Cirurgia bariátrica deixa o ex-craque com aspecto doente
A forma física do ex-jogador chamou atenção nas redes sociais (Foto: Instagram/ reprodução)
  

Após revelar ter passado por uma cirurgia bariátrica para o tratamento de diabete e aparecer bem mais magro em fotos nas redes sociais, o ex-jogador de futebol e senador Romário reacendeu a polêmica sobre a regulamentação e indicações do procedimento.

Segundo o Conselho Federal de Medicina (CFM), a cirurgia bariátrica só é indicada para pacientes com Índice de Massa Corpórea (IMC) superior a 40 ou para aqueles com índice acima de 35 que desenvolveram outras doenças, como hipertensão ou a própria diabete.

Romário, no entanto, declarou que pesava 80 quilos antes da cirurgia, o que equivaleria a um IMC de 28 considerando sua altura – 1,67 metro. “Várias sociedades médicas no mundo já reconhecem a efetividade da cirurgia bariátrica para o tratamento da diabete para pacientes com IMC entre 30 e 35, mas para pessoas com índice abaixo disso não há evidência suficiente de bons resultados”, diz Ricardo Cohen, coordenador do Centro de Obesidade e Diabete do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

“Essa foi uma indicação muito atípica. Geralmente pessoas com esse IMC têm a diabete tratada com medicamentos”, opina Bruno Halpern, diretor da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso).

O médico Áureo Ludovico de Paula, responsável pela cirurgia de Romário e de outros famosos, como o apresentador Faustão, rebate as críticas. Ele diz que o ex-jogador chegou ao seu consultório com IMC 31 e já existem estudos que mostram bons resultados para pacientes diabéticos com esse perfil. “Acompanhamos por cinco anos 494 pacientes operados e 90% deles tiveram bons resultados.”

Técnica. Outra questão polêmica no tratamento do ex-jogador foi a técnica escolhida, chamada de interposição ileal, quando a parte final do intestino delgado, o íleo, é sobreposta sobre a parte inicial, chamada de duodeno. O procedimento nunca foi regulamentado pelo CFM, mas, em 2014, foi tirado da lista de procedimentos experimentais por decisão da Justiça Federal de Goiás. O conselho recorreu da sentença e aguarda resposta. Ludovico de Paula diz que o acompanhamento dos pacientes mostra que a técnica é segura e eficaz.

Fonte: Diário do Poder
 
 
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O 33º Congresso da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) aprovou neste domingo (15) o indicativo de Greve Geral para o dia 15 de março. A mobilização da Confederação e entidades filiadas conta como principais reivindicações o fim ao golpe de Estado no Brasil, a não aprovação da reforma previdenciária e pelos investimentos necessários e previstos no Plano Nacional de Educação (PNE). Cada estado também poderá agregar os seus eixos específicos e locais.

De acordo com o presidente eleito da CNTE, Heleno Araújo, está prevista para o dia 8 de março deste ano a realização de assembleias deliberativas, com atos e passeatas, para deliberar sobre a Greve Geral. Também será formada uma coordenação nacional de greve geral com membros da diretoria executiva da CNTE e um representante de cada sindicato filiado. “No dia 25 de março, iremos avaliar o movimento grevista. Entre o período de 27 e 31 de março, observaremos a movimentação das afiliadas”, detalhou Araújo o calendário de ações da greve.

Mudança no Estatuto

Além do indicativo, os delegados também aprovaram uma renovação do estatuto da CNTE que amplia de três a quatro anos o mandato da diretoria executiva. A justificativa da Articulação Sindical/CTB/CSD/O Trabalho, entidades que propuseram a mudança, é que a alteração adequa a CNTE às estruturas estatuárias da CUT e da Internacional da Educação, além de reduzir os custos burocráticos sem prejudicar os debates políticos.

Com as novas resoluções aprovadas, também será dever da CNTE incluir na estrutura diretiva da entidade um departamento específico para a juventude da educação. Resoluções sobre Política Educacional, Balanço da CNTE, Políticas Permanentes e Plano de Lutas também foram aprovadas.

No Alto das Maravilhas, no meio de uma região de mata fechada encravada no município de Santa Luzia, região metropolitana de Belo Horizonte, há um presídio que só recebe condenados que cumprem pena em regime fechado. A penitenciária abriga hoje 175 homicidas, assaltantes, estupradores e traficantes, a maioria com mais de dezoito anos de cadeia. Não há policiais, carcereiros ou seguranças armados. Quem vigia todas as portas da penitenciária, das galerias e das celas são os próprios detentos. Não há guaritas de vigilância.

