Foto: Divulgação/ SESAP

O Rio Grande do Norte lançou um plano para reduzir as filas de cirurgias eletivas no estado, com a disponibilização de R$ 10 milhões para realizar mais de oito mil procedimentos em mais de 50 hospitais. A proposta foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) na sexta-feira (31) e aguarda aprovação do Ministério da Saúde e faz parte do Programa Nacional de Redução das Filas de Cirurgias Eletivas, Exames Complementares e Consultas Especializadas.

O plano foi desenvolvido pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) em conjunto com o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Rio Grande do Norte (Cosems-RN), e aprovado pela Comissão Intergestores Bipartite-RN (CIB). Serão realizados 8.195 procedimentos cirúrgicos de 20 tipos diferentes, baseados nas demandas apresentadas. Todo o processo será coordenado e monitorado pela Sesap, através do sistema Regula Cirurgias.

As cirurgias serão realizadas em mais de 50 hospitais das redes estadual, municipal, privada e filantrópica em 23 municípios de todas as regiões do RN. De acordo com a deliberação da CIB, 75% dos recursos serão destinados para procedimentos em adultos, 20% para facoemulsificação (tratamento de catarata) e 5% para procedimentos pediátricos.

O desempenho dos hospitais será monitorado por três meses. Caso não cumpram o número de cirurgias propostas, serão alertados nos dois primeiros meses e excluídos do plano no terceiro mês de descumprimento, com a realocação da verba para outros hospitais.

Portal da Tropical


O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) lançou um Guia de Perguntas e Respostas sobre o processo de escolha unificado para os membros dos Conselhos Tutelares-2023. O intuito é auxiliar os promotores de Justiça que atuam com a temática da infância e juventude. A eleição, nacional unificada, ocorrerá em outubro de 2023.

Diante deste processo, o MPRN, por meio do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça de Defesa da Infância e Juventude (Caopij), viu uma oportunidade para reunir em documento único, de fácil consulta, as principais orientações em relação à atribuição fiscalizatória do Ministério Público.

O guia, disponibilizado em formato de e-book, traz perguntas e respostas referentes aos principais temas que dizem respeito ao processo de escolha e modelos de peças para subsidiar a atuação ministerial. Além disso, ainda agrega outros materiais, como o Guia de Atuação do Ministério Público na Fiscalização do Processo de Escolha do Conselho Tutelar, do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).

Clique aqui para acessar o guia.


Suspeitas causaram um prejuízo aproximado de R$ 262 mil ao INSS. Foto: Polícia Federal

A Policial Federal deflagrou na manhã desta sexta-feira (31), a Operação Viúvas Fake com o objetivo de desarticular fraudes contra a Previdência Social no Rio Grande do Norte. As investigações, desenvolvidas no âmbito da Força-Tarefa Previdenciária no Estado, tiveram início a partir de uma apuração de fraude em benefício de pensão por morte auferido por suposta viúva, havendo ainda a notícia de que a envolvida seria agenciadora de aposentadorias indevidas mediante utilização de testemunhas e documentos falsos. 

Oito policiais federais e dois servidores da Coordenação de Inteligência Previdenciária – COINP do Ministério da Previdência Social – MPS, cumprem dois mandados judiciais de busca e apreensão nas cidades de Natal e Nova Cruz/RN, expedidos pela 14ª Vara Federal/RN.

Ainda durante os levantamentos, a Delegacia de Repressão a Crimes Previdenciários da Polícia Federal – DELEPREV e o Núcleo Regional de Inteligência Previdenciária no RN – NUINP, conseguiram comprovar que uma irmã da suspeita igualmente se passava por viúva de beneficiário falecido e, além de auferir irregularmente pensão por morte, também recebia uma aposentadoria por idade, ambas obtidas de modo fraudulento.

A maneira de agir das mulheres investigadas consistia em simular união estável com homens falecidos que não apresentassem dependentes aptos ao recebimento de pensão, observando-se, inclusive, que uma delas conseguiu, mediante uso de escritura de doação inidônea, apropriar-se de bem imóvel de um dos finados beneficiários da Previdência.

De acordo com o cálculo referente aos benefícios identificados, as irmãs suspeitas causaram um prejuízo aproximado de R$ 262 mil ao INSS, mas a desarticulação da fraude proporcionou uma economia da ordem de R$ 1,5 milhão, valores esses que seriam pagos futuramente aos beneficiários, caso o esquema não tivesse sido detectado. 

Esse cálculo leva em conta a expectativa de sobrevida dos titulares, a partir das tabelas de mortalidade do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O nome da Operação é uma alusão ao fato de ser inverídica a condição de dependente das titulares das pensões por morte, concedidas de modo fraudulento, mediante utilização de documentos e testemunhos falsos.

Tribuna do Norte

 Foto: Sergio Lima/Poder 360

A CGE (Corregedoria Geral Eleitoral) do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) lançou serviço de pagamento de multa eleitoral com baixa automática do débito. Desde 24 de março, eleitoras e eleitores que deixaram de votar e não justificaram a ausência às urnas podem sanar o débito e expedir a quitação eleitoral em poucos minutos.

Com o registro automático da transação, a certidão de quitação poderá ser feita de forma imediata se o pagamento for feito via Pix. Pela GRU (Guia de Recolhimento da União), será necessário aguardar o prazo da compensação bancária. Tudo sem precisar ir ao cartório.

Com o sistema, assim que o eleitor pagar a guia da multa eleitoral na instituição bancária, a informação seguirá automaticamente para a Justiça Eleitoral.

