CRÍTICOS DO JUIZ SÉRGIO MORO SÃO OS MESMOS QUE ATACAVAM BARBOSA
ATAQUES FEITOS A SÉRGIO MORO SÃO OS MESMOS DIRIGIDOS A BARBOSA
Os que hoje atacam o juiz Sérgio Moro e o ministro Gilmar Mendes, por decisões contrárias aos interesses do governo e do PT, na gatunagem investigada pela Lava Jato, foram os mesmos que há quase dois anos, em junho de 2014, divulgaram manifesto denunciando “arbitrariedades” do ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal, por manter na Papuda os ladrões transitados em julgado do mensalão. A informação é de Claudio Humberto, colunista do Diário do Poder.

O manifesto era contra o regime fechado do chefe da quadrilha, José Dirceu, e de José Genoino e Delúbio Soares, cúmplices no esquema.
O documento exigindo que o STF pegasse leve com aqueles corruptos era firmado por “juristas”, “intelectuais”, artistas e porraloucas do MST.
Os defensores da ladroagem no PT acusaram Joaquim Barbosa de levar “caos ao sistema prisional” e “angústia e desespero” aos ladrões.
Como hoje fazem, tentando intimidar a Justiça e blindar o “inimputável” Lula, em 2014 citaram “afronta ao Estado de Direito”, Corte de Haia etc.
Fonte: Diário do Poder
Concebido pelo MPF, pacote de proposições recebeu apoio de diversas instituições e será levado ao Congresso com o apoio de nomes como a atriz Luana Piovani, a atleta Maurren Maggi e o apresentador Danilo Gentili

Valter Campanato/Agência Brasil
Grupo deixará sede da PGR (foto) em direção ao Congresso, a 1km de distância

Mais de duas milhões de assinaturas de apoio à campanha “10 Medidas Contra a Corrupção” serão entregues nesta terça-feira (29), às 14h, na sede da Procuradoria-Geral da República (PGR) em Brasília. Artistas, atletas, movimentos populares e representantes de classe participarão do ato organizado pela Câmara de Combate à Corrupção, departamento do Ministério Público Federal (MPF) que atuou como depositária das assinaturas em oito meses de coleta.
Concebida pelo MPF, a relação de medidas anticorrupção contém 20 anteprojetos de lei com o objetivo de prevenir e punir com mais rigor os crimes de corrupção definidos na legislação pertinente. As proposições também visam assegurar que sejam devolvidos aos cofres públicos recursos desviados por ação de agentes da administração pública.

Estão entre os apoiadores da campanha, entre outros, personalidades como Nelson Freitas Junior, Thiago Lacerda, Vanessa Loes, Maurren Maggi, Andrea Kisser, Rodrigo Minotauro, Jorge Pontual, Luana Piovani, Ricardo Macchi, Luciano Szafir e Danilo Gentili. Todos eles confirmaram presença nos atos de entrega das assinaturas. Diversas instituições e entidades de classe também se envolveram com a coleta de assinaturas e confirmaram participação no evento (veja abaixo).

A iniciativa do MPF ganhou força com uma campanha de iniciativa da popular, apartidária, que foi arregimentando apoio com o transcorrer do tempo. Durante os oito meses desde o anúncio das proposições, os idealizadores dessa mobilização se articularam pelo país e, nesta terça-feira, finalmente farão chegar à PGR e ao Congresso a adesão de milhões de signatários ao esforço anticorrupção.
Haverá todo um rito de entrega das medidas e das assinaturas que as amparam. Às 14h, a documentação será entregue em solenidade no auditório Juscelino Kubistchek, na sede da PGR. Neste momento, o MPF devolverá à população as adesões coletadas desde o início da campanha, permitindo que os próprios cidadãos se encarreguem de fazer a entrega das medidas ao Congresso. Ao todo, cem voluntários receberão pacotes com mil assinaturas cada um.
Em seguida, às 15h, o grupo deixará a PGR em caminhada ao Congresso, a cerca de um quilômetro de distância. A entrega das medidas está prevista para as 16h, quando o Hino Nacional será cantado. O MPF vai disponibilizar à sociedade um site para acompanhamento da tramitação das matérias em tempo real, com registro sobre o voto de cada deputado e senador em cada uma delas.
“A ferramenta é mais uma forma de a sociedade cobrar e seguir o resultado positivo desta ação”, diz o MPF. “Em um momento tão tenso e delicado no cenário político brasileiro, a população clama pelo fim da corrupção, por ações mais cristalinas e por políticos que coloquem os interesses do povo acima dos próprios, e não o contrário, como vemos acontecer cotidianamente no país.”
Sábado (26), esta cidade ganhou sua primeira moderníssima Clínica Odontológica. Familiares e amigos da Odontóloga Anne Caroline prestigiaram a Solenidade de inauguração. Ato, contou com as bênçãos das Igrejas Católica e Evangélica, descerramento da Fita Inaugural,  coquetel e discurso da proprietária do empreendimento.