O presídio é administrado pela Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac), uma organização não governamental que cuida de outras 47 unidades semelhantes em quatro estados. A penitenciária foi construída em 2006 em parceria entre os governos municipal, estadual e federal. Hoje, abriga um dos detentos mais famosos do país. Bruno Fernandes, ex-goleiro do Flamengo condenado a 22 anos e 3 meses de reclusão pelo assassinato da modelo Eliza Samudio, carrega as chaves da própria cela e trabalha vigiando os demais detentos. Antes de chegar lá, Bruno passou por presídios convencionais, como o Nelson Hungria, o maior de Minas Gerais, e o Complexo de Bangu, o maior do Rio de Janeiro. A VEJA, o ex-goleiro diz que as penitenciárias tradicionais, em vez de recuperar os presos, acabam por torná-los ainda mais perigosos. “O sistema convencional não recupera ninguém”, afirma.

Todos os presos, inclusive os 113 do regime fechado, passam o dia fora das celas, nas oficinas e no pátio, onde têm livre acesso a serras elétricas, pés-de-cabra e tesouras para os trabalhos artesanais. No semiaberto, há enxadas, picaretas e foices. Os 62 detentos do semiaberto se dividem entre oficinas, hortas e trabalho em empresas na cidade. A associação recebe ajuda do Tribunal de Justiça de Minas para capacitação de funcionários e gestores. Os presos fazem cursos como marcenaria, padaria, jardinagem, informática e pintura. A administração está concluindo uma fábrica de itens de segurança, como luvas e botas. Todos estudam: noventa condenados fizeram o Exame Nacional Ensino Médio (Enem) neste ano. Há biblioteca, ‘DVDteca’, computadores e internet para curso superior a distância. Os presos usam crachá, são chamados pelo nome, têm livre acesso aos diretores do presídio e são instruídos a reclamar de tudo o que desaprovam.
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Blog do BG
Quem desembarcou em Mossoró hoje (terça-feira, 24) foi o presidente nacional do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), Leonardo Gadelha.

Lançou projeto piloto que permitirá que as pessoas realizem o pedido de aposentadoria pela internet.

Em alguns casos, também vai ser possível receber o benefício sem comparecer a uma agência do órgão.

Mossoró, por suas características territoriais, demográficas e pelo próprio perfil dinâmico do INSS no município, foi escolhida para servir de experimento dessa ideia.
Para reforçar a Federação e evitar que governadores e prefeitos precisem 'passar o pires' em Brasília, o País tem de rediscutir as fatias da União, dos Estados e dos municípios no bolo tributário

No atual cenário de crise no setor público, poucas cenas revelam tanto do Brasil atual quanto a romaria diária de governadores e prefeitos a Brasília. Sem recursos para pagar suas contas ou prestes a entrar na UTI, eles buscam apoio do governo federal para tentar evitar um desastre de proporções incontroláveis. Embora também esteja no vermelho, em decorrência da herança recebida da presidente cassada Dilma Rousseff, a União controla a Casa da Moeda e pode lançar títulos públicos na praça para reforçar o caixa – um privilégio hoje vetado aos Estados e municípios. Está, portanto, numa posição privilegiada na mesa de negociações, para submeter os demais entes da Federação ao jugo do Poder Central.

Para tentar repartir o ônus da derrocada com o governo federal, muitos governadores e prefeitos procuraram atribuir seus problemas à concentração dos recursos dos pagadores de impostos nas mãos da União. De repente, eles passaram a usar a crise fiscal como justificativa para impulsionar a ideia de um novo pacto federativo, cujo objetivo seria alterar as fatias da arrecadação destinadas à União, aos Estados e aos municípios, além de reavaliar as tarefas que cabem a cada esfera de governo, de acordo com a Constituição. A rigor, porém, tudo isso não passa de uma encenação, própria da política pedestre praticada no Brasil. A insolvência de Estados e municípios tem mais a ver com a gestão inepta e a gastança irresponsável realizada nos últimos anos do que com a centralização dos recursos na área federal. Ainda assim, a peregrinação de prefeitos e governadores em Brasília tem o mérito de jogar os holofotes sobre os escombros da Federação brasileira e estimular o debate sobre a necessidade urgente de se adotar medidas para reformá-la e reforçá-la.