Dessa forma, além de possibilitar que esse tipo de pendência seja resolvido sem sair de casa, a novidade proporcionará menor gasto com o uso de papéis, bem como reduzirá a necessidade de espaço físico para arquivamento de comprovantes e de emprego de força de trabalho extra para ajuste da situação no cadastro do eleitor.

NÚMEROS

De 24 de março até as 12h de 2ª feira (27.mar.2023), 53% do total dos pagamentos foram baixados de forma automática. Antes do sistema, o cartório era completamente responsável por essa demanda. Agora, a CGE-TSE resolve mais da metade das solicitações, inclusive do eleitorado que se ausentou às urnas nas últimas eleições.

Nas primeiras 24 horas de funcionamento, 11.551 multas haviam sido baixadas automaticamente, o que beneficiou um total de 6.959 eleitoras e eleitores. Em quase 96 horas, aproximadamente 25.800 ausências às urnas já haviam sido regularizadas.

É importante destacar que, nos casos como os que demandem análise judicial, o eleitor terá de aguardar para saber se o débito poderá ser resolvido automaticamente ou só de maneira manual.

REQUISITOS

A baixa automática se aplica exclusivamente às multas por ausência às urnas devidas por eleitora ou eleitor em situação regular. Assim, a pessoa não pode ter faltado à convocação para ser mesário e não pode estar com título cancelado, ou seja, a inscrição eleitoral deve estar na situação “regular”.

Se houver mais de uma pendência por ausência às urnas no perfil, é necessário que o pagamento seja feito integralmente, de uma só vez, devendo corresponder ao valor exato do débito. O pagamento com valor maior ou parcial não receberá a automatização, mesmo que a soma efetue a quitação de todo o montante devido.

Para consultar os débitos eleitorais pendentes, basta acessar a área de Quitação de multas no Portal do TSE ou o Autoatendimento Eleitoral.

O portal possibilita a emissão da Guia de Recolhimento da União (GRU) gratuitamente para a quitação de multas eleitorais.

O eleitor não precisa comprovar a remissão do débito no cartório, pois a comprovação do pagamento se dará de forma automática, por meio do Sistema Elo, em até 48 horas após o recolhimento, o tempo de compensação de um boleto na rede bancária. E, se o pagamento for feito com Pix ou cartão de crédito, a quitação se dará de forma automática, em alguns segundos.

Agilidade

O serviço já foi utilizado por eleitores inclusive no exterior. Em um dos casos, via Autoatendimento Eleitoral, uma eleitora obteve a certidão de quitação pela internet mediante um procedimento integralmente automatizado e ágil, com a quitação da multa e a emissão da certidão em minutos. Acompanhe a cronologia da demanda da eleitora no dia 24 de março de 2023:

  • 00:01:16 – emissão da multa via Título Net;
  • 00:24:54 – pagamento da multa via Pix;
  • 00:24:57 – inclusão automática do pagamento da multa;
  • 00:27:58 – emissão da certidão de quitação na internet.

Poder 360


Didito Sales é de uma família tradicional de Olho D'água do Borges e faleceu aos 72 anos na madrugada de hoje, vítima de câncer, o qual se submeteu a vários tratamentos,  mas infelizmente foi vencido pela doença.

Didito foi sempre um homem amigo e trabalhador, bom pai e bom filho,  e muito bem casado com a Professora Maria José de Sales.

O falecido deixa os seguintes filhos: Laédna Dias de Sales, Laíse Dias Sales,  Laert Dias de Sales e Laênio Dias de Sales.

Vá com Deus amigo Didito, do qual desfrutei amizade.

Força à Família enlutada e os Pêsames do Blog  pela perda irreparável.


Quatro vezes Prefeito de Natal, Carlos Eduardo (PDT) lidera a corrida pelo cargo em 2024, de acordo com a Pesquisa Consult/Tribuna do Norte divulgada nesta sexta-feira (31).

A pesquisa ouviu 800 eleitores entre os dias 8 e 11 de março, com margem de erro de 3,4%, e índice de com confiabilidade de 95%.
Cenário 1
Carlos Eduardo (PDT) – 26,75%
Natália Bonavides (PT) – 17%
Styvenson Valentim (Podemos) – 12%
Paulinho Freire (União Brasil) – 7,50%
Rafael Motta (PSB) – 3,88%
Bruno Giovanni BG (Sem partido) – 3,88%
Robério Paulino (PSOL) – 0,63%
Kleber Fernandes (PSDB) – 0,50%
Nenhum – 9,50%
Não Sabe – 18,38%

Cenário 2
Carlos Eduardo (PDT) – 31,38%
Natália Bonavides (PT) – 18,38%
Paulinho Freire (União Brasil) – 10,25%
Rafael Motta (PSB) – 6,50%
Nenhum – 13,63%
Não Sabe – 19,88%

Cenário 3
Carlos Eduardo (PDT) – 33,88%
Natália Bonavides (PT) – 19,63%
Paulinho Freire (União Brasil) – 11,38%
Nenhum – 15%
Não Sabe – 20,13%Cenário 4
Natália Bonavides (PT) – 21,38%
Paulinho Freire (União Brasil) – 20,25%
Rafael Motta (PSB) – 10,75%
Nenhum – 20,25%
Não Sabe – 27,38%

Rejeição
Natália Bonavides (PT) – 23,3%
Styvenson Valentim (Podemos) – 21,8%
Carlos Eduardo (PDT) – 15,6%
Rafael Motta (PSB) – 9,4%
Paulinho Freire (União Brasil) – 8,4%
BG (Sem partido) – 6,8%
Robério Paulino (PSOL) – 6,4%
Kleber Fernandes (PSDB) – 4,9%
Nenhum – 5,3%
Não Sabe – 24,4%
Todos – 8,3%


Lula foi eleito para devolver a civilidade ao Governo (Foto: Ricardo 

O principal motivo para quem votou em Lula em outubro foi tirar Jair Bolsonaro do poder. Ninguém aguentava mais um fascista que celebrava a morte dia sim, dia também. Ninguém suportava um presidente eleito democraticamente que flertava diariamente com o golpismo e apequenava a função de presidente.

