Dados do Censo 2022 foram publicados ontem pelo IBGE. Pesquisa será finalizada em dezembro. Foto: Tânia Rêgo / Agência Brasil

O Censo 2022 já entrevistou 136.022.192 pessoas em 47.740.071 domicílios de todo o Brasil, o que corresponde a 66% da população. Desse total, 31,69% estão na Região Nordeste, 38,45% no Sudeste, 13,99% no Sul, 8,88% no Norte e 6,99% no Centro-Oeste. Foram recenseados 70.310.113 mulheres e 65.712.079 homens. Com 80% de recenseamento em relação ao público-alvo, o Rio Grande do Norte é um dos estados onde o Censo está mais avançado.

Os dados fazem parte do terceiro balanço do Censo 2022, foi divulgado hoje (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O diretor de Pesquisas do IBGE, Cimar Azeredo, informou que está mantida a data de 28 de dezembro para a entrega das informações preliminares referentes à população dos municípios para o Tribunal de Contas da União (TCU). “A gente segue ainda perseguindo a data de divulgação no final de dezembro, no dia 28 de dezembro, quando a gente vai entregar os dados para o TCU”, disse, acrescentando que a data não foi alterada porque, com acompanhamento em tempo real, este Censo é o mais tecnológico já realizado no país.

De acordo com o diretor, a quantidade de recenseadores, que está abaixo do estimado, é uma das causas do atraso da coleta de dados. Um dos motivos para a falta de procura para o trabalho como recenseador é a remuneração definida para o Censo 2022 que foi considerada baixa. Segundo Azeredo, a preferência das pessoas por trabalhar em campanhas eleitorais também influenciou a baixa na procura.

“Fizemos esse Censo em plena eleição, da qual a gente perdeu grande público que poderia atuar como recenseador. A gente acredita que pessoas que estavam como cabos eleitorais possam estar agora conosco no Censo.”

De acordo com o IBGE, atualmente, um recenseador na cidade de São Paulo recebe, em média, entre R$ 2 mil a R$ 3 mil, para 10 a 15 dias de trabalho, dependendo da área. Além da remuneração, recebe auxílio locomoção, que pode chegar a R$ 500 ou mais, se o setor for concluído em até 7 dias.

Cimar Azeredo revelou que, para tentar agilizar a coleta, o IBGE aumentou o valor das remunerações e ampliou os anúncios de contratações, que agora podem incluir os microempreendedores individuais (MEI).

“O IBGE está envidando esforços, melhorando a remuneração do recenseador, vendo formas de contratar mais pessoas, fazendo deslocamento de recenseador de um estado para outro, ou seja, todas providências estão sendo tomadas para que a gente consiga terminar o Censo dentro do prazo”, disse.
Em todo o país, o IBGE conta com 90.552 recenseadores em ação, 49,5% do total de vagas disponíveis. O estado com maior déficit de recenseadores é o Mato Grosso, com 37,1% do número de vagas. Já o Piauí está com 64% dos postos ocupados. O diretor observou ainda que lugares onde a taxa de desemprego é baixa também tem sido um desafio para a contratação de recenseadores.

Dificuldade de coleta

Cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Cuiabá têm sido um grande desafio para a coleta dos dados, como também os estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. “Acontece por falta de recenseadores, mas também por falta de apoio da população em atender o recenseador. Na maioria das vezes, a gente é bem recebido, a recusa, em um primeiro momento é muito baixa, mas existem síndicos e porteiros que acabam sendo barreiras para que o recenseador possa realizar o trabalho”, contou.

Outros estados têm se destacado pelo avanço na coleta dos dados. Os maiores percentuais da população recenseada são do Piauí (86%), Sergipe (83%), Rio Grande do Norte e Alagoas (80%) e Amazonas (77%). Os menos adiantados são Mato Grosso (42,72%), Amapá (51,47%) e Acre (54,07%).“O Amazonas, um estado extremamente complexo, está arrebentando no Censo mostrando um resultado muito interessante”, disse.

O diretor alertou que os síndicos e porteiros que impedem a coleta de dados estão descumprindo o artigo 330 do Código Penal, que garante o direito do funcionário público de exercer o seu trabalho.
“Por lei, a população tem que responder o Censo. No momento em que o recenseador não tem acesso a um condomínio porque um sindico ou um porteiro não permitem, isso está sendo configurado como crime, e o IBGE está tomando todas as providências possíveis”, destacou, completando que esse tipo de ocorrência, mesmo que o número seja baixo, dificulta o trabalho do recenseador.

O IBGE estimula que o recenseador trabalhe nos fins de semana e à noite para atender as pessoas que estão ausentes do domicílio durante o dia.O terceiro balanço apontou ainda que 88,4% dos domicílios (42.595.922) responderam ao questionário básico e 11,6% (5.560.298) ao ampliado. O tempo médio de preenchimento tem sido de 5 minutos para o questionário básico e de 15 minutos para o questionário ampliado. A maior parte dos questionários (99,4%) foi respondida de forma presencial, sendo que 124.241 domicílios optaram por responder pela internet e 144.203 pelo telefone.

