Perdem os mandatos João Paulo Cunha, Valdemar Costa Neto e Pedro Henry; decisão deve ter efeito prático no ano que vem, mas Câmara já avisou que não cumprirá determinação


iG Brasília - O Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou nesta segunda-feira a cassação dos mandatos dos deputados federais Valdemar Costa Neto (PR-SP), João Paulo Cunha (PT-SP) e Pedro Henry (PP-MT), condenados à prisão no julgamento do mensalão . A medida abre uma crise institucional entre o STF e a Câmara Federal já que a Casa alega que a prerrogativa de cassação de mandato não é da Justiça, e sim do Poder Legislativo. Após a decisão, o presidente da Corte, Joaquim Barbosa, declarou o fim do julgamento após mais de quatro meses.
A liderança da Câmara já avisou que pretende não cumprir a decisão do STF, mas o ministro Celso de Mello alertou na sessão de hoje que, se essa medida for adotada, os responsáveis estão passíveis de crimes de ato de improbidade administrativa ou prevaricação, passíveis de prisão e até suspensão de direitos políticos. A fala do ministro soou como um recado a Marco Maia, presidente da Câmara, segundo quem a prerrogativa de cassar mandatos é exclusividade do Poder Legislativo.


Agência Brasil
Celso de Mello desempata a questão e STF determina a cassação automática do mandato de três deputados
A decisão do Supremo, no entanto, somente terá efeito prático no segundo semestre do ano que vem, no mínimo. Isso porque, apesar de ter determinado a cassação de mandato destes deputados federais, os efeitos somente valerão após esgotadas todas as possibilidades de recursos (trânsito em julgado da sentença). No caso da cassação de mandato, existe a possibilidade de pelo menos dois recursos: embargos de declaração e embargos infringentes. Ministros ouvidos pelo iG afirmam que qualquer execução de sentença do julgamento do mensalão somente deve ocorrer entre o segundo semestre de 2013 e início de 2014.
O primeiro visa discutir alguns detalhes que possam eventualmente ser considerados “obscuros” pelos advogados. O segundo visa discutir o mérito de uma condenação, quando a votação contrária ao réu teve votação apertada, como neste caso específico. E esses recursos somente podem ser impetrados a partir da publicação do acórdão. A tendência é que o Supremo publique esse documento somente em fevereiro ou março de 2013.
Votaram a favor da cassação do mandato o presidente do STF e relator do mensalão, Joaquim Barbosa, e os ministros Gilmar Mendes, Marco Aurélio Mello, Luiz Fux e Celso de Mello. Este último somente se pronunciou sobre o tema nesta segunda-feira, apesar de ter seu voto pronto há aproximadamente duas semanas. Votaram contra a cassação de mandato, os ministros Rosa Webber, Dias Toffoli, Cármen Lúcia e o revisor Ricardo Lewandowski.
A discussão toda esteve relacionada à interpretação do artigo 55 da Constituição, que trata de cassação de mandato. Segundo o inciso VI, desse artigo, o parlamentar é passível de cassação de mandato em caso de condenação criminal transitada em julgado. Mas, nesse caso específico, os ministros entenderam que cabe a aplicação do parágrafo 3º do artigo 55. Ou seja, em caso de condenação criminal, o ato da Câmara é meramente declaratório. 
Os ministros que votaram a favor da cassação de mandato entenderam que também se aplica o artigos 15 e 37 da Constituição, que tratam da suspensão dos direitos políticos. Segundo estes ministros, haveria uma incoerência formal deputados serem condenados à suspensão de direitos políticos por terem sido condenados em crimes como corrupção passiva e lavagem de dinheiro e ainda assim manter o seu mandato parlamentar.
O ministro Celso de Mello, por exemplo, chegou a defender em 1995 que essa prerrogativa fosse da Câmara, mas admitiu na sessão desta segunda-feira que o caso julgado nos anos 1990 não se aplicava o artigo 55 da Constituição, pois se tratava de “situações em que não se registrava a privação da liberdade”. Para Celso de Mello, a cassação pelo Supremo somente pode ser aplicada com apoio do artigo 92 do Código Penal. De acordo com a lei penal, no inciso I, é efeito condenatório a crime com pena superior a quatro anos “a perda de cargo, função pública ou mandato eletivo”.