O Brasil estava no abismo sob o comando de um ignorante que não tinha visão de país e entregou a economia a um liberal com a cabeça presa nos anos 1980 como Paulo Guedes.

A bagunça institucional em que fomos enfiados levará anos para ser superada desde que tenhamos uma sucessão de presidentes comprometidos com o Estado Democrático de Direito.

Só isso já seria suficiente para não existir motivos para não se arrepender de ter feito o “L” e garantir a posse do governo Lula III, que completa três meses hoje.

A democracia derrotou o golpismo em 8 de janeiro; as Forças Armadas estão sendo devolvidas as suas funções; a crise do Ianomamis teve uma resposta humanitária; o Brasil está recuperando terreno na política internacional; voltamos temas relevantes como taxa de juros, desigualdade social e reformas como a tributária; o Bolsa Família está sendo reestruturado; o Programa Mais Médicos está de volta; a libertação do PPI no preços dos combustíveis está no horizonte; o Minha Casa, Minha Vida está revigorado.

Não faltam motivos para termos certeza de que fazer o “L” era a melhor opção a não ser que você preferisse que continuássemos acumulando tragédias humanitárias e a volta de fascista ao poder.

Aos poucos estamos sentindo o gostinho de ter um governo que busca ser previsível e estável, focado no desenvolvimento.

Sim. Lula fala umas besteiras de vez em quando, mas é num volume infinitamente menor que o antecessor. Aliás, políticos falam besteira. O anormal era o volume e o tipo de besteira que Bolsonaro fala.

Lula tem umas alianças ruins para ter maioria no Congresso Nacional.

Também escolheu uns ministros toscos, mas por outro lado temos gente brilhante como Flávio Dino na justiça, Fernando Haddad na fazenda, Simone Tebet no planejamento, Sílvio de Almeida nos direitos humanos e tantos outros.

Mas reflita. Diante do que tínhamos não há motivos para arrependimento do “L” feito.

Cobrar é necessário e vamos seguir cobrando, mas está bem melhor do que aquele ambiente carregado dos últimos quatro anos.

O ministro Benedito Gonçalves, corregedor-geral da Justiça Eleitoral, acaba de declarar encerrada a instrução da principal ação que corre contra o ex-presidente Jair Bolsonaro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A ação investiga a reunião que Bolsonaro teve com embaixadores estrangeiros no Palácio da Alvorada no dia 18 de julho, quando atacou as urnas eletrônicas e criticou ministros do STF. O ex-presidente é acusado de prática de abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação.
No despacho de hoje, o ministro Gonçalves estabelece o prazo de dois dias para que as partes — a defesa de Bolsonaro e o impetrante da ação, o PDT — apresentem suas alegações finais. Bolsonaro é defendido pelo advogado Tarcísio Vieira de Carvalho Neto. Já o advogado que representa o PDT é Walber de Moura Agra. Depois da apresentação das alegações finais pelas partes, o Ministério Público terá outros dois dias para apresentar suas considerações. Feito isso, o ministro Gonçalves pode preparar seu voto para ser submetido ao plenário.

Isso significa que, em tese, o julgamento capaz de tornar Bolsonaro inelegível pode ocorrer na segunda semana de abril, logo depois do feriado da Semana Santa.

Fonte: Portal Grande Ponto


O Congresso Nacional vai instalar na próxima terça-feira (4) uma comissão mista para analisar a primeira medida provisória editada no terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A MP 1.154/2023 foi publicada em 1° de janeiro e trata da organização dos ministérios e de órgãos da Presidência da República.

A instalação da comissão ocorrerá em meio à disputa entre o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que também exerce o comando do Congresso, e o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL) sobre a retomada do trabalho dos colegiados que analisam as medidas antes da votação em plenário.

Em março de 2020, no auge da pandemia de covid-19, um ato conjunto da Câmara e do Senado flexibilizou as regras de tramitação das medidas provisórias, que passaram a ser votadas diretamente pelos plenários da Câmara e do Senado e deixaram de passar pelas comissões, integradas por 13 deputados e 13 senadores.

Na semana passada, Pacheco realizou uma reunião de líderes no Senado e decidiu que as comissões mistas serão retomadas para analisar as MPs enviadas pelo governo. Segundo o presidente, a regra está prevista na Constituição.

Por outro lado, Arthur Lira defende as comissões tenham proporção maior de deputados em relação aos senadores, como ocorre em outras comissões. Contudo, a proposta não foi aceita pelos líderes no Senado.

O assunto também foi judicializado no Supremo Tribunal Federal (STF) por meio de um mandado de segurança protocolado pelo senador Alessandro Vieira (PSDB-SE) contra o presidente da Câmara. Segundo o parlamentar, a manutenção do modelo de votação direta pelo plenário dá poderes extraordinários a Lira, que, segundo Vieira, pode definir os relatores das MPs e o envio da matéria ao Senado às vésperas do prazo de caducidade.