O domínio de Brasília

Hoje, a Federação praticamente só existe nas páginas da Constituição. Quase tudo que se queira fazer no País depende da chancela dos políticos e burocratas de Brasília. Apesar de Estados e municípios terem de custear a maior parte dos serviços básicos oferecidos à população, como educação, saúde, segurança e transportes, o grosso do dinheiro dos pagadores de impostos fica mesmo com a União. Segundo dados da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), a União abocanhou 55,6% do bolo tributário nacional em 2015, enquanto os Estados e os municípios ficaram com 25,1% e 19,3%, respectivamente. Ao mesmo tempo, os governos locais têm pouca autonomia para mexer na área tributária. A capacidade de legislar também está quase totalmente concentrada em Brasília. Só que a demanda pela melhoria da qualidade dos serviços públicos não para de crescer, pressionando prefeitos e governadores a ampliar os investimentos. “No Brasil, nós temos um federalismo centrífugo”, diz o jurista Célio Borja, ex-ministro da Justiça e ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). “Não é só a renda que se deve redistribuir, mas sobretudo a competência legislativa e administrativa, porque não é possível que os Estados e os municípios não posam legislar em matérias que lhes concerne.”

A atual situação é parecida com a que o País vivia nos tempos do regime militar, quando a política do “pires na mão” prevalecia e o governo federal arbitrava quem deveria receber os recursos a seu bel prazer. Na Constituição de 1988, procurou-se corrigir o problema, ao menos em parte, com a distribuição de uma fatia maior do bolo para os Estados e municípios. Mas a União manteve muitas de suas atribuições anteriores e ainda recebeu outras, como a de viabilizar o Estado de bem-estar social previsto na nova Carta. Resultado: para cobrir suas despesas, a União criou diversos tributos não partilhados, cujas alíquotas subiram de forma significativa ao longo dos anos.


A reconstrução do Brasil

Mais recentemente, nos governos Lula e Dilma, o problema se agravou, não só com o aumento da fatia da União na arrecadação, mas também com as desonerações fiscais e a concessão seletiva de incentivos e subsídios para certos setores da economia. Realizadas com impostos partilhados com os demais entes da Federação, sem a aprovação de governadores e prefeitos, elas drenaram recursos preciosos dos orçamentos e deixaram muitos Estados e municípios à beira do abismo. Estima-se que, com as desonerações, os Estados e os municípios tenham deixado de receber R$ 190,1 bilhões em impostos entre 2008 e 2012. “A União dava benefício fiscal com o dinheiro dos outros”, afirma o jurista Nelson Jobim, ex-ministro da Justiça e ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF).

Deve-se colocar na conta também, de acordo com o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), os R$ 345 bilhões que os Estados deixaram de receber da União como compensação pelas desonerações de produtos para exportação, desde a entrada em vigor da Lei Kandir, em 1996. No campo da saúde, as perdas são incalculáveis. A defasagem acumulada pela tabela do Sistema Único de Saúde (SUS), que serve de base para o reembolso de despesas de hospitais públicos e privados, atinge a maioria dos procedimentos. A conta mais pesada sobra para os Estados e municípios, encarregados de administrar a quase totalidade das unidades de saúde. Por fim, a União começou a criar pisos salariais nacionais por categoria profissional, como o dos professores, sem apontar de onde viriam recursos necessários para custear as benesses. “O Brasil tem de decidir se realmente é uma Federação ou se apenas exerce de forma descentralizada as políticas públicas decididas no Congresso”, diz o economista Paulo Guedes, presidente do conselho de administração da Bozano Investimentos.

Diante desse quadro, não é de estranhar que a ideia de transferir mais recursos para os governos locais, em especial para os municípios, onde os cidadãos moram e a vida acontece, tenha se tornado quase uma unanimidade nacional. Até o presidente Michel Temer já se mostrou favorável ao encaminhamento da questão no Congresso. Mas, devido às profundas implicações da medida, a negociação de um novo pacto federativo acaba travando apesar de receber o apoio verbal dos parlamentares. Nenhum político quer dar o seu aval a uma proposta que possa reduzir o volume de recursos disponível para a sua região de origem. Ainda mais no atual momento, de crise fiscal generalizada.

Em 2015, ainda no governo Dilma, o Congresso até tentou levar o assunto adiante, mas, em meio ao processo de impeachment e à troca de governo, ele acabou ficando para trás. Agora, a discussão está centrada na operação-hospital que Temer montou para socorrer os Estados em situação terminal e evitar que outros sigam a mesma trajetória. Não há nada realmente ambicioso relacionado à Federação em pauta no momento. “Isso é muito difícil. O José Serra, ministro de Relações Exteriores e senador licenciado, que foi o relator do capítulo tributário na Constituinte, me contou que foi a coisa mais difícil que ele já fez na vida”, afirma o diplomata Rubens Ricupero, ex-ministro da Fazenda e do Meio Ambiente. “As tensões são muito grandes, a possibilidade de avançar é pequena.”