Convidados
Descerramento da Fita
Discurso da Dra. Anne Caroline

Dra.Anne Caroline na sala do gabinete odontológico. Em seguida, nas demais dependências da Clínica

Dra.Anne Caroline na sala do gabinete odontológico. Em seguida, nas demais dependências da Clínica







Prefeito de Olho D'água do Borges propaga nas redes sociais que este município é Transparente, apenas em virtude do Portal da Transparência ter sido construído dentro dos critérios exigidos pela CGU. Entretanto, Portal jamais deveria conter nomes de 'supostos servidores comissionados fantasmas'. Além disso, a Controladoria Geral da União criou o Programa Brasil Transparente e a Prefeitura ainda não aderiu.
VEJA MUNICÍPIOS NO RN QUE ADERIRAM
De acordo com a última atualização da CGU, até fevereiro, houve 1.576 adesões ao programa Brasil Transparente. A ausência do município é o  termômetro do quanto o gestor se importa com o assunto, já que a CGU monitora, avalia e divulga resultados sobre o assunto, provocando o Ministério Público a agir no caso de quem cumpre parcialmente a lei ou que não a cumpre. 
Todas as adesões ao Brasil Transparente no âmbito do Rio Grande do Norte foram feitas em 2013 e 2014. Nenhum ente manifestou interesse em aderir à proposta no ano passado. 
Quem adere ao programa da CGU passa a contar com uma espécie de consultoria para implementar as ferramentas de transparência. A Controladoria Geral da União realiza seminários, cursos e treinamentos para os agentes públicos, cede o código fonte do sistema para o Serviço de Informação ao Cidadão (e-SIC); promove campanha sobre o assunto e ajuda a implantar o portal da transparência.
O editor do blog, Ney Lopes, escreve artigo publicado hoje, 26, no Diário do Poder editado em Brasília, DF.
No texto ideias, no sentido de que ações rápidas da Presidente Dilma Rousseff possam permitir passar o Brasil a limpo, após debate amplo e aperfeicoamentos.
O artigo menciona que “Olhando-se crises recentes no mundo, todas elas se resolveram com assepsia ampla, total e irrestrita nos quadros políticos dominantes.
Foi assim na Grécia, Portugal Itália (anuncia-se nova eleição para esse ano), Irlanda, Espanha e tantos outros países”.
O pensamento do editor é que Dilma encaminhe mensagem ao Congresso, propondo eleições gerais imediatas e uma Constituinte originária.
LEIA O ARTIGO NA ÍNTEGRA, ACESSANDO:
Comenta-se em grupos do WhatsApp que o Ministério Público do RN vai fazer uma operação caça fantasmas na Assembleia Legislativa.
O objetivo da operação poderá ser para pagar os ‘fantasmas’ na boca dos caixas quando forem receber seus vencimentos.
Pelo que sei, fantasma não saca dinheiro em caixas eletrônicos..
Vamos aguardar..
Pessoalmente não acredito, mas tem gente garantindo que um juiz de plantão atendeu o pedido do MP.
Fonte: Blog do Renato Dantas
DESTE BLOG: Vereadores oposicionistas solicitarão ao MP que faça o mesmo com o 'fantasmas' de Olho D'água do Borges.