Além da MP sobre a reorganização da Esplanada no governo Lula, medidas que tratam de reoneração dos combustíveis e do novo Bolsa Família foram enviadas ao Congresso.
MPs

As medidas provisórias (MPs) são normas com força de lei, enviadas pelo presidente da República para análise do Congresso Nacional. A regra é que a MP seja editada em situações de relevância e urgência. Assim que é editada, a MP já produz efeito jurídico imediato. Mas, para se converter em lei precisa ser aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado. O prazo de vigência da MP é de 60 dias, prorrogados automaticamente por igual período se a votação no Congresso não tiver sido concluída.

Edição: Claudia Felczak
Agência Brasil


Entidades médicas querem revalidação de diplomas obtidos no exterior

Com 6 mil vagas anunciadas esta semana para o primeiro edital, o programa Mais Médicos aposta em novos incentivos para atrair profissionais brasileiros e ampliar o acesso ao atendimento em saúde no país, principalmente nas regiões de extrema pobreza e vazios assistenciais.

Para especialistas ouvidos pela Agência Brasil, o programa é uma alternativa importante para que populações pobres e de áreas remotas tenham acesso garantido à saúde. Entidades médicas, entretanto, criticam a possível contratação de profissionais brasileiros formados no exterior e de estrangeiros sem a revalidação de diplomas.

Ao todo, 16 mil vagas serão abertas até o final deste ano para profissionais que serão responsáveis pela atenção primária em milhares de cidades brasileiras. As outras 10 mil oportunidades serão custeadas pelos municípios, mas garantirão às prefeituras menor custo, viabilização das contratações, maior agilidade na reposição do profissional e permanência nessas localidades.

Para tentar garantir a permanência do profissional em pequenos municípios, o governo pagará um incentivo de fixação que pode chegar a R$ 120 mil para o médico que ficar por quatro anos em áreas vulneráveis.

Na avaliação do médico Deivisson Vianna, um dos vice-presidentes da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), sistemas de saúde de todo o mundo têm políticas para garantir a presença de médicos em áreas remotas.

“Se existem rincões que não contam com atendimento médico, todos os sistemas nacionais de saúde do mundo que se prezem têm políticas de garantir o provimento de vagas nessas regiões. Países como Canadá e Inglaterra também têm política de incentivo para médicos estrangeiros para garantir atenção à saúde, caso o médico local não queira ir. Porque é isso [garantir atenção à saúde] que importa”, disse.

“Se houver lugares que os brasileiros não queiram ir, qual o problema de a gente estimular a ida de médicos com diploma feito fora do país, mas com a supervisão dos profissionais supervisores do Mais Médicos? Tem isso que pouca gente sabe: o programa tem toda uma rede de apoio das universidades. O profissional não fica solto.”

De acordo com o edital, podem participar profissionais brasileiros e intercambistas, brasileiros formados no exterior ou estrangeiros, que continuarão atuando com Registro do Ministério da Saúde (RMS). Os médicos brasileiros formados no Brasil têm preferência na seleção.

“[Nessa edição do programa] não foi necessário fazer acordo com Cuba, por exemplo. O número de médicos estrangeiros vai ser menor. Neste relançamento, ficamos contentes porque se ampliou o tempo do programa e dá bastante benefícios para o médico se fixar em locais de difícil provimento”, avaliou Vianna.

No atual formato, o tempo de participação no programa passa a ser de quatro anos, prorrogável por igual período, quando o médico poderá fazer especialização e mestrado. A bolsa é de R$ 12,8 mil, mais auxílio-moradia. Os brasileiros e estrangeiros formados no exterior que participarem do programa terão desconto de 50% na prova de revalidação do diploma, o Revalida, realizada pelo Ministério da Educação. Na última edição do Revalida, o valor da taxa de inscrição foi de R$ 410.

Levantamento feito pelo Ministério da Saúde aponta que 41% dos participantes do programa desistem de atuar nos locais mais remotos para irem em busca de capacitação e qualificação. Como incentivo, eles receberão adicional de 10% a 20% da soma total das bolsas de todo o período de permanência no programa, a depender da vulnerabilidade do município.
Diplomas

Entidades médicas consideram fundamental que profissionais com diplomas emitidos no exterior tenham seus conhecimentos revalidados no país - o que não é exigido atualmente pelo Ministério da Saúde no âmbito do programa.

Em entrevista à Agência Brasil, o presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), César Eduardo Fernandes, admite que há áreas no país conhecidas como vazios assistenciais, onde o provimento de médicos é insuficiente. Ele acredita, entretanto, que o problema não se resolve por meio do envio de profissionais a esses locais, mas com atenção também à segurança e ao ambiente de trabalho.

“Faltam condições mínimas para a qualidade de vida do profissional e de sua família. Ele não se vê atraído [por aquela localidade]. Não se trata de questões salariais meramente. Claro que isso importa. Mas importam também as condições de trabalho oferecidas. Não adianta só mandar o médico com um estetoscópio no pescoço. Ele tem que estar acompanhado de uma equipe. Médico não exerce medicina sozinho.”

Fernandes afirma que não é possível aceitar médicos sem que competências e habilidades estejam comprovadas. “Trazer médicos ao Brasil, sejam eles brasileiros formados no exterior ou de outras nacionalidades, sem comprovar suas competências não dá. Eles precisam revalidar seus diplomas. Sem isso, me parece uma temeridade. Ainda que fiquem sob a guarda de um programa educacional. Não podemos fugir desse debate.”