Talvez, por isso, faltem propostas concretas para viabilizar o pacto. “Eu ainda não vi ninguém dizendo qual é o pacto federativo que se quer”, diz o ex-ministro Nelson Jobim. “O pacto federativo que, ao fim, está posto é o aumento de receita para Estados e municípios”. O problema é que, no momento, com a crise fiscal, não há perspectiva de a União abrir mão de receitas. “A União está quebrada e não tem condição de transferir mais recursos para Estados e municípios sem aumentar a carga tributária”, diz o economista Bernard Appy, ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda e diretor do Centro de Cidadania Fiscal (CCiF).

O economista José Roberto Afonso, pesquisador do Ibre, ligado à Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro, afirma que, hoje, é mais difícil aumentar a fatia dos Estados no bolo tributário do que a dos municípios. Os Estados, segundo Afonso, estão politicamente fracos e desunidos e economicamente fragilizados. O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que representa a maior parte das receitas estaduais, está se tornando um tributo obsoleto, com a desindustrialização e a “guerra fiscal”, centrada na redução tributária para atração de novos investimentos. Os municípios, ao contrário, estão organizados e mais fortes politicamente e com um enorme potencial para aumentar a cobrança de tributos próprios (serviços, imóveis, coleta de lixo, iluminação pública, espaço para construção). A União passou a fazer uma ligação direta com as cidades, criando uma realidade institucional que dificilmente será revertida.

Apesar de enfraquecidos, os Estados devem ser beneficiados com uma maior divisão das responsabilidades com a União e os municípios no campo de segurança pública. Hoje, os Estados contribuem com nada menos que 82,4% das despesas na área. “A concentração da segurança pública nos Estados não funcionou. Tanto não funcionou que se está usando perigosamente as Forças Armadas para suprir as carências existentes, o que não é bom, e criou-se essa Força Nacional, que é um negócio meio torto”, afirma Jobim. “Como faz, então? Deixa a segurança só com os Estados ou amplia-se a participação da União e dos municípios em termos de recursos? É uma questão que temos de analisar.” Para que a União, os Estados e os municípios não fiquem batendo cabeça, como na área de educação, talvez seja conveniente acertar desde logo quem vai fazer o quê.
Municípios
Evento busca orientar prefeitos sobre gestão dos recursos federais. Inscrições terminam dia 31

Administradores serão capacitados sobre medidas de aperfeiçoamento da gestão; de prevenção e combate à corrupção; e de incentivo à transparência
Itens relacionados 

Ministério da Transparência orienta prefeitos sobre correta aplicação dos recursos federais

O Encontro Município Transparente, promovido pelo Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU), recebeu, em pouco mais de uma semana, 1.646 inscrições. Bahia, Minas Gerais e Paraíba lideram o número de vagas preenchidas (acima de 80% em cada estado). O evento, que será realizado no dia 6 de fevereiro, busca orientar os prefeitos eleitos e reeleitos de todo país sobre a excelência na aplicação dos recursos federais.

O Encontro será conduzido pelas Controladorias Regionais da União nos 26 estados. O evento acontecerá em todas as capitais, com exceção de Aracaju (SE), que sediará no município de São Cristóvão. Os administradores serão capacitados sobre medidas de aperfeiçoamento da gestão; de prevenção e combate à corrupção; e de incentivo à transparência.

Os prefeitos e prefeitas interessados poderão se inscrever, no site do Ministério, até a próxima terça-feira (31). Ao acessar o formulário eletrônico, basta se cadastrar e escolher o local onde deseja participar, de acordo com sua logística de deslocamento e a capacidade dos auditórios.

Programação


O conteúdo programático inclui palestras sobre: gerência municipal; orçamento; controle da Administração Pública; licitações; responsabilização de servidores e entes privados; nomeação para cargos públicos; prestação de contas ao Tribunal de Contas da União (TCU); Portal da Transparência; Lei Anticorrupção; ouvidoria pública; entre outros temas.

Na ocasião, haverá o lançamento do Painel Municípios, um site que consolida dados produzidos e coletados pelo Ministério da Transparência, nos últimos cinco anos, sobre os 5.561 municípios brasileiros. O objetivo da página é apoiar a gestão dos prefeitos, além de estimular nos cidadãos o exercício do controle social. A ferramenta permitirá a consulta sobre: relatórios de auditoria e fiscalização; valor de transferências de recursos federais; convênios já celebrados com a União; denúncias e reclamações; operações especiais; e relação de empresas declaradas inidôneas.

Mais informações

Parcerias entre as instituições e a possibilidade de projetos comuns foram alguns dos temas discutidos na visita de cortesia do reitor da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte, Pedro Fernandes Ribeiro Neto, ao presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Expedito Ferreira, na tarde desta terça-feira (24).

O dirigente da instituição de ensino superior estava acompanhado do ex-reitor da entidade, Milton Marques, e docentes da UERN.