“A perda do mandato estabelecida em decisão judicial fundamentada resultará na suspensão dos direitos políticos causada diretamente pela condenação criminal do congressista transitada em julgado, cabendo à Casa Legislativa meramente declarar esse fato da perda de mandato, com base no artigo 55 da Constituição Federal”, afirmou o ministro Celso de Mello. Os ministros que votaram contra a cassação de mandato entenderam que esse é um ato político e que deveria ter o aval da Câmara.
Desde a semana passada, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), afirma que não pretende cumprir a decisão do Supremo , pois ele acredita que essa prerrogativa é da casa. “A lei é clara: cassação de mandados de parlamentar só pelo Congresso Nacional. É a Câmara ou Senado quem decide. Os constituintes originários colocaram lá esse artigo para garantir a imunidade parlamentar e dar ao Legislativo a prerrogativa de cassar. Se a decisão do Supremo for pela cassação o tema será colocado em exame na Mesa. Mas a Câmara não vai cumprir e recorrerá ao próprio STF”, disse Maia ao iG .
Outros parlamentares endossaram as declarações do presidente da Câmara e até o presidente do PT, Rui Falcão, também se manifestou contrário à decisão do Supremo de cassar automaticamente o mandato de parlamentares durante o encontro da cúpula do partido. “Essa é uma decisão da Câmara”.
Esse tipo de declaração mereceu críticas do próprio Celso de Mello na sessão desta segunda-feira. Mello classificou como irresponsáveis e disse que o espírito de corporativismo e solidariedade da casa não pode justificar atos inaceitáveis, sendo passível que o presidente da Câmara responda por ato de improbidade administrativa ou crime de prevaricação por eventual descumprimento de decisão judicial.
“Inadmissível o comportamento de quem demonstrando não possuir o necessário senso de institucionalidade proclama que não cumprirá uma decisão transitada em julgado emanada do órgão judiciário”, disse o ministro. “Às partes interessadas, ninguém ignora, sempre poderão valer-se dos meios processuais destinados a provocar o reexame da matéria”, complementou. “Não se pode minimizar a função do STF em matéria constitucional, trata-se de decisões aqueu concretizam o próprio texto da constituição.”, disse em seguida.
Outros congressistas também declararam que não devem cumprir a decisão do Supremo. Mas na prática, essa problemática relacionada ao cumprimento ou não de uma decisão do Supremo caberá ao novo presidente da casa, provavelmente o líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN). O novo presidente toma posse no dia 2 de fevereiro de 2013.
Os deputados federais João Paulo Cunha, Valdemar Costa Neto e Pedro Henry (PP-MT) tiveram penas que variam de 7 a 9 anos. Cunha foi condenado a 9 anos e 4 meses de prisão pelos crimes de peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro; Costa Neto (PR-SP), a 7 anos e 10 meses por corrupção passiva e lavagem de dinheiro e Pedro Henry (PP-MT), a 7 anos e 2 meses.

 Turma de Formandos
O Jovem Abel Belarmino de Amorim Neto, filho do Prefeito de Rafael Godeiro, Dr. Abel Filho, concluiu o curso de medicina pela UFCG (Univercidade Federal de Campina Grande).
Parte das familias Jales e Belarmino Amorim com o novo médico Abel Neto
As festividades ocorreram durante toda a semana e se encerrará com o Baile de Formatura  neste sábado 15/12.
Os nossos parabéns ao jovem médico Abel Neto por sua conquista e felicitamos também sues pais, Dr. Abel Filho e a Professora Olga, os irmãos Diogo e Mabel por  esta importante vitória. Parabéns a todos!
Fonte: OlhoD'águaemDia



Não fosse uma rápida troca de tiros entre bandidos e vigilantes, o maior roubo da história do Rio Grande do Norte teria sido tão fácil como tirar pirulito da mão de uma criança. O assalto aconteceu em maio de 1982, na efervescência da pré-campanha eleitoral para prefeito, vereador, deputado estadual e federal, senador e, pela primeira vez desde o AI-5, para governador, encerrando um ciclo de biônicos indicados pelo regime militar.