Por meio de nota, o Conselho Federal de Medicina (CFM) também criticou o novo formato do Mais Médicos. “Programas de alocação de profissionais em áreas de difícil provimento devem observar essa exigência legal [da revalidação do diploma] para reduzir os riscos de exposição da população a pessoas com formação inconsistente”. A entidade defende que uma melhor distribuição de profissionais pelo país depende de remuneração adequada e programas de educação continuada.

“O conselho entende que há necessidade de estímulos à adesão dos médicos graduados no Brasil para atuação em locais remotos. No entanto, não é admissível o fato de essa medida permitir que portadores de diplomas de medicina obtidos no exterior sem a devida revalidação atuem no país”, destacou a nota. “Entendemos que essa atenção deve ser de qualidade para que o paciente não seja exposto aos riscos da insegurança ineficácia.”
Registro do Ministério da Saúde

Professor do Departamento de Política, Gestão e Saúde da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), Fernando Aith ressalta que os médicos do programa com diploma de outros países recebem uma certificação para atuar no Mais Médicos.

"Esses profissionais estão com o registro válido no Brasil, só não é o registro do Conselho Federal de Medicina [CFM]. Será um registro do Ministério da Saúde, que atesta uma qualidade de proficiência mínima desses profissionais. Vale dizer que não há risco à população na atual modalidade. O Revalida tem sua importância para validar diplomas obtidos fora do país, mas ele é muito criticado pelo excesso no exame", afirma.

Em entrevista à Agência Brasil, Aith afirmou que há uma contradição na exigência, por parte do CFM, de uma avaliação para revalidação de diplomas de outros países sem a obrigatoriedade de exames para médicos formados no Brasil.

"O médico que se forma no país não precisa de nenhum tipo de prova para começar a exercer sua profissão e a gente sabe que existem muitas universidades com qualidades duvidosas no país", acrescenta.

A supervisão do programa é, segundo o especialista, uma das condições que permitem o exercício de médicos sem o Revalida ou de profissionais estrangeiros em vazios assistenciais.

"O programa foi estruturado de uma maneira que permite, por meio de supervisores, a identificação de um eventual médico que não é bem formado, seja para qualificá-lo melhor, seja para excluí-lo do programa em tempo hábil antes de causar maiores danos a população", diz.

Para o professor, o programa terá um papel fundamental de mapear as condições de trabalho dos profissionais. Por outro lado, este não pode ser apontado como motivo para que médicos não atuem em regiões periféricas. "Esses médicos vão ter condições mais precárias do que a dos grandes centros, mas não é que faltem condições mínimas. Primeiro, existe todo um apoio financeiro para esses médicos se instalarem na cidade para onde estão indo, com estrutura para se assentarem com suas famílias, se for o caso", aponta.


“Agora, dizer que uma cidade de interior não tem condições mínimas é dar uma banana para população brasileira que vive nesses lugares. Se não tem condição nenhuma para um médico viver, não tem condição mínima para um cidadão viver. Claro que não terão todas as tecnologias, o conforto e o apoio logístico-administrativo que ele teria em um grande centro. Mas são essas carências que o programa nos ajudará a identificar melhor e ir suprindo ao longo do tempo”, conclui.
Ministério

Por meio de nota, o Ministério da Saúde informou que o programa “segue priorizando a participação de profissionais com CRM Brasil” conforme determina a legislação.

“Prova disso são os novos benefícios de medida provisória focados nesse perfil profissional. Para as localidades onde nenhum médico com registro profissional manifestar interesse em assumir a vaga, será feita a convocação de brasileiros formados no exterior e, se persistir a desocupação, serão convocados estrangeiros. A prioridade máxima é garantir acesso e assistência à população brasileira”, diz a nota.

Segundo a pasta, a previsão é de que até o fim de 2023, 28 mil profissionais estejam atuando em todo o país, principalmente nas áreas de extrema pobreza e vazios assistenciais. “Com isso, mais de 96 milhões de brasileiros terão a garantia de atendimento médico nos serviços da atenção primária, porta de entrada do SUS”, assegura a pasta.

O ministério também destacou que entre as principais razões para a rotatividade de profissionais está desistência de médicos que procuram formação. “Neste sentido, a estratégia vai ampliar o número de vagas de residência nas áreas prioritárias para o SUS e oferecer incentivos para quem fizer mestrado e pós-graduação em Atenção Primária à Saúde e Medicina da Família e Comunidade”.

Edição: Lílian Beraldo
Agência Brasil

O Comerciante Naildo Fereira,  Morreu agora há pouco em Hospital de Pau dos Ferros, vitimado por AVC e complicação cardiovascular.

O mesmo deixa a esposa Rosalba Xavier, a filha Lidiane Xavier e o filho Hérculles Ferreira. 

Naildo era uma pessoa dedicada plenamente ao trabalho e desfrutava de muita amizade neste município e em municípios vizinhos, em razão de ser comprador de bovinos e de outros animais para o consumo humano. 

*O seu sepultamento será às 15h00 deste domingo no Cemitério local.

Vá com Deus, meu amigo, do qual fui cliente por muitos anos. 

*Matéria retificada a pedido, mas foi feita ontem, momentos após a morte. 


Olho D'água do Borges é APROVADO mais uma vez para o Mapa do Turismo Brasileiro

Capacitação voltada para gestores, profissionais, empresários e estudantes do setor vai trabalhar conceitos de sustentabilidade, turismo de base comunitária e segurança turística. As inscrições já estão abertas 

Mês de março se encerrou  com uma boa notícia para quem quer se capacitar ainda mais, melhorar o currículo e levar aprendizados para a prática turística nas cidades brasileiras. A partir de hoje, sexta-feira (31.03), o Ministério do Turismo (MTur) e a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) abrem as inscrições para o curso de Turismo Responsável. A iniciativa visa capacitar gestores públicos e privados de turismo nas esferas municipal, estadual e federal, e também empresários da hotelaria, empreendedores, consultores, profissionais, estudantes, e prestadores de serviços turísticos.