Dentre as propostas foi mencionada a realização de perícias em geral pela UERN para auxiliar o desenvolvimento de provas processuais (de modo semelhante ao convênio firmado entre TJRN e UFRN) e também atuação em conjunto entre os setores de conciliação do TJ e o núcleo de prática jurídica da Universidade Estadual.

Além disso, foi sugerida a ampliação de estágios e bolsas de estudos para os acadêmicos, experiência considerada bastante salutar à troca de experiências e serviços entre as duas instituições.
26102015_divulgacao_pesquisaA Confederação Nacional de Municípios (CNM) começou nova pesquisa na tarde desta terça-feira, 24 de janeiro, com os gestores municipais para levantar dados das Prefeituras neste início de mandato. Nos próximos dias, a entidade contatará os prefeitos e aplicará o questionário com perguntas sobre a gestão administrativa, fiscal e social. A expectativa da entidade é concluir o processo de levantamento dos dados até o final de fevereiro, e para isso conta com o apoio dos municipalistas.

Os mais de cinco mil prefeitos devem participar da Pesquisa Início de Mandato promovida pela Confederação. O presidente da entidade, Paulo Ziulkoski, recomenda que os gestores locais colaborem com o levantamento, e respondam às perguntas que visam a identificar as dificuldades neste início de gestão, principalmente em relação ao exercício fiscal. A partir dos resultados, a CNM pretende desenvolver estudos e elaborar orientações que venham ao encontro das necessidades comuns das Prefeituras.

A CNM reforça ainda que o tempo de preenchimento do questionário não deve ultrapassar mais do que 20 minutos. Grande parte das perguntas trazem duas opções de respostas, e poucas apresentam mais de uma opção a ser selecionada. A metodologia foi adotada para que haja celeridade nos contatos com os governantes municipais, e para que os dados sejam tabulados o mais breve possível, assim como a divulgação da pesquisa.

Mais informações sobre a pesquisa no atendimento@cnm.org.br
Doria entrega banheiros públicos e faz teste com três protótipos
'Estou aqui para tirar você do aperto' é o lema do programa que prevê instalação de banheiros automatizados e conectados à rede de esgoto (Foto: Divulgação)
 
Com o lema “Estou aqui para tirar você do aperto”, a gestão João Doria (PSDB) vai implantar um novo modelo de banheiro público feito de aço inox e com ar condicionado na capital. Os equipamentos serão automatizados e ligados à rede de esgoto da Sabesp.

Três protótipos doados à Prefeitura serão testados pela administração, que informou que vai escolher o melhor modelo para depois abrir uma licitação para expandir os equipamentos. Um dos banheiros, que está na Praça Dom José Gaspar, ao lado da biblioteca Mário de Andrade, foi vistoriado nesta terça-feira, 24, por Doria.

O “test drive” dos banheiros públicos começa nesta quarta-feira, 25, dia em que se comemora o aniversário de 463 anos da cidade.

Os novos banheiros deverão ser instalados em áreas públicas de grande circulação e fazem parte do programa Cidade Linda, uma das vitrines do tucano neste início de gestão. Os equipamentos em teste foram doados pelas empresas Peebox e JC Decaux.

A gestão Doria cogitou ainda colocar música ambiente nos banheiros, mas a ideia foi vetada por causa do receio de que os usuários demorassem muito para sair dos equipamentos. (AE)
A medida será implantada de forma escalonada. Primeiro, valerá para os boletos de maior valor e depois, para os de menor valor.

 
Boletos bancários que tenham passado da data de vencimento poderão ser pagos em qualquer banco a partir de março. A medida será implantada de forma escalonada. Primeiro, valerá para os boletos de maior valor. Depois, para os de menor valor, segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

A ação será possível devido a um novo sistema de liquidação e compensação para os boletos bancários criado pela Febraban em parceria com a rede bancária. O novo mecanismo deve ainda reduzir inconsistências de dados, evitar pagamento em duplicidade e permitir a identificação do CPF do pagador, facilitando o rastreamento de pagamentos e coibindo fraudes.

Segundo a Febraban, no país, são pagos cerca de 3,5 bilhões de boletos bancários de venda de produtos ou serviços. Todas as informações que obrigatoriamente devem constar no boleto (CPF ou CNPJ do emissor, data de vencimento, valor, nome e número do CPF ou CNPJ do pagador) vão continuar, além da permanência de um código de barras.