Tribuna do Norte

 

O Dia de Finados ou Dia dos Mortos é celebrado anualmente em 2 de novembro. No Brasil, esta data é um feriado nacional, instituído pela Lei nº 10.607, de 19 de dezembro de 2002.

A celebração de Finados é muito importante para algumas religiões, principalmente para os católicos, pois se presta homenagem a todos os entes queridos que já morreram.

Nesta data, o movimento nos cemitérios é intenso, pois muitas pessoas levam flores e fazem orações nos túmulos de familiares ou amigos que já partiram.
Origem do Dia de Finados

Desde o século XI, os papas Silvestre II, João XVIII e Leão IX recomendavam que os cristãos dedicassem um dia por ano para rezarem por quem já havia falecido e que não era lembrado.

A partir do século XII, o Dia de Finados passou a ser celebrado pela Igreja Católica em 2 de novembro.

No entanto, desde o século I os cristãos têm o costume de rezar por seus mortos. Neste período, as pessoas iam às catacumbas e túmulos para rezar pelos que morreram sem martírio, com esperança de terem suas almas salvas.

A partir do século IV, a Igreja começou a incluir em suas celebrações a "Memória dos Mortos" - um momento de orações dedicado a todos os que já faleceram.

O Dia de Finados é celebrado no dia 2 de novembro, porque no dia 1º de novembro é comemorado o Dia de Todos os Santos. O dia 1º de novembro celebra todos os que morreram em estado de graça, mas que não tiveram a oportunidade de serem canonizados ou que não são lembrados em orações por ninguém.

Em Juazeiro do Norte, no Ceará, há a Romaria de Finados. Ela se estende durante todo o mês de outubro e termina no dia 2 de novembro, no dia de finados. O evento faz parte das celebrações populares do país

Presidente da Câmara planeja reabrir prazo para federações e formar bloco político capaz de deixar Lula e o PT de joelhos

O pronunciamento de Arthur Lira ontem após a vitória de Lula não foi sem razão. O presidente da Câmara, ombreado por diversas lideranças partidárias, quis mostrar que o poder hoje em Brasília já não emana do Palácio do Planalto. E isso ficará ainda mais claro nos próximos meses.

Lira capitaneia neste momento uma iniciativa legislativa que pode reabrir o prazo para que partidos se unam em federações — o prazo havia se encerrado em maio. Com esse instrumento seria criada uma federação gigante, formada por PP, PL, PSD, União Brasil e até o Podemos. Calcula-se uma “bancada” superior a 260 parlamentares.

De cara, essa montagem partidária garante a reeleição de Lira no comando da Câmara — e até, quem sabe, a manutenção de Rodrigo Pacheco na presidência do Senado, a depender dos compromissos que venha a assumir.

O efeito imediato é a ocupação das dez principais comissões em cada Casa, incluindo CCJ e Comissão de Orçamento, retirando do PT e seus aliados qualquer cargo de comando no debate legislativo.


O presidente eleito Lula (PT) escolheu o seu vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), para coordenar a equipe de transição. O martelo foi batido na manhã desta terça-feira (1º) em uma reunião com Gleisi Hoffmann, presidente do PT, Alozio Mercadante, responsável por elaborar o seu plano de governo, e outros integrantes cúpula petista em um hotel na capital paulista.

Alckmin comandará uma equipe com 50 nomes, que mesclará quadros técnicos e políticos para dialogar com integrantes do governo de Jair Bolsonaro (PL), derrotado na busca pela reeleição. O blog da Ana Flor havia antecipado o nome de Alckmin para liderar a transição.

A Prefeitura Municipal em parceria com a Secretaria  Municipal de Saúde realizaram na manhã de ontem  a abertura do Novembro Azul 2022.

Os Homens a partir de 40 anos  devem estarem atentos e procurarem a UBS para fazerem exames relacionados à Próstata.

No Brasil, a cada 38 minutos, um homem morre devido ao câncer de próstata, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca)Este tipo da doença é o segundo mais comum entre os homens, atrás do câncer de pele não melanoma.

No Brasil, a incidência de mortes entre os homens causada pelo câncer de próstata é de 28,6%. A doença é considerada um ‘câncer da terceira idade’, e cerca de 75% dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos.
 

SINTOMAS DA DOENÇA

  • Dor óssea;
  • Dores ao urinar;
  • Presença de sangue na urina e/ou no sêmen;
  • Vontade de urinar com frequência.

Na fase inicial, o câncer de próstata não apresenta sintomas. Quando alguns sinais começam a aparecer, cerca de 95% dos tumores já estão em fase avançada, dificultando a cura.
 

FATORES DE RISCO

  • Histórico familiar de câncer de próstata: pai, irmão e tio;
  • Raça: homens negros sofrem maior incidência deste tipo de câncer;
  • Obesidade.
     

PREVENÇÃO E TRATAMENTO

O diagnóstico precoce é a única forma que pode garantir a cura do câncer de próstata. Os homens com idade a partir de 45 anos devem ir ao urologista para conversar sobre o exame de toque retal, que permite ao médico avaliar possíveis alterações na glândula, como endurecimento e a presença de nódulos suspeitos.

Outro método de avaliação para a descoberta da doença é o exame de sangue PSA (antígeno prostático específico).