CLIQUE AQUI e acesse o edital da qualificação
CLIQUE AQUI e faça a sua inscrição.

Confira o vídeo com a ministra do Turismo, Daniela Carneiro, e o reitor da UFRN, José Daniel Diniz Melo, informando sobre a importância da qualificação para os profissionais do setor e de como ela vai impactar o turismo:

O curso é 100% gratuito e será oferecido na modalidade à distância (EAD), abordando as boas práticas de turismo responsável, com foco em sustentabilidade, turismo de base comunitária e segurança turística. A qualificação dura 60 horas e está dividida em três módulos, com 20 horas cada um. Saiba o que você vai estudar em cada módulo:

Turismo Sustentável - Este módulo aborda: Turismo Sustentável e de Turismo Responsável. Turismo e Agenda 2030. Certificações e premiações em Turismo Sustentável. Gestão do Turismo Sustentável em empreendimentos e atrativos turísticos. Boas práticas em Turismo Sustentável.

Turismo de Base Comunitária - Este módulo aborda: Povos e comunidades tradicionais no Brasil. Fundamentos do etnodesenvolvimento e etnoturismo. Turismo, valorização do patrimônio cultural e desenvolvimento local. Turismo de Base Comunitária (TBC): conceito, princípios e diretrizes. Orientações para o desenvolvimento do Turismo de Base Comunitária. Especificidades do desenvolvimento do TBC em terras indígenas; boas práticas nacionais e internacionais de Turismo de Base Comunitária.

Segurança Turística - Este módulo aborda: Segurança Turística - definições conceituais e técnicas. Diálogos entre o Turismo Responsável e a Segurança Turística. Segurança Turística para Gestores. Segurança Turística e os eixos de atuação do Programa Turismo Seguro. Boas práticas de Segurança Turística no Brasil. Marcos legais de Segurança Turística. Turismo Seguro no Brasil: cenários e perspectivas.

O Processo Seletivo Simplificado para o curso obedecerá ao seguinte cronograma:

Lançamento do curso: 31/03/2023
Realização das inscrições on-line: 31/03/2023 a 31/05/2023
Divulgação do resultado: 15/06/2023
Início das aulas: 03/07/2023
Encerramento das aulas: 31/08/2023

Para esclarecimentos de dúvidas e informações adicionais, entre em contato através do e-mail brasilnossapraia@gmail.com.

PARCERIA - O curso de Turismo Responsável é uma realização do Ministério do Turismo em parceria com o Departamento de Turismo da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), no âmbito do Projeto “Brasil, essa é nossa praia!”, que tem como objetivo orientar a implementação de ações de gestão responsável, incentivando a adoção de boas práticas de sustentabilidade. CLIQUE AQUI e conheça o Projeto.

Por Nayara Oliveira
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

DESTE BLOG: Este município foi mais uma vez APROVADO para o Mapa do Turismo Brasileiro e continua com direitos previstos na Legislação de liberação de recursos para certas áreas. 
Juntos por um Olho D'água do Borges mais próspero e solidário e, assim, trabalharmos para Avançar.  

 Dino lançou programa e entregou equipamentos (Foto: Elisa Elsie)

O Governo do RN recebeu sexta-feira (31), 20 veículos, 220 fuzis, pistolas, armas não letais, munições, coletes e capacetes balísticos e 9 drones (sendo seis para a Polícia Militar e três para a Polícia Civil) e recursos extraordinários para custeio. Os equipamentos e recursos foram repassados pelo Governo Federal e integram também o novo Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci II) que visa o fortalecimento de Segurança Pública.

O Rio Grande do Norte é o primeiro estado a receber equipamentos no Pronasci II, anunciou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino. Os equipamentos serão destinados ao Batalhão de Polícia de Choque, à inteligência, patrulhamento ostensivo, Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM), Patrulha Maria da Penha e Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (DEICOR).

“Avançamos com as medidas e parceria do Governo Federal com o Governo do Estado. Temos o declínio dos indicadores de violência e quero fazer uma homenagem aos policiais estaduais e federais, aos parlamentares, prefeitos e prefeitas por compreenderam que a união era o melhor para recompor o Estado brasileiro”, afirmou o ministro Flávio Dino.

O ministro acrescentou: “Trago o apoio do presidente, a liberação de R$ 35 milhões, equipamentos e veículos de múltiplo uso, apoio à execução da Lei Maria da Penha. O apoio federal também assegura o avanço das obras em curso na segurança pública e a integralidade dos R$ 100 milhões, já anunciados, até o final do ano. Confiamos na consolidação do quadro de controle que foi alcançado”.

As ações de combate à violência continuam – assegurou Dino -, inclusive com a presença da Força Nacional. “Não temos data para concluir os trabalhos. As medidas seguem em execução. Serão feitas avaliações mensais e até que o Governo do Estado considere necessária.”

A governadora Fátima Bezerra agradeceu o apoio firme do Governo Federal ao RN diante de momento tão desafiador. “Logo que solicitamos, as forças de segurança nacional se somaram ao sistema estadual de segurança e deram demonstração de compromisso, responsabilidade e amor ao povo do RN, sob a liderança firme e assertiva das nossas autoridades. Hoje temos a paz social voltando ao RN. O trabalho continua e a presença do ministro Flávio Dino aqui novamente demonstra o compromisso do Governo Federal”.

