%).
A taxa é também mais alta entre quem ganha de 2 a 5 salários mínimos (74%).
Apesar da oposição, a maioria apoia o fim de regras mais favoráveis para professores (54%), policiais (55%) e militares (58%).
Quanto aos trabalhadores rurais, 52% defendem que se aposentem mais cedo.
Proposta pelo governo e já alterada na Câmara, a reforma previdenciária precisa ser aprovada por 60% dos deputados e dos senadores.
A pesquisa também mostra que 64% acham que a reforma trabalhista beneficia mais os empresários.
O texto, que foi aprovado na Câmara na quinta (27) e será analisado no Senado, prevê que acordos entre patrões e empregados prevaleçam sobre a lei em alguns casos, entre outros pontos.
Para 58% dos brasileiros, trabalhadores vão ter seus direitos reduzidos.
O ponto mais controverso da pesquisa foi o fim da obrigatoriedade da contribuição sindical: 44% são pela extinção, enquanto 46% se declaram favoráveis à manutenção.
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