A indicação da melhor forma de tratamento depende de aspectos, como o estado de saúde atual, situação da doença e expectativa de vida do paciente. Em casos de tumores de baixa agressividade, existe a opção da Vigilância Ativa; esta que, periodicamente, é realizada o monitoramento do câncer de próstata, havendo intervenção em caso de evolução da doença.

Dados: Cerca de 20% dos pacientes com câncer de próstata são diagnosticados somente pela alteração no toque retal. Outros exames poderão ser solicitados se houver suspeita de câncer de próstata, como as biópsias, que retiram fragmentos da próstata para análise, guiadas pelo ultrassom transretal.
 

O QUE É A PRÓSTATA?

É uma glândula do sistema reprodutor masculino, que pesa cerca de 20 gramas, e se assemelha a uma castanha. Ela localiza-se abaixo da bexiga e sua principal função, juntamente com as vesículas seminais, é produzir o esperma.


 Foto: Igo Estrela/Metrópoles

Após pronunciamento na tarde desta terça-feira (1º), o presidente Jair Bolsonaro (PL) foi ao Supremo Tribunal Federal (STF). A visita à sede do Supremo não estava prevista na agenda oficial.

A reunião com os ministros da Corte foi a portas fechadas e durou cerca de 1 hora. Antes do encontro, o STF emitiu nota oficial afirmando que o presidente reconheceu o resultado final das eleições ao determinar o início da transição.

“O Supremo Tribunal Federal consigna a importância do pronunciamento do Presidente da República em garantir o direito de ir e vir em relação aos bloqueios e, ao determinar o início da transição, reconhecer o resultado final das eleições”, diz o comunicado.

Depois da reunião, o ministro Luiz Edson Fachin conversou com a imprensa. O magistrado disse que Bolsonaro usou o verbo “acabar” no passado ao se referir à eleição.

“O presidente da República utilizou o verbo acabar no passado. Ele disse acabou. Portanto, olhar para a frente“, afirmou Fachin.

Além Fachin, conversaram com Bolsonaro os ministros Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes e Luiz Fux.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, também participou do encontro que chamou de “institucional”. Na saída, ele disse: “Foi uma visita de cortesia. Tá tudo bem, tudo tranquilo. Tá tudo certinho”, disse.

Com informações de g1 e Metróples

 Foto: Beto Barata/Agência Senado

O relatório final do Projeto de Lei Orçamentária (Ploa) de 2023 entrará na pauta de votação do Congresso Nacional em 16 de dezembro. O cronograma prevê que a peça tem até o dia 14 deste mês para a apresentação de emendas às despesas e à receita, incluindo renúncias de entradas. O novo documento começará a ser discutido pela equipe do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (3/11).

Lula escalou Wellington Dias (PT-PI), eleito para o Senado do próximo ano, para trabalhar na peça orçamentária com o relator da Comissão Mista de Orçamento (CMO), responsável pelo documento, Marcelo Castro (MDB-PI).

Para entrar em vigor, o documento precisa ser aprovado no ano anterior. A proposta de 2023 já foi encaminhada ao Congresso pelo atual presidente Jair Bolsonaro (PL). O texto deve prever o fluxo de arrecadação, gastos e investimentos do governo federal e precisa ter aval no Congresso até o final deste ano.

Até o dia 16 de novembro é prevista a publicação das emendas e do Relatório da Receita. A votação do relatório da Receita e suas emendas, assim como a publicação do relatório preliminar, está prevista para ser finalizada até o dia 18 deste mês. O prazo para entrega de emendas ao relatório preliminar é até 21 de novembro

Deputados e senadores têm até 14 deste mês para apresentar emendas ao projeto. A votação do relatório preliminar deve acontecer em 24 de novembro e o pleito do documento final passará pela comissão em 12 de dezembro e segue para apreciação do Congresso em 16 de dezembro.

Ao todo, cada parlamentar pode indicar até 25 emendas. O valor total para as emendas individuais é de R$ 11,7 bilhões. Desta forma, cada parlamentar pode sugerir despesas em até R$ 19,7 milhões. Os congressistas devem destinar pelo menos metade das emendas para ações e serviços públicos de saúde (ASPS).

Metrópoles


 Código de Ética avança (Foto: Eduardo Maia)

A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) da Assembleia Legislativa, aprovou, por unanimidade, entre as matérias discutidas em reunião na manhã desta terça-feira (1), o Projeto de Resolução 2/2022, de iniciativa da Mesa Diretora, que dispõe sobre o Código de Ética e Decoro Parlamentar, estabelecendo os procedimentos disciplinares do Parlamento Estadual.

“Tenho a honra de submeter à deliberação o projeto de resolução, tendo como escopo regulamentar, no âmbito da Assembleia Legislativa, o Código de Ética e Decoro Parlamentar, em atendimento ao disposto no art. 54 do seu Regimento Interno. A ideia buscada nesta Resolução é descortinar regras e procedimentos a serem seguidos nos feitos relacionados à ética e ao decoro parlamentar. Percebe-se, então, que é chegada a hora do Poder Legislativo Estadual regulamentar na sua órbita os procedimentos para aplicabilidade na norma primária, no afã de dar continuidade ao processo de transparência outrora implantado nesta Casa”, foi a justificativa do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB), no encaminhamento da propositura que foi relatada na reunião pelo deputado George Soares (PV).