Fátima também enfatizou o lançamento da nova fase do Pronasci e o fato de o RN ser o primeiro Estado a receber veículos do programa. “O Pronasci volta para combater desigualdades sociais. E destaco a decisão do programa vir com foco na defesa da mulher e combate ao feminicídio. Em nome do RN externo imensa gratidão pelo apoio, colaboração e solidariedade que o ministro Flávio Dino traz ao nosso Estado em nome do Presidente Lula.”

O PRONASCI

O Pronasci II tem cinco eixos prioritários: enfrentamento e prevenção de violência contra as mulheres; fomento às políticas de segurança pública com cidadania; fomento às políticas de cidadania; apoio às vítimas da criminalidade e combate ao racismo estrutural.

O Pronasci foi criado em 2007, mas estava inativo desde 2011. O Pronasci II foi lançado nacionalmente no dia 15 deste mês, em Brasília, e tem como ação prioritária a doação de viaturas para as Patrulhas Maria da Penha e DEAMs de todos os estados e parceria com o Ministério das Mulheres para implementação de Casas da Mulher Brasileira.

Nos últimos quatro anos, o Governo do Rio Grande do Norte criou sete novas DEAMs. Hoje, totalizam 12 delegacias de atendimento à mulher. Antes, o RN possuía apenas cinco delegacias, e passou 17 anos sem a instalação de novas unidades especializadas da Polícia Civil nas ações de prevenção, proteção e investigação dos crimes de violência doméstica e violência sexual contra as mulheres. O Governo do RN ainda instituiu a Patrulha Maria da Penha e o Programa Maria da Penha vai às Escolas (Promape).

Também participaram do evento: Walter Alves, vice-governador, deputado Ezequiel Ferreira, presidente da Assembleia Legislativa; Antenor Roberto, procurador geral do Estado; Clístenes Gadelha, defensor público geral do Estado; Olga Aguiar, secretaria da SEMJIDH; senadora Zenaide Maia; deputados federais Fernando Mineiro e Natália Bonavides; deputados estaduais Francisco Medeiros; Ubaldo Fernandes, Terezinha Maia, Divaneide Basílio e Taveira Júnior; prefeitos Eraldo Paiva (São Gonçalo do Amarante) e Tiago Almeida (Parelhas).

Pelo governo federal: Tadeu Alencar, secretário nacional do Ministério da Justiça; Rafael Velasco, secretário nacional de Políticas Penais; Diego Galdino, secretário executivo adjunto do Ministério da Justiça; Tamires Sampaio, coordenadora do Pronasci; Larissa Perdigão, superintendente da Polícia Federal; Anderson Costa, superintendente substituto da Polícia Rodoviária Federal.

Pelas forças de segurança do RN: Coronel Francisco Araújo, secretário de Estado da Segurança Pública; Helton Xavier, secretário de Estado da Administração Penitenciária; Ana Cláudia Saraiva, delegada geral da Polícia Civil; Coronel Alarico Azevedo, comandante geral da Polícia Militar; Coronel Monteiro, comandante geral do Corpo de Bombeiros Militar; Marco Brandão, diretor geral do ITEP; Paoula Maués, diretora do Departamento de Proteção a Grupos em Situação de Vulnerabilidade; tenente coronel Soraia Castelo Branco, coordenadora da Patrulha Maria da Penha no RN, e Sheila Freitas, secretária municipal de Segurança Pública e Defesa Social, representando o prefeito de Natal.

 Foto: Pedro Trindade

“Permanece por tempo indeterminado no Rio Grande do Norte”, declarou o ministro da Justiça, Flávio Dino, sobre atuação de agentes da Força Nacional em território potiguar, ajudando as forças de segurança do Estado e dos municípios na “estabilização” dos atos criminosos que começaram na madrugada da última terça-feira (14). Ele disse ainda, no entanto, que a cada 30 dias haverá uma reavaliação, junto com a governadora Fátima Bezerra, sobre a manutenção da continuidade da presença dos polícias no Estado.

Em entrevista coletiva realizada nesta sexta-feira (31), na Escola de Governo, no Centro Administrativo do Estado, Flávio Dino explicou que “é claro que a Força Nacional, por determinação legal, é sempre temporária, não existe alocação da Força Nacional para sempre, até porque seria inconstitucional, porque o governo federal não pode intervir numa área que é de responsabilidade do estado. Então, é uma cooperação federativa, temporária, mas não há previsão de cessação”, disse.

Segundo a Sesed, as forças de segurança pública que atuam no Estado, somam mais de 10 mil homens e mulheres. Com o reforço enviado pelo Ministério da Justiça e da Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional da Segurança Pública (SENASP), além da colaboração e apoio dos estados do Ceará, Paraíba e Pará, o Rio Grande do Norte conta com um efetivo superior a 11 mil agentes da segurança pública aptos a combater a criminalidade.

De acordo com Flávio Dino, “nós temos uma permanência [da Força Nacional] decretada até 14 de abril e vamos manter essa situação, sempre com reavaliações a cada 30 dias”, pontuou.

Visita

O ministro cumpriu agenda em Natal, nesta sexta-feira, na cerimônia da entrega de mais de 200 fuzis, pistolas, viaturas, coletes balísticos, escudos balísticos, munições e drones estão entre os armamentos, veículos e equipamentos que serão entregues à Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed).