Quando o consumidor, seja pessoa física ou empresa, fizer o pagamento de um boleto vencido, será feita uma consulta ao novo sistema para checar as informações. “Se os dados do boleto que estiver sendo pago coincidirem com aqueles que constam no sistema, a operação é validada. Se houver divergência de informações, o pagamento do boleto não será autorizado e o consumidor poderá fazer o pagamento exclusivamente no banco que emitiu a cobrança, uma vez que essa instituição terá condições de fazer as checagens necessárias”, informou a Febraban.
Fonte: Nominuto
Um helicóptero da Polícia Rodoviária Federal auxilia na operação deflagrada nesta terça-feira.

Reprodução/GloboNews
Com o apoio do veículo blindado, a tropa de Choque invadiu um pavilhão de Alcaçuz na busca por armas e aparelhos celulares. Os policiais do Batalhão de Policiamento de Choque (BPChoque) entraram na manhã de hoje (24) na penitenciária estadual de Alcaçuz. O objetivo é realizar uma nova vistoria na tentativa de localizar armas e aparelhos celulares. A operação foi anunciada ontem pelo secretário de Segurança, Caio Bezerra.

Com o apoio do blindado da Polícia Militar, a tropa de Choque entrou no primeiro pavilhão por volta das 10h50. Os policiais utilizaram bombas de efeito moral para invadir o prédio. Um helicóptero da Polícia Rodoviária Federal (PRF) auxilia a operação, como parte do apoio oferecido pelo governo federal.

A ação também pretende garantir a conclusão da instalação dos contêineres que deverão separar as duas facções criminosas por um “muro”. O Sindicato do Crime do RN e o Primeiro Comando da Capital estão em guerra na disputa pelo controle do presídio desde o último dia 14, quando uma rebelião deixou pelo menos 26 mortos.
 Meteorologistas do estado registraram chuvas em outras regiões, além de Natal; causa seria Zona de Convergência Intertropical
Além de Natal, municípios das regiões Alto Oeste, Chapada do Apodi e Vale do Assú registraram chuvas durante o domingo (22). A previsão da Emparn é que as precipitações, tanto no litoral quanto em parte do interior continuem durante as próximas 48 horas.

Segundo Gilmar Bistrot, meteorologista da Emparn, as chuvas no fim de semana foram causadas por uma Zona de Convergência Intertropical, atuando em convergência com um sistema de vórtice ciclônico de ar superior.

A Emparn considera ser ainda cedo para prever se as chuvas vão continuar, mas diz que o momento é importante para a agricultura e para amenizar os efeitos da seca. “É importante para o agricultor pois a zona de convergência está ancorada na região nordeste, mas precisamos analisar o comportamento dessa zona, se ele permanecerá pelos próximos dias”, disse Gilmar à Tribuna do Norte.
 
Fonte: RN Agora

A gravação de áudio do avião em que voava o ministro Teori Zavascki (Supremo Tribunal Federal) indica, segundo peritos da Aeronáutica, que não houve relato de problemas na aeronave antes da queda em Paraty.

Segundo a Folha apurou, os registros da cabine do avião King Air teriam captado diálogos do piloto Osmar Rodrigues com outros pilotos que voavam pela região.

Em uma conversa, de acordo com informações obtidas pela reportagem, o piloto diz que vai esperar a chuva diminuir antes de pousar. Pouco depois, a gravação teria sido interrompida, segundo análises preliminares.

Na avaliação de técnicos do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), o teor aponta, em caráter preliminar, que o piloto pode ter perdido o controle da aeronave, levando-a ao choque com a água. O áudio não explica exatamente o que ocorreu – a investigação depende também de outros fatores para que a causa da queda seja esclarecida.

A Aeronáutica confirmou na noite desta segunda (23) que os técnicos conseguiram acessar material arquivado no gravador de voz da cabine do avião que se acidentou na última quinta-feira (19), matando o ministro do STF Teori Zavascki.

O conteúdo da gravação não foi divulgado –a Justiça Federal decretou sigilo sobre as investigações.

FOLHAPRESS
Na tarde da última sexta (20), o SINSP e as demais entidades sindicais que representam o Fórum de Servidores Estaduais (SINSP, SINDASP, SINDIFERN, SINPOL, SINAI, SINDESAÚDE, ABM, ADEPOL, ASSESP, ADUERN, ASSOFME, ASSPMBM) estiveram reunidos para traçar ações de enfrentamento ao atraso de pagamento dos servidores e a falta de compromisso do Governo do Estado com os trabalhadores. Desde o ano passado, os servidores do Estado dialogam e buscam soluções que contribuam para o reestabelecimento da saúde financeira do Estado. Papel que é do Governo. Mas diante da atual crise financeira do Brasil, os sindicatos decidiram se unir e colaborar de maneira construtiva, mas infelizmente o Governo não está respondendo às ações proativas dos sindicatos, pois nem um calendário de pagamento é apresentado e os trabalhadores continuam com salários atrasados, sem previsão de regularização.