A regulamentação aprovada na Comissão, elenca, ainda que de forma não exaustiva, nortes que deverão ser seguidos, contendo as diretrizes necessárias para uma justa proposição, além de atender os interesses do Poder Legislativo Estadual e da população potiguar, ao trazer diretrizes que norteiam o procedimento disciplinar no âmbito da Casa.


Das matérias da pauta, outras oito foram aprovadas pelos deputados da Comissão, duas retiradas da pauta e três baixadas em diligência para a anexação de documentos. Participaram da reunião presidida pelo deputado George Soares, os deputados Francisco do PT, Ubaldo Fernandes (PSDB), Jacó Jácome (PSD), subtenente Eliabe (SDD) e Galeno Torquato (PSDB).


A decisão foi da 14ª Vara da Justiça Federal no Rio Grande do Norte após uma ação do Ministério Público Federal do RN (MPF-RN) e ainda cabe recurso.  
De acordo com a decisão, o homem utilizou documento falso de aprovação no Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeiras (Revalida) para solicitar o reconhecimento de diploma de medicina do Paraguai perante a Universidade Federal no Rio Grande do Norte (UFRN).  Em nota, a UFRN disse que realiza a revalidação dos diplomas “utilizando o resultado do Revalida, que é um exame de responsabilidade do governo federal”. “Nesse sentido, a instituição de ensino recebe da gestão federal o nome dos candidatos aprovados. Em caso de suspeita de fraude, a universidade encaminha as informações aos órgãos competentes (Ministério Público e Polícia Federal) para averiguar a veracidade dos dados repassados pelos revalidandos”, disse.  “Os últimos encaminhamentos foram realizados em 2017, quando houve 15 suspeitas. Tão logo recebe a conclusão dos trabalhos investigativos, a UFRN toma providências para anular a revalidação”.  Denúncia do MPF  A denúncia do MPF apontou que, após se utilizar do documento falso, supostamente emitido pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), para obter a revalidação do diploma, o homem solicitou o registro junto ao Conselho Regional de Medicina do Mato Grosso do Sul (CRM/MS).
Um homem foi condenado a quatro anos e oito meses de reclusão, mais oito meses de detenção, em regime inicialmente semiaberto, pelo crime de exercício ilegal da medicina, além de falsificação e ocultação de informações em documentos públicos.

A decisão foi da 14ª Vara da Justiça Federal no Rio Grande do Norte após uma ação do Ministério Público Federal do RN (MPF-RN) e ainda cabe recurso.

De acordo com a decisão, o homem utilizou documento falso de aprovação no Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeiras (Revalida) para solicitar o reconhecimento de diploma de medicina do Paraguai perante a Universidade Federal no Rio Grande do Norte (UFRN).

Em nota, a UFRN disse que realiza a revalidação dos diplomas “utilizando o resultado do Revalida, que é um exame de responsabilidade do governo federal”. “Nesse sentido, a instituição de ensino recebe da gestão federal o nome dos candidatos aprovados. Em caso de suspeita de fraude, a universidade encaminha as informações aos órgãos competentes (Ministério Público e Polícia Federal) para averiguar a veracidade dos dados repassados pelos revalidandos”, disse.

“Os últimos encaminhamentos foram realizados em 2017, quando houve 15 suspeitas. Tão logo recebe a conclusão dos trabalhos investigativos, a UFRN toma providências para anular a revalidação”.

Denúncia do MPF

A denúncia do MPF apontou que, após se utilizar do documento falso, supostamente emitido pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), para obter a revalidação do diploma, o homem solicitou o registro junto ao Conselho Regional de Medicina do Mato Grosso do Sul (CRM/MS).

A derrota de Jair Bolsonaro, e de outros membros de sua família, poderá revelar que o presidente que elegeu auxiliares para mandatos importantes, pode ter criado ‘cobras’, em vez de líderes.

E as consequências da eleição de Lula para o Rio Grande do Norte.

Estes foram alguns temas do meu comentário desta segunda-feira (31) no Jornal do Dia, da TV Ponta Negra.

Confira:

 Além dos presidentes de Cuba e da Venezuela, veja quais líderes de grande importância mundial parabenizaram Lula e se mostraram interessados em parceria com o Brasil:

Joe Biden
presidente dos Estados Unidos

"Envio meus parabéns a Luiz Inácio Lula da Silva por sua eleição para ser o próximo presidente do Brasil após eleições livres, justas e críveis. Estou ansioso para trabalhar juntos para continuar a cooperação entre nossos dois países nos próximos meses e anos."

Alberto Fernández
presidente da Argentina

"Aqui você tem um parceiro para trabalhar e sonhar alto com a boa vida de nossos povos. Depois de tantas injustiças que você viveu, o povo do Brasil o elegeu e a democracia triunfou. Sonhos da América Latina."

Luis Alberto Arce Catacora
presidente da Bolívia

" Parabéns irmão @LulaOficial, eleito presidente de #Brasil! Sua vitória fortalece a democracia e a integração latino-americana. Temos certeza de que você conduzirá o povo brasileiro pelo caminho da paz, do progresso e da justiça social. Jallalla Brasil!"