Além da entrega dos armamentos, viaturas e equipamentos, o ministro fez também o lançamento do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania no Rio Grande do Norte (PRONASCI II), que acontece em parceria entre o MJSP e o Governo do Estado.

O Pronasci II terá cinco eixos prioritários: o enfrentamento e prevenção de violência contra as mulheres; fomento às políticas de segurança pública com cidadania; fomento às políticas de cidadania; apoio às vítimas da criminalidade e combate ao racismo estrutural.

Tribuna do Norte 

 Foto: EVARISTO SA/AFP

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), arquivou duas notícias-crime apresentadas pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e pelo senador Rogério Marinho (PL-RN) contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os parlamentares de oposição queriam que o petista fosse investigado por ter dito que o plano do Primeiro Comando da Capital (PCC) contra o ex-juiz da Lava Jato e atual senador Sergio Moro (União Brasil-PR) era “uma armação”. “Eu não vou falar porque acho que é mais uma armação do Moro. Quero ser cauteloso, vou descobrir o que aconteceu. É visível que é uma armação do Moro”, disse Lula em um evento na última semana. Nos dois casos, o magistrado determinou o “arquivamento imediato”, em razão de ausência de “indícios mínimos da ocorrência de ilícito criminal”.

“Não se verifica nos autos indícios mínimos da ocorrência de ilícito criminal, não existindo, portanto, nenhum indício real de fato típico praticado pelo requerido ou qualquer indicação dos meios que este teria empregado em relação às condutas objeto de investigação, ou ainda, o malefício que produziu, os motivos que o determinaram, o lugar onde a praticou, o tempo ou qualquer outra informação relevante que justifique a instauração de inquérito ou de qualquer investigação”, escreveu Moraes na decisão publicada nesta sexta-feira, 31. O ministro tomou a decisão sem o parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Jovem Pan

DESTE BLOG: Golpistas devem ser presos.

 Divulgação 

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou, no dia 28 de março, os dados do Índice Geral de Cursos Avaliados da Instituição (IGC) 2021. A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) atingiu a nota 04, consolidando sua posição como instituição de referência no ensino superior do País, sendo a sétima instituição estadual mais bem avaliada no Nordeste. O valor máximo do IGC é 05.

A reitora Cicília Maia ressalta o empenho da Uern para levar educação de qualidade a todas as regiões do Estado.

A reitora da Uern, profa. Cicília Maia, ressalta que a melhoria dos indicadores é reflexo do esforço coletivo da comunidade acadêmica, somada ao fortalecimento da política de avaliação institucional, tendo como foco a qualidade do ensino. “Estamos muito felizes com esse resultado. Nosso compromisso é continuar levando educação superior pública, gratuita e de qualidade a todas as regiões do Estado, através de nossos Campi. Dessa forma, podemos impactar a vida de pessoas que têm na Uern a oportunidade de terem suas vidas transformadas”, enfatizou.

De acordo com o professor Wendson Dantas, titular da Assessoria de Avaliação Institucional, a notícia é de grande importância. “Essa nota é fruto de um trabalho muito forte da gestão relacionado à política de avaliação institucional e ao planejamento. Isso já vinha sendo pactuado na agenda de planejamento estratégico como meta a ser alcançada assim como também no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da Uern. Como consequência, tivemos esse resultado de grande importância que reflete a melhoria das médias dos conceitos dos cursos de graduação”, disse.

Os dados divulgados levam em consideração instituições de ensino superior, tanto públicas quanto privadas. Para que um curso tenha o IGC calculado, de acordo com o Inep, é preciso que a instituição tenha, no mínimo, um curso com CPC calculado no triênio de referência.

No cálculo do IGC, leva-se em conta o Conceito Preliminar de Cursos (CPC) do triênio 2018-2021, a média dos conceitos de avaliação dos programas de pós-graduação stricto sensu atribuídos pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), e a distribuição dos estudantes na graduação ou pós-graduação stricto sensu.

O levantamento faz parte dos Indicadores de Qualidade da Educação Superior. Além do IGC, também compõem a lista o Conceito Enade, o Indicador de Diferença entre os Desempenhos Esperado e Observado (IDD) e o Conceito Preliminar de Cursos (CPC).

O Blog vem recebendo uma enxurrada de mensagens de pessoas de São Miguel, terra do ex-deputado Raimundo Fernandes, tristes pelo fato dele não ser sepultado na cidade.

Questionam a decisão da família que optou pelo sepultamento em Natal.

Conterrâneo de Raimundo, o secretário de Infraestrutura do Governo Wilma de Faria, e ex-presidente do CREA, Adalberto Pessoa de Carvalho, se pronunciou em um texto.

"Raimundo nunca teve partido político. Ele tinha bandeiras e as defendia. Era astuto, oportunista como todos os vencedores, e dizia aos quatro cantos de São Miguel que não era o povo daqui que lhe devia homenagens, era ele próprio que devia homenagens a todos os que votaram ou não votaram nele, mas que o identificavam como defensor desta região. Ajudou a fundar Cel João Pessoa, Dr. severiano e Venha Ver subdividindo o espaço regional, visualizando o que haveria de se confirmar na economia regional. 
Mas 'a familia' tirou de nós o direito de sepultá-lo na terra Natal, berço de vida e de morte de Heziquio Fernandes e Leodona Pessoa, e da maioria de seus familiares desde o século XVIII.
Morre o líder, mas deixa entre nós, que sempre o respeitamos, a esperança que só o seu corpo será tragado pela terra hostil da Capital, porque seu espírito estará entre nós. Sempre".

FONTE: thaisagalvao.com.br

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