Outro sinal desse distanciamento é o recente encontro do presidente nacional do PSD, o ministro Gilberto Kassab (Cidades), com o vice-presidente Michel Temer, principal beneficiário do impeachment de Dilma. No Rio Grande do Norte, a legenda é presidida pelo governador Robinson Faria.
O Planalto recebeu a informação com alarme. O PSD, fundado por Kassab em 2011, nasceu governista, mas já dava sinais de distanciamento no Congresso. Hoje, segundo integrantes do partido, cerca de 70% da bancada é a favor do impeachment.

O general Eduardo Villas Bôas, comandante do Exército, comentou pela primeira vez em público a crise que eletrifica o país. Fez isso por meio de um programa chamado “Comandante responde”, veiculado periodicamente num canal mantido pelo Exército na internet. Num instante em que Dilma Rousseff propaga a tese segundo a qual o pedido de impeachment que tramita na Câmara é “golpe”, o general defendeu o respeito à Constituição e às leis.
A apresentadora perguntou a Villas Bôas sobre “a percepção do Exército” em relação às manifestações de rua. E o general falou com rara franqueza sobre a crise: “Estamos vivendo e sofrendo as consequências desta crise que tem três componentes importantes: político, econômico e ético e moral. Os três estão interligados.”
Prosseguiu: “É importante que a sociedade brasileira saiba: o Exército é uma instituição de Estado. E, nos momentos de crise, as instituições sólidas —principamente em decorrência dos seus valores e do seu comprometimento— acabam se tornando referência para a sociedade como um todo. A ela miram e dela aguardam atitudes que sinalizem como sair da crise.”
O general foi ao ponto: “Contudo, o nosso papel de instituição de Estado, com as atribuições perfeitamente definidas na Constituição e também nas leis complementares, nós vamos pautar nossa atuação em três pilares básicos: primeiro, contribuir para a manutenção da estabilidade, já que ela é condição essencial para que as instituições, em nome da sociedade, encontrem os caminhos que permitam sairmos desta crise séria que estamos vivendo. Segundo, é a legalidade: toda e qualquer atitude nossa será absolutamente respaldada no que os dispositivos legais estabelecem, desde a Constituição até as leis complementares, e sempre condicionado ao acionamento de um dos Poderes da República, conforme artigo 142 da constituiçao determina. E o terceiro aspecto é a legitimidade que nos é proporcionada pela credibilidade que a sociedade brasileira nos atribui, conforme as pesquisas de opinião indicam.”
O artigo 142 a que se refere o comandante do Exército anota que as Forças Armadas estão organizadas “sob a autoridade suprema do presidente da República.” Acrescenta que o Exército, a Marinha e a Aeronáutica “destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.”
Do BG
PMDB PODE TER EM TEMER SEU 3º PRESIDENTE QUE NÃO GANHOU ELEIÇÃO
SARNEY ASSUMIU NO LUGAR DE TANCREDO E ITAMAR SUCEDEU COLLOR APÓS O IMPEACHMENT
O PMDB, maior partido brasileiro, pode ter em Michel Temer, o vice-presidente de Dilma, seu terceiro presidente da República, sem nunca ter eleito um cabeça de chapa presidencial, após a ditadura militar. O primeiro foi José Sarney, vice de Tancredo Neves, que foi eleito indiretamente pelo Congresso. Itamar Franco sucedeu Fernando Collor, após o processo de impeachment, em 1992. Temer pode ser o terceiro.
Sarney assumiu a Presidência após Tancredo vencer eleição indireta no colégio eleitoral, pós-ditadura. Não concorreu em eleições abertas.
Itamar deixou o partido para se candidatar ao lado de Collor no extinto PRN. Saiu do PRN antes do impeachment e assumiu o cargo no PMDB
Michel Temer foi eleito e reeleito como vice de Dilma em 2010 e em 2014 e é o sucessor legítimo em caso de impeachment da petista.
Outra intrigante curiosidade é que toadas as vezes que vice-presidente é do PMDB, o titular não chega ao fim do ciclo no Palácio do Planalto.
Fonte: Diário do Poder
Mello é o terceiro ministro do STF a defender publicamente a constitucionalidade da figura do impeachment de um presidente da República.
O ministro Celso de Mello, decano no Supremo Tribunal Federal, afirmou que a figura do impeachment é instrumento previsto na Constituição democrática brasileira e não pode ser reduzido à condição de golpe. "A figura do impeachment não pode ser reduzida à condição de um mero golpe de estado porque o impeachment é um instrumento previsto na Constituição, uma Constituição democrática, que está em vigor no país e que estabelece regras básicas", disse o ministro, ao ser questionado sobre o assunto em um shopping. "Se essas regras básicas forem respeitadas, obviamente o impeachment não pode ser considerado um ato de arbítrio político e de violência política", completou.