Justin Trudeau
primeiro-ministro do Canadá

"O povo do Brasil falou. Estou ansioso para trabalhar com @LulaOficial para fortalecer a parceria entre nossos países, entregar resultados para canadenses e brasileiros e avançar em prioridades compartilhadas – como proteger o meio ambiente. Parabéns, Lula!"

Miguel Díaz-Canel Bermúdez
presidente de Cuba

"Caro irmão Lula (@LulaOficial), felicito-o em nome do governo e do povo cubano, que celebra sua grande vitória em favor da unidade, da paz e da integração latino-americana e caribenha. Sempre tem #Cuba. #LulaPresidente2022 . #Cuba parabeniza você, caro colega. Eles atrasaram sua vitória com métodos hediondos, mas não conseguiram impedir que você vencesse com o voto do povo. Retorne @LulaOficial, retorne o @ptbrasil, a justiça social retornará."

Pedro Sánchez
presidente da Espanha

"Parabéns, @LulaOficial, pela vitória nestas eleições em que o Brasil decidiu apostar no progresso e na esperança. Vamos trabalhar juntos pela justiça social, igualdade e contra as mudanças climáticas. Seus sucessos serão os do povo brasileiro."

Emmanuel Macron
presidente da França

"Parabéns, caro @Lulaoficial, por sua eleição que dá início a um novo capítulo da história do Brasil. Juntos, vamos unir nossas forças para enfrentar os muitos desafios comuns e renovar o vínculo de amizade entre nossos dois países."

Andrés Manuel Lopez Obrador
presidente do México

"Lula venceu, povo abençoado do Brasil. Haverá igualdade e humanismo."

António Costa
primeiro-ministro de Portugal

"Já tive a oportunidade de felicitar calorosamente @LulaOficial pela sua eleição como Presidente da República do Brasil. Encaro com grande entusiasmo o nosso trabalho conjunto nos próximos anos, em prol de #Portugal e do #Brasil, mas também em torno das grandes causas globais."

Guillermo Lasso
presidente do Equador

"Parabenizo @LulaOficial por sua eleição como presidente da República Federativa do Brasil. Na democracia, continuaremos a fortalecer a amizade e a cooperação entre nossos países, por dias melhores para nossos cidadãos. Nossa região continua se integrando na pluralidade."

Pedro Castillo Terrones
presidente do Peru

"O Peru parabeniza o presidente eleito do Brasil, o camarada  @LulaOficial, trabalhador, sindicalista, lutador. Sua vitória é essencial para fortalecer a unidade da América Latina e a justiça social da Grande Pátria."

Luis Lacalle Pou
presidente do Uruguai

"Confiamos em trabalhar por um Mercosul moderno e aberto ao mundo. Da mesma forma, esperamos continuar e melhorar as excelentes relações bilaterais."

Rishi Sunak
primeiro-ministro do Reino Unido

"Parabéns ao @LulaOficial por sua vitória na eleição do Brasil. Estou ansioso para trabalhar juntos nas questões que importam para o Reino Unido e o Brasil, desde o crescimento da economia global até a proteção dos recursos naturais do planeta e a promoção de valores democráticos."

Umaro Sissoco Embaló
presidente de guiné bissau

"Em nome da Guiné-Bissau, apresento minhas calorosas felicitações ao Presidente  @LulaOficial por sua grande vitória nas eleições presidenciais no Brasil. Presidente @LulaOficial, trabalharemos por relações bilaterais sólidas e prósperas entre Guiné-Bissau e Brasil."

Philip Brave Davis
primeiro-ministro de Bahamas

"Quero parabenizar @LulaOficial pela sua eleição como Presidente do Brasil. Enquanto lutamos contra as mudanças climáticas, espero trabalhar com você para proteger nosso planeta. Mais uma vez, parabéns ao povo do Brasil!"

Mia Amor Mottley
primeira-ministra de Barbados

"Parabéns ao Presidente Eleito @lulaoficial por sua vitória nas Eleições Gerais do Brasil. O poder da democracia reside no povo, e o povo falou. Estou ansioso para reunião com você. Mais uma vez, parabéns!"

Anthony Albanese
primeiro-ministro da Austrália

"Enormes parabéns ao @LulaOficial pela tremenda vitória nas eleições brasileiras. Estamos ansiosos para trabalhar com você na proteção do nosso meio ambiente global."

Alejandro Giammattei
primeiro ministro da Guatemala

"Parabenizamos o povo brasileiro, que após participar do processo eleitoral ratifica seu compromisso com a democracia na região. Da Guatemala desejamos ao novo governo uma gestão bem sucedida. 🇬🇹🤝🇧🇷"

Dr Ariel Henry
primeiro ministro do Haiti

"Felicito @LulaOficial, por ocasião de sua reeleição como Presidente da República Federativa do Brasil. Desejo enviar-lhe, em nome de meu governo e do povo haitiano, meus votos de sucesso nesta nova missão, esperando o fortalecimento das relações de amizade e solidariedade entre #Haïti e #Brasil".