O assalto ocorreu entre as cidades de Caraúbas e Olho D'Água dos Borges, na região Oeste. O dinheiro, 94 milhões de cruzeiros destinados ao pagamento dos trabalhadores da emergência, era levado num veículo tipo Brasília. Estava em dois malotes. O bando estava num Opala ocupado por Vanzinho, Branquinho, Sidney e Maurício Carneiro.

Alguns detalhes desse assalto foram revelados em livro escrito por José Viana Ramalho, Dudé, que passou 20 meses preso, acusado de participação no roubo.Neste final de semana, novos detalhes vieram a público, contados por um dos protagonistas do assalto: o agropecuarista na época -  e hoje cantor evangélico - José Vantuil Carneiro, o Vanzinho, condenado por este e outros crimes a 142 anos de prisão, mas que está livre, após cumprir a pena.

"A ideia era pegar 600 milhões de cruzeiros, direto do avião, mas houve um acidente de trânsito que impediu a ação no aeroporto [de Mossoró]", cofessa Vanzinho, ao participar do "Cafezinho com César Santos", do Jornal de Fato, de Mossoró.

Ele confirma que o dinheiro foi roubado para financiar a campanha de Zimar Fernandes, candidato a prefeito de Caraúbas, e não para capitalizar o bando ou para compra de armas, como são comuns nesse tipo de crime. Vanzinho conta um fato pitoresco:

"Nós enterramos um saco do dinheiro no curral. Algum tempo depois cheguei na fazenda (Timbaúba, em Caraúbas) para pegar o restante do dinheiro. Eu era foragido da polícia, cheguei na propriedade, que estava fechada, e encontrei o saco de dinheiro dentro do curral. Estavam lá 54 milhões [de cruzeiros, a moeda da época]".

Na entrevista, Vanzinho inocenta Doutor Carneiro - considerado na época o "líder da quadrilha"- de qualquer participação no assalto. Na entrevista ele conta também como nasceram as divergências com outras famílias da região. As rixas terminara, numa sucessão de assassinatos, que tiveram como vítimas, entre tantas, os ex-prefeitos Zimar Fernandes e Agnelo Pereira e o advogado Antonino Carneiro Filho, o "Tonininho."
Fonte: JORNAL TRIBUNA DO NORTE


 (Divulgação)
A Terra não é azul. Se o mundo realmente acabar nos próximos dias, sua última imagem será em preto e branco. Para delírio de sua apaixonada torcida, que deu mais uma prova de amor inacreditável ao tomar o Japão, o Corinthians fez 1 a 0 no Chelsea e conquistou o Mundial.

Nem as superstições ajudaram os ingleses neste domingo. Jogando na Terra do Sol Nascente e fundado em um pub coincidentemente chamado de The Rising Sun em 1905, o clube não brilhou em Yokohama. A luz do lampião – sob a qual nasceu o Timão na esquina das ruas Cônego Martins e dos Imigrantes, em 1910 – foi mais forte e iluminou a equipe brasileira.

Guerrero balançou a rede de Petr Cech e foi um monstro em campo, assim como Cássio e Danilo, mas o astro-rei foi a Fiel, que não se satisfez com uma invasão histórica. Quase 30 mil corintianos cantaram sem parar no Estádio Internacional e empurraram o time do povo, que “nesta noite” tinha que ganhar.

Desta vez, os alvinegros uniram a prova de amor ao orgulho da conquista, que teve o sofrimento do qual eles se alimentam. Na decisão, a exemplo do que havia ocorrido na semifinal contra o Al Ahly, houve bastante dificuldade para os comandados de Tite.