Mello é o terceiro ministro do Supremo a defender publicamente nesta semana a constitucionalidade da figura do impeachment de um presidente da República e refutar a tese de que o instrumento em si não pode ser considerado golpe. O discurso é recorrente entre os defensores da manutenção da presidente Dilma Rousseff no cargo. A própria presidente chegou a fazer esta afirmação.
Na quarta-feira, a ministra Cármen Lúcia comentou as declarações de Dilma sobre o assunto. "Não acredito que a presidente tenha falado que impeachment é golpe. Impeachment é um instituto previsto constitucionalmente", disse ela. "O que não pode acontecer de jeito nenhum é impeachment nem ou qualquer tipo de processo político-penal ou penal sem observar as regras constitucionais. Não há impeachment em andamento ainda, não tenho nenhuma dúvida que teremos que observar todas as regras constitucionais", completou. No mesmo dia, o ministro Dias Toffoli afirmou que o processo de impeachment é previsto na Constituição e nas leis brasileiras, mas não quis opinar sobre o caso específico da presidente Dilma Rousseff.
Celso de Mello afirma que suas respostas estão de acordo com posicionamentos já dados por ele em julgamentos no Supremo Tribunal Federal. Segundo ele, o impeachment é um instrumento legítimo pelo qual se objetiva responsabilização política de qualquer presidente da República, independente de sua filiação partidária. "É um instrumento posto à disposição da cidadania. Porque só o cidadão, o eleitor, é que quem legitimidade para provocar a abertura do processo do impeachment. É o que diz claramente a lei", disse.
Encontro começa às 15:00h no Sítio Olho D'água, localizado na saída desta cidade para Umarizal, 1ª entrada do lado de direito (Sítio do Marcelo).
César Santos colunista do Jornal de Fato de Mossoró, RN, antecipa uma séria crise política, que atinge diretamente os membros da família Alves, que detêm liderança há anos no RN e hoje têm vários representantes, com mandatos.
Diz o colunista mossoroense que ” O ministro Henrique Alves, do Turismo, é um dos soldados escalados pela presidente Dilma para tentar evitar o desembarque do PMDB do governo do PT.
Henrique entrou em campo, com trabalho de convencimento junto aos deputados federais peemedebistas.
Não é fácil, inclusive, dentro de casa.
O seu primo, deputado federal Walter Alves, filho do senador Garibaldi Filho, já antecipou o voto pelo impeachment da presidente, inclusive, tornando público através do seu endereço nas redes sociais.”
O “choque” entre Walter Alves e Henrique terá repercussões nas eleições de 2018 no estado.
Walter já é “dono” indiretamente do PTB, legenda que está de stand by caso tenha que sair do PMDB.
O centro da disputa seria a pretensão de Henrique e Walter disputarem o mandato de deputado federal na próxima eleição.
Nessas circunstâncias o espaço ficaria curto.
Fonte: Blog do Ney Lopes de Sousa
Enquanto o Brasil está mergulhado em crises política e econômica, os partidos faturaram em janeiro e fevereiro R$ 123 milhões, sacando a dinheirama do Fundo Partidário. No decorrer deste ano, a previsão é que os partidos abocanhem quase R$ 900 milhões do Fundo. Os dados estão disponibilizados no portal eletrônico do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os dados referentes a março não foram lançados pelo TSE.
O fundo é dividido entre os partidos conforme o número da bancada de deputados federais, conforme a eleição anterior ao mandato.
Os partidos que mais faturaram em dois meses foram: PT (R$ 16,34 milhões), PSDB (R$ 13,47 milhões) e PMDB (R$ 13,13 milhões).
Os partidos que menos receberam dinheiro do Fundo Partidário foram Novo e PMB. Cada um levou uma bolada de R$ 175,68 mil.
No ano passado, os partidos levaram R$ 811,28 milhões. As promessas de corte ficaram no papel. Ao contrário: aumentaram.
Anitta investiu em body fio-dental e exibiu suas curvas em show na madrugada deste sábado, 26. A cantora se apresentou na cidade de Gravatá, interior de Pernambuco. Durante a performance, Anitta sensualizou em coreografias ousadas e caprichou nas caras e bocas.
EGO NAS REDES SOCIAIS 
Depois de confirmar que fez preenchmento labial e afirmar que não está arrependida, Anittaparticipou de uma premiação musical na noite da última quinta-feira, 24. A cantora foi um dos destaques do "Melhores do Ano FM O Dia", que aconteceu no Rio. Anitta chamou a atenção, não só pelos lábios bem mais carnudos, mas também pela fenda de seu vestido, que deixava seus pernões à mostra.