Luis Abinader
presidente da República Dominicana

"Em nome do Governo dominicano, felicito calorosamente o Presidente eleito do Brasil, @LulaOficial, por sua vitória. Fortaleceremos nossas relações bilaterais e aprofundaremos nossos laços para enfrentar os desafios regionais com maior unidade."

Marito Abdo
presidente do Paraguai

"Nossos parabéns ao @LulaOficial como o recém-eleito presidente da República Federativa do Brasil, e ao povo brasileiro irmão por este dia de eleição. Esperamos continuar trabalhando juntos pela prosperidade de nossos povos."

Xiomara Castro de Zelaya
presidente de Honduras

"Parabéns @LulaOficial, amigo solidário da luta em Honduras (2009), enfrentou as potências mais conservadoras da história, e junto com o povo brasileiro as derrotou. A América Latina renasce com esperança em um verdadeiro processo humanista de mudança e libertação."

Gabriel Boric Font
presidente do Chile

"Lula. Alegría!"

Josep Borrell Fontelles
vice-presidente da UE e alto representante da UE para negócios estrangeiros

"Cidadãos brasileiros foram às urnas para eleger seu novo presidente em uma eleição pacífica e bem organizada Parabéns @LulaOficial na sua eleição! Estou ansioso para trabalhar em conjunto e avançar nas relações UE-Brasil com o seu governo, e com novas autoridades do Congresso & Estado"

Olaf Scholz
chanceler alemão

"Parabéns a @LulaOficial por sua eleição! Aguardo com expectativa uma cooperação estreita e confiável com o 🇧🇷 - em particular nas questões de comércio e de proteção climática."

Embaixada da China no Brasil

"Tomamos conhecimento dos resultados das eleições, divulgados pelo TSE. Expressamos as nossas mais calorosas congratulações ao Sr. Presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva e ao Sr. Vice-Presidente eleito Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho. Fazemos os melhores votos por êxitos ainda maiores de desenvolvimento do Brasil.

Ursula von der Leyen
presidente da comissão europeia

"Parabéns, @LulaOficial, pela sua eleição como Presidente do Brasil. Estou ansioso para trabalhar com você para enfrentar os desafios globais urgentes, desde a segurança alimentar até o comércio e as mudanças climáticas.

Tedros Adhanom Ghebreyesus
presidente da OMS

"Parabéns e felicitações, @LulaOficial, por ser eleito Presidente de #Brazil 🇧🇷 mais uma vez. Nós da @WHO esperamos fazer parceria com você e defender #HealthForAll , a equidade global em saúde, acabar com a crise climática e muito mais."

Mark Rutte
Primeiro-ministro dos Países Baixos
"Parabéns ao @LulaOficial por sua vitória eleitoral e desejo-lhe sucesso como próximo presidente do Brasil. Estou ansioso para aprofundar as relações fortes [🇳🇱] - [🇧🇷] e trabalhar juntos em desafios globais."

FONTE: thaisagalvao.com.br


 Bolsonaristas se ajoelhavam, faziam orações e choravam na Esplanada dos Ministérios, em Brasília – Reprodução

Mesmo antes do fim da apuração que deu a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), bolsonaristas se ajoelhavam, faziam orações e choravam na Esplanada dos Ministérios, em Brasília.

Após o resultado oficial, organizadores tentam convocar pelo microfone que as pessoas fiquem no local até o pronunciamento de Bolsonaro.

“Não desamparem esse país, meu Deus”, bradava um dos oradores de cima do caminhão. Mas o clima entre os apoiadores de verde e amarelo passou a ser e desânimo e incredulidade, com olhos fixos nos celulares após a virada de Lula, por volta das 18h50.

Às 19h20, algumas pessoas já começavam a ir embora, apesar de alguns lapsos de otimismo por parte dos animadores com uma possível virada, que não ocorreu. Uma das pessoas no caminhão questionou a legalidade da votação, mas não houve muita empolgação entre o público, com exceção de bolsonaristas mais emocionados.

“Olhe para o Ministério da Defesa”, disse um dos líderes do ato. “Vamos aguardar o pronunciamento do nosso presidente”, disse, convocando os apoiadores a permanecerem na Esplanada.

Nenhuma figura importante do bolsonarismo, como parlamentares, esteve no local.

Agora RN


 Reprodução – Bolsonaro terminará o mandato sem igualar o feito de todos os presidentes que concorreram à reeleição

A vitória do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) marca algo inédito desde a redemocratização: Jair Bolsonaro (PL) é o primeiro presidente a perder a disputa à reeleição. O próximo dia 31 de dezembro, data em que se encerra oficialmente o mandato, marcará sua saída do cargo, mas não da cena política.

Bolsonaro permaneceu atrás do rival nas pesquisas de intenção de voto ao longo de toda a corrida, mas demonstrou força no primeiro turno, ficando a uma diferença de apenas cinco pontos percentuais do petista em votos válidos (48,4% a 43,2%). Depois de uma campanha de segundo turno acirrada e sem grandes oscilações no humor do eleitorado, o presidente de direita não conseguiu uma virada.

Assim, Bolsonaro, um político de perfil popular e avesso às formalidades e à institucionalidade do cargo, terminará o mandato sem igualar o feito de todos os presidentes que concorreram à reeleição desde a abertura dessa possibilidade, em 1997, durante o governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

Além do próprio FHC, que foi reconduzido pelos eleitores em 1998, conquistaram um segundo mandato consecutivo: Lula, em 2006, e Dilma Rousseff (PT), em 2014.