Na reunião os sindicatos aprovaram a realização do ato público unificado no dia 01 de fevereiro, às 10 horas, em frente à Governadoria, com assembleia onde vai ser votado um indicativo de paralisação geral do Estado por 24 horas, no dia 15 de fevereiro, no caso de o Executivo não tomar medidas para regularização do calendário de pagamento.
Outra determinação foi protocolar uma solicitação de audiência com o Governador do Estado para tratar da regularização do pagamento dos servidores do Executivo, nos termos do art. 28 da Constituição do Estado que determina o pagamento dos servidores sempre no trigésimo dia de cada mês.

O SINSP reforça para sua categoria o compromisso e a disposição para lutar pela regularização do pagamento dos servidores, os números mostram o aumento da arrecadação do Estado e estes valores não tiveram nenhum efeito sobre os servidores que amargam mais de um ano de atrasos no salário. O que reforça a falta de compromisso e de prioridade deste Governo com os servidores e com o serviço público.

O SINSP convoca toda a categoria à cruzar os braços e ser fazer presente no dia 01 de fevereiro às 10h da manhã em frente a Governadoria. Vamos mostrar ao Governador que não estamos nenhum pouco satisfeitos ou acomodados diante desta situação. Vamos à luta!

União dos vereadores do Brasil (UVA) fará encontro nacional no Rio Grande do Norte.

Organização trabalha para realizá-lo em Natal.

Programação sendo aprontada para ser encetada em março próximo.

Se o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Sindicato do RN deixarem, claro.
 A segurança interna da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, maior unidade penal do Rio Grande do Norte e que vive uma crise iniciada no dia 14, quando 26 presos foram mortos durante confronto entre facções que controlam o presídio, será reforçada por 70 agentes penitenciários federais.

A informação foi confirmada pelo Governo do Estado. Os homens fazem parte da Força de Intervenção Penitenciária (FIP) e devem chegar ao Rio Grande do Norte nesta terça-feira (24).

Com a chegada desses homens, o objetivo das forças de segurança é intervir em Alcaçuz e retomar o controle de todos os pavilhões da unidade.

O RN já conta com o apoio de tropas militares federais, que chegaram ao estado na semana passada para auxiliar o policiamento ostensivo nas ruas da capital, possibilitando que a Polícia Militar desse atenção maior ao entorno dos presídios
 
Fonte: O Globo
23012017_atendimento_farmciaUma capacitação que pretende qualificar e aperfeiçoar os conhecimentos de profissionais que atuam diretamente nas cidades brasileiras. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) lembra que estão abertas as inscrições para um curso voltado aos farmacêuticos que atuam na Atenção Básica e Primária de Saúde. O treinamento pretende oferecer mais informações acadêmicas e práticas profissionais para aprimorar a gestão e o cuidado de pacientes usuários de medicamentos.
A CNM reforça que os farmacêuticos da Atenção Primária à Saúde atuam diretamente nos Municípios e aconselha a participação no curso. Por meio dessa qualificação, os profissionais devem estar aptos a desempenhar com maior competência as ações de gestão e de cuidado, bem como melhorar as atividades de gestão.
O farmacêutico que participar do curso ainda poderá auxiliar na escolha dos medicamentos padronizando a lista, programar quantidades adequadas para não sobrar nem faltar, organizar a distribuição entre as farmácias do Município e avaliar se estão bem armazenados.
MelhoriasA CNM lembra que até agora mais de 500 farmacêuticos já participaram do curso de aperfeiçoamento. A entidade reitera que a qualificação vai contribuir para a melhoria no atendimento da população, treinar outros profissionais no auxílio em suas tarefas e inseri-los na equipe multiprofissional de saúde, como o Núcleo de Apoio ao Programa Estratégia Saúde da Família.
Com isso, a expectativa é de que a economia do Município seja significativa, pois terá os medicamentos certos, na quantidade certa, no lugar certo e com a orientação do seu uso correta, o que vai evitar erros e desperdícios.
EtapasO curso é constituído de cinco módulos, onde o aluno conhece o avatar da “farmacêutica Carmen”. Depois, ele vai discutir e a auxiliar a resolver os problemas diários que todos os farmacêuticos enfrentam em suas atividades.
Essa é a quinta edição da capacitação. O curso é uma parceria do Ministério da Saúde e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Mais informações e inscrições consulte aqui
Começa nesta terça-feira (24) o prazo de inscrição dos estudantes que se submeteram ao ENEM/SISU. A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) oferece 2.022 vagas. A nota de corte (caráter eliminatório) é de 300 pontos e a redação, 500 pontos.