Anitta em show em Gravatá, interior de Pernambuco (Foto: Felipe Souto Maior/ Ag. News)
Anitta em show em Gravatá: sexy (Foto: Felipe Souto Maior/ Ag. News)
Anitta em show na madrugada deste sábado, 26 (Foto: Felipe Souto Maior/ Ag. News)
Anitta em show em Gravatá, interior de Pernambuco (Foto: Felipe Souto Maior/ Ag. News)
Anitta posa antes de subir ao palco (Foto: Felipe Souto Maior/ Ag. News)
Fonte: EGO, Rio
Uma pergunta que todo católico precisa saber responder
Steve Jurvetson / Flickr / CC
Como é importante para os cristãos celebrar, viver e prolongar na vida a presença real do Senhor na liturgia! A liturgia permite celebrar os mistérios da vida de Jesus ao longo do ano, tendo sua ressurreição como eixo. Esse ano é conhecido como ciclo ou ano litúrgico.
O ano litúrgico é regulado entre a data móvel da Páscoa (segundo o ciclo lunar) e seu início, também móvel, relacionado com o Natal.
O Natal é celebrado durante o solstício de inverno do hemisfério norte (segundo o ciclo solar), convertendo a celebração popular pagã do nascimento do sol invicto na celebração do nascimento de Jesus.
Mas por que a Semana Santa muda de data todo ano? Porque muda a data da festa da Páscoa. E a data da festa da Páscoa de ressurreição é móvel porque está ligada à páscoa judaica.
O povo judeu celebrava a páscoa, chamada também de “Festa da Liberdade”, comemorando o fim da escravidão e sua saída do Egito. Segundo o judaísmo, os hebreus devem celebrar todos os anos a festa da páscoa durante uma semana inteira, entre os dias 14 e 21 do mês de Nissan – dias que começam com a primeira lua cheia da primavera.
O mês de Nissan é o primeiro mês do calendário hebraico bíblico (Êx 12, 2), porque nesse mês o povo de Israel saiu do Egito. Tal mês cai entre os dias 22 de março e 25 de abril.
A festa da páscoa era fixada com base no ano lunar, e não no ano solar do calendário civil. Recordemos que, nas antigas civilizações, empregava-se o calendário lunar para calcular a passagem do tempo.
Por que os judeus celebram sua páscoa com a primeira lua cheia da primavera? Porque havia lua cheia na noite em que o povo judeu saiu do Egito, e isso lhe permitiu fugir à noite sem ser descoberto pelo exército do Faraó, ao não depender de lâmpadas.
Mas o que a páscoa judaica tem a ver com a Páscoa cristã?
Na Última Ceia, realizada na Quinta-Feira Santa, os apóstolos celebraram com Jesus a páscoa judaica, comemorando o êxodo do povo de Israel, guiado por Moisés. Com isso, temos a certeza de a primeira Quinta-Feira Santa da história era uma noite de lua cheia.
E é por isso que a Igreja coloca a Quinta-Feira Santa no dia de lua cheia que se apresenta entre os meses de março e abril. Então, a data da Semana Santa depende da lua cheia.