A disputa de 2022 opôs dois líderes de altíssima popularidade, que polarizaram a eleição com um enfrentamento baseado em acusações mútuas, ataques pessoais e disseminação de notícias falsas, numa guerra para além da oposição tradicional entre ideários de esquerda e direita. O clima hostil se estendeu à população, com casos de violência envolvendo apoiadores de ambos os lados.

A derrota de Bolsonaro do ponto de vista eleitoral não significa, contudo, seu fracasso em termos políticos. O presidente sai fortalecido e já é automaticamente considerado pré-candidato à sucessão de Lula, em 2026, dada a solidificação do bolsonarismo, corrente por ele iniciada.

O movimento, que combina conservadorismo nos costumes, traços nacionalistas e, ao menos no discurso, liberalismo econômico, assegurou nas eleições deste ano amplo espaço no Congresso e nas Assembleias Legislativas, além de presença em governos estaduais.

A onda de uma direita radical foi iniciada em 2018 justamente com a eleição de Bolsonaro, que inaugurou um novo ciclo no poder brasileiro. Sua ascensão se deu no momento em que líderes autoritários e populistas também despontavam em outros países com agendas de tom reacionário e nacionalista.

Mesmo fora da Presidência, Bolsonaro manterá influência sobre uma base de eleitores insuflada por ele ao longo dos últimos anos na direção de uma adoração fanatizada, impermeável a críticas e por vezes sectária. O apelo é reforçado por políticos aliados que ganharam assentos no Executivo e no Legislativo, com capilaridade territorial espalhada por estados e municípios. Além disso, os três filhos do presidente com mandato eletivo, moldados como seus legítimos representantes, dão suporte ao discurso paterno.

Dois dos herdeiros têm cadeira no Congresso: o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) ocupa vaga na Câmara Municipal do Rio de Janeiro enquanto dá as ordens na comunicação digital do pai. As redes sociais, usadas para disseminar narrativas favoráveis e desconstruir adversários, são parte do núcleo central bolsonarista.

A tendência agora é que o grupo minimize o inédito fracasso de um incumbente e busque liderar a oposição ao novo governo, para pavimentar o caminho para o eventual retorno da direita no futuro.

Caso o cenário se confirme daqui a quatro anos, será a cristalização da polarização das duas últimas eleições, que substituiu a dicotomia entre PT e PSDB vigente no período pós-redemocratização até o impeachment da petista Dilma Rousseff, em 2016.

A deterioração de Bolsonaro, eleito no segundo turno de 2018 com 55% dos votos válidos na disputa contra Fernando Haddad (PT), resultou de uma combinação de fatores: imagem pessoal desgastada, estagnação da economia, ameaça à estabilidade democrática e fragilização de políticas públicas em áreas como educação, saúde, proteção ambiental e cultura.
Capitão reformado do Exército e deputado do chamado baixo clero da Câmara por 28 anos, ele galvanizou na eleição passada sentimentos como antipetismo, antipolítica e antissistema e foi impulsionado na reta final daquela campanha pela sobrevivência a um atentado a faca. Uma vez no cargo, o mandatário se associou ao centrão, o bloco fisiológico do Congresso, que ganhou protagonismo, cargos e verbas.

O presidente derrotado se notabilizou também por promover uma escalada autoritária e golpista, com afrontas à Constituição e às instituições do Estado Democrático de Direito. Além de episódios de insultos a outros Poderes, sobretudo o Judiciário, Bolsonaro atacou sem provas o sistema eletrônico de votação, estimulando mentiras em série e alegando fraudes jamais confirmadas.

Por outro lado, conquistou a adesão de parcela significativa da sociedade com um discurso conservador, baseado em princípios como Deus, pátria, família e liberdade. A retórica atraiu grupos como evangélicos, militares, empresários, ruralistas, armamentistas e refratários de modo geral a agendas progressistas, como o combate à crise climática e a luta por direitos iguais para mulheres, negros e pessoas LGBTQIA+.
Encarnando o papel de uma figura messiânica escolhida para comandar o país, Bolsonaro montou uma base de apoio em parte radicalizada, que associa Lula a forças do mal. No pano de fundo, está uma luta para supostamente livrar o Brasil do risco de se afundar no comunismo.

A derrocada momentânea é o desfecho de uma trajetória de quatro tumultuados anos de governo, cujos pontos fracos foram evidenciados na campanha. O período foi marcado pela pandemia de Covid-19, que foi recebida por Bolsonaro com negacionismo científico e balançou os mercados globais. Sob sua gestão, o Brasil passou da nona posição entre as maiores economias do mundo, em 2018, para a 13ª, em 2021.

Houve ainda sucessivos desrespeitos à liturgia do cargo, levando o governo a sofrer críticas dentro e fora do país, especialmente por erros no enfrentamento à Covid, pelo isolamento do Brasil no cenário latino-americano e global e pela elevação nos indicadores de miséria e da fome.