Já a nota de corte para as disciplinas não-específicas é de 200 pontos. O peso das provas (caráter classificatório) é de 3 para as disciplinas específicas e para a redação; e peso 1 para as disciplinas não-específicas.

Cota Social

Em cumprimento à Lei Estadual nº. 8.258, de 27 de dezembro de 2002, que trata da reserva social de vagas, no mínimo 50% das vagas iniciais distribuídas por campus, curso, habilitação, turno e semestre letivo da UERN são destinadas a candidatos que tenham cursado o ensino fundamental e médio, integral e exclusivamente, em escola pública (municipal, estadual ou federal), devendo as demais vagas ser preenchidas em obediência à classificação geral dos candidatos, independente da rede de ensino de origem.

Cota para pessoas com deficiência

Em cumprimento à Lei Estadual nº 9.696, de 25 de fevereiro de 2013, que trata da reserva de vagas para pessoas com deficiência, 5% (cinco por cento) das vagas iniciais distribuídas por campus, curso, habilitação, turno e semestre letivo da UERN são destinadas a candidatos, exclusivamente, com deficiência comprovada por profissional cadastrado pelo Sistema Único de Saúde – SUS.

Acesse o Edital com as normas para ocupação de vagas AQUI.

Uma briga fez com que o comerciante Rodrigo Silva, de 38 anos, não estivesse a bordo do bimotor PR-SOM que caiu em Paraty, litoral do Rio de Janeiro, na última quinta-feira. Entre as vítimas do trágico acidente estava a sua namorada, Maíra Panas, a mãe dela, Maria Hilda, o ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), o empresário Carlos Alberto Filgueiras (dono do avião) e o piloto Osmar Rodrigues.

Incomodado com os boatos maldosos que circularam nas redes sociais de que Maíra fosse acompanhante de luxo, Silva disse a VEJA que ele também havia sido convidado para a viagem. E que só não foi porque se desentendera com Maíra dias antes. “Uma briga salvou a minha vida. Fizemos um ano de namoro na semana da morte dela”.

Um dia antes do acidente aéreo, Maíra escreveu uma carta (veja abaixo) de reconciliação para Rodrigo, que havia saído de casa por causa das discussões. Quando soube das primeiras informações de que ela poderia estar no avião, ele começou a ligar para o celular dela. Depois, correu para o apartamento e encontrou a carta em cima da mesa da sala. “Para lembrarmos daqui alguns meses. Para sempre eu e você. Na tristeza, nos pesares, nas alegrias ou conquistas, precisamos nos lembrar mais, mandar cartas como fazíamos antigamente. Bem vindo à nossa casa, nosso lar, hoje 18/1/201…, é só nosso começo, lindo meu”, dizia o texto.

Rodrigo e Maíra moravam juntos há um ano na Vila Mariana, em São Paulo, e tinham planos de montar uma clínica de massoterapia — ela estava no segundo semestre do curso de fisioterapia. Nos últimos meses, ela conciliava a faculdade com aula de dança para crianças, a venda de sucos detox e as massagens. Atendia a maioria dos clientes em uma sala alugada pelo casal, mas também fazia atendimentos particulares, como no caso de Filgueiras, dono do luxuoso Hotel Emiliano. Segundo Rodrigo, Maíra havia sido a única que conseguira tirar a dor na coluna do empresário.

Veja
O último levantamento da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) mostra que nas primeiras semanas de 2017, 43 municípios decretaram Calamidade Financeira.

Segundo a entidade, destes, três são do Rio Grande do Norte, 14 do Rio de Janeiro, 11 de Minas Gerais, quatro da Paraíba, quatro de São Paulo, três no Ceará, dois em Santa Catarina, um no Pará e um no Rio Grande do Sul.

Além desses outros 5 municípios do Ceará apresentaram decretos de calamidade financeira, mas os documentos não precisaram a data de sua publicação, são eles: Canindé (CE), Madalena (CE), Boa Viagem (CE), Senador Pompeu (CE) e Milhã (CE).

Foto: Reprodução


As cidades do RN que decretaram a calamidade financeira são Monte das Gameleiras, Parazinho e Serra de São Bento.

Em geral as justificativas dos municípios recaem sobre o desequilíbrio entre receitas e despesas, as dificuldades de pagamento de pessoal e o fornecimento de serviços essenciais com saúde e educação. Os novos gestores se depararam com grandes dificuldades e o decreto ainda, reconhece que as cidades não possuem recursos para honrar com suas principais e essências despesas.

Ressalva-se ainda, que esse número tem aumentado dia após dia.

Fonte: Jornal de Fato, Mossoró/RN.

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