Esta mobilidade afeta não somente as festas relacionadas à Pascoa, mas também o número de semanas do Tempo Comum; são as chamadas festas móveis, que variam todos os anos, juntamente com a solenidade da Páscoa, da qual dependem.
Antigamente, a Páscoa era celebrada exatamente no mesmo dia da páscoa judaica; mas uma decisão do Concílio de Niceia (ano 325) determinou que a Páscoa cristã fosse celebrada no domingo (o domingo posterior à primeira lua cheia primaveral do hemisfério norte).
O juiz federal Sergio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância, ocupa a 13ª posição do ranking dos 50 maiores líderes mundiais divulgado pela revista norte-americana Fortune. O juiz paranaense aparece à frente de Bono Vox, vocalista do U2, e dos astros do basquete da NBA Stephen Curry e Steve Kerr, que aparecem empatados no 15º lugar.
A lista é liderada pelo fundador da Amazon, Jeff Bezos. O segundo lugar é da premiê alemã, Angela Merkel, seguida de Aung San Suu Kyi, ganhadora do prêmio Nobel da Paz e ministra das Relações Exteriores de Mianmar. O Papa Francisco figura no 4º lugar do ranking seguido de Tim Cook, CEO da Apple. Mauricio Macri, presidente da Argentina, que ocupa o 26º lugar.
Ao explicar a inclusão de Moro no ranking, a 'Fortune' considera que o juiz é protagonista de "edição brasileira e real do filme Os Intocáveis" e lembra que o esquema de corrupção da Petrobras que desviou 3 bilhões de dólares. A matéria cita o risco de impeachment da presidente Dilma Rousseff e a reputação em farrapos do ex-presidente Lula. A revista ainda menciona que "a coexistência passiva com a corrupção endêmica na América Latina está se tornando um hábito do passado".
Confira abaixo a lista completa:
1 - Jeff Bezos
2 - Angela Merkel
3 - Aung San Suu Kyi
4 - Papa Francisco
5 - Tim Cook
6 - John Legend
7 - Christiana Figueres
8 - Paul Ryan
9 - Ruth Bader Gingsburg
10 - Sheikh Hasina
11 - Nick Saban
12 - Huateng 'Pony' Ma
13 - Sergio Moro
14 - Bono
15 - Stephen Curry e Steve Kerr
16 - Bryan Stevenson
17 - Nikki Haley
18 - Lin-Manuel Miranda
19 - Marvin Ellison
20 - Reshma Saujani
21 - Larry Fink
22 - Scott Kelly e Mikhail Kornienko
23 - David Miliband
24 - Anna Maria Chávez
25 - Carla Hayden
26 - Mauricio Macri
27 - Alicia Garza, Patrisse Cullors e Opal Tometi
28 - Chai Jing
29 - Moncef Slaoui
30 - John Oliver
31 - Marc Edwards
32 - Arthur Brooks
33 - Rosie Batty
34 - Kristen Griest e Shaye Haver
35 - Denis Mukwege
36 - Christine Lagarde
37 - Marc Benioff
38 - Gina Raimondo
39 - Amina Mohammed
40 - Domenico Lucano
41 - Melinda Gates e Susan Desmond-Hellman
42 - Arvind Kejriwal
43 - Jorge Ramos
44 - Michael Froman
45 - Mina Guli
46 - Ramón Mendéz
47 - Bright Simons
48 - Justin Trudeau
49 - Clarence Rewcastle Brown
50 - Tshering Tobgay
* Fonte: VEJA
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