Na pandemia, Bolsonaro sabotou medidas para frear a disseminação do vírus e evitar as mortes –que já passaram de 688 mil. Ele insuflou simpatizantes contra governos estaduais que estabeleceram restrições, contraindicou a vacinação e debochou de doentes, imitando em uma live uma pessoa com falta de ar.

Após passar boa parte do mandato sob avaliação negativa, Bolsonaro recuperou em parte a aprovação nos últimos meses, quando sua administração adotou uma série de medidas eleitoreiras, com pagamento de benefícios sociais e manobras para controlar artificialmente os preços de combustíveis e a inflação.

Em seu pior momento de popularidade, no último semestre de 2021, viu o seu governo ser reprovado por 53% dos brasileiros, de acordo com pesquisa Datafolha. Àquela altura a crise sanitária produzia recessão econômica e disparada do custo de vida, prejudicando sobretudo os mais pobres.

De lá para cá, os índices de avaliação ruim ou péssima decaíram, chegando à reta final do segundo turno no patamar de 39%, bem próximo do percentual dos que consideram o governo ótimo ou bom (38%).

O apoio de uma fatia considerável da população e do establishment político a Bolsonaro indica que, embora combalido neste momento, ele se firma como personagem incontornável no Brasil do século 21.

Agora RN

Jean acompanhou a apuração a no QG de Lula (Foto: cedida)


O senador Jean Paul Prates (PT) é um dos favoritos para assumir a presidência da Petrobras no terceiro mandato presidencial de Lula (PT).

O nome dele aparece em manchetes do Valor Econômico, O Globo, Estadão e Exame.

Outros nomes lembrados são José Sérgio Gabrielli, Maurício Tolmasquim e William Nozaki.

Jean foi um dos conselheiros de Lula na área energética e é um crítico da atual política de preços da Petrobras. Ontem ele estava com o agora presidente eleito.

Foto: Sergio Lima/Poder 360

O agora presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prometeu criar 13 ministérios durante sua campanha. Descontados os desmembramentos, a Esplanada sob Lula deve ter ao menos 34 ministérios.

O petista proibiu seus aliados de discutir espaços no governo durante a campanha presidencial. Dizia que isso era assunto para se tratar depois de ganhar a eleição. Agora, o debate será desinterditado.


 

 Foto: Betto Lopes/TV Fronteira

O Rio Grande do Norte registrou um percentual de 17,44% de abstenções no segundo turno das eleições presidenciais, que ocorreu neste domingo (30). De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 445.527 eleitores que estavam aptos a votar não foram às urnas escolher um candidato.

O número é menor do que a abstenção do primeiro turno, que foi de 18,18%, tendo 463.569 eleitores ausentes dos locais de votação.

Ao lado de Santa Catarina, que teve a mesma porcentagem, essa abstenção está entre as seis menores do país, atrás do Distrito Federal (16,7%), Paraíba (16,7%), Ceará (17,1%) e Pernambuco (17,3%).

No Brasil, ao todo, cerca de 32,2 milhões de pessoas se abstiveram, o equivalente a 20,95% dos eleitores. Essa foi a menor taxa de abstenção desde 2006 e a primeira vez que caiu em relação ao primeiro turno.

Ao todo, 2.108.799 eleitores votaram no Rio Grande do Norte neste domingo – cerca de 19 mil a mais que no primeiro turno. A votação foi apenas para um cargo, o de presidente.

Uma novidade neste segundo turno foi que o governo do RN concedeu passagem gratuita para eleitores que precisavam fazer viagens intermunicipais, que culminou com a emissão de quase 20 mil passagens, e a prefeitura de Natal concedeu transporte público gratuito, com os ônibus funcionando com catraca livre.

Com informações de g1-RN

 Foto: Reprodução

Como forma de minimizar a sensação de ruptura política e para que a transição de governo ocorra de maneira transparente, a Lei 10.609/2002 garante ao candidato eleito o direito de constituir uma equipe com 50 cargos especiais de transição governamental (CETG).

A equipe de transição tem por objetivo inteirar-se do funcionamento dos órgãos e entidades que compõem a administração pública federal, além de preparar os atos de iniciativa do novo presidente da República, a serem editados imediatamente após a posse.

Os membros serão indicados pelo candidato eleito e terão acesso às informações relativas às contas públicas, aos programas e aos projetos do Governo Federal. Eles serão supervisionados por um coordenador, a quem competirá requisitar as informações dos órgãos e entidades da administração pública.

Os titulares dos órgãos e entidades da administração pública ficam obrigados a fornecer as informações solicitadas, bem como a prestar-lhe o apoio técnico e administrativo necessários aos seus trabalhos. Os salários previstos para os CETGs variam de R$ 2.701,46 a R$ 17.327,65, a depender do posto.

A partir do segundo dia útil após a data do turno que decidir as eleições presidenciais, neste caso, a partir de terça-feira (1º), eles devem começar os trabalhos. A nomeação dos ocupantes dos cargos é feita pelo chefe da Casa Civil da presidência da República.

No prazo de até dez dias contados da posse do candidato eleito, os CETGs devem estar extintos obrigatoriamente. A lei que busca organizar o processo de transição governamental foi promulgada durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, em 2002. Lula (PT) foi o primeiro candidato eleito a ter uma equipe de transição.

CNN

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