A estratégia alvinegra na decisão foi impedir a saída de bola com os técnicos volantes do Chelsea, Ramires e Lampard. A ideia era que os ingleses apostassem em bolas longas, o que funcionou, mas o sistema defensivo tinha dificuldade para cortar os lançamentos.

Assim, os primeiros minutos foram dos ingleses, que só não marcaram com Cahill em escanteio por milagre de Cássio com a coxa. Aos poucos, no entanto, o Corinthians começou a colocar a bola no chão e atacar com perigo quando roubava a bola em boa posição.

Jorge acompanhava Cole pela direita, mas Emerson não tinha o posicionamento esperado, aberto pela esquerda. O Sheik estava solto no meio, nas costas do volantes, pois não precisava acompanhar o lateral direito Ivanovic, que avança raramente.

Atuando perto de Guerrero, que fazia mais uma boa partida e levava ampla vantagem sobre o fraco Cahill, Emerson teve duas oportunidades. Em uma delas, completando chute do peruano, chegou a beliscar o poste esquerdo do goleiro Cech.

Talvez cansado da marcação forte, o Timão caiu na parte final do primeiro tempo. Paulo André teve de tirar a bola de Moses na risca da pequena área e Cássio precisou fazer duas grandes defesas – um milagre em chute de Moses – para manter o placar zerado até o intervalo.

A etapa derradeira começou com o Chelsea ainda melhor. Hazard recebeu na área e teve o ângulo fechado pelo enorme Cássio antes que o Corinthians se assentasse em campo e passasse a se desdobrar no meio-campo para frustrar os ingleses.

Emerson, apesar de abusar dos lances individuais, corria demais. Danilo aliava a raça para marcar até a linha de fundo com uma calma impressionante com a bola no pé. E Paulinho e Guerrero começavam a aparecer em jogadas perigosas no ataque.

Aos 23 minutos, aconteceu a jogada histórica. Paulinho tabelou com Jorge, carregou pelo meio da área e deixou para Danilo finalizar. O meia cortou para o pé direito, foi travado e, com Petr Cech no chão, viu Guerrero balançar a rede de cabeça.

A partir daí, o time do povo aliou a inteligência à raça. Trocou passes, enervou os ingleses e não perdeu o controle nem mesmo com as tentativas de Rafael Benítez de acionar Oscar, Azpilicueta e Marin. Mas, sem um sofrimento extra, não seria Corinthians. Por isso, houve sufoco nos minutos finais e a bola se ofereceu a Fernando Torres a um passo da pequena área, para mais uma defesa de Cássio, alçado definitivamente a um posto de destaque na história do Corinthians.

Cahill foi expulso e, com um a menos, o Chelsea chegou a balançar a rede com Fernando Torres, para desespero de corintianos em todo o planeta. A bandeira subiu, o espanhol estava em posição de impedimento. O Timão é o campeão do mundo.

Do Superesportes
A TRIBUNA DO NORTE voltou esta semana às cidades visitadas em maio passado. O cenário é praticamente o mesmo. Intacta, mesmo, a esperança do sertanejo.
Preparar a forragem do gado foi substituído pela espera da ração distribuída pelo Governo do Estado. A coleta do leite se manteve, mas em menor escala, tendo em vista que o número de animais diminuiu drasticamente e os que ficaram pouco dão leite. Por último, organizar a produção do assentamento passou a ter novas obrigações. Transportar cadáveres de bois e vacas até o cemitério improvisado pelos colonos, viagens ao escritório do Banco do Nordeste de Caicó para tentar financiamentos, entre outros afazeres. Francisco das Chagas e seus 62 vizinhos fazem parte de um grupo crescente no interior do Rio Grande, o grupo daqueles que dependem quase que exclusivamente da política assistencial do poder público para persistir em seu trabalho.
Hoje pelos menos 17 mil agropecuaristas do Rio Grande do Norte contam com a ajuda de instituições públicas para manter o rebanho e a produção. O número à primeira vista impõe respeito, mas se intimida diante do universo geral de produtores do Estado. Segundo dados do Idiarn, existem hoje mais de 48 mil criadores de gado registrados no Estado. Pouco mais de três mil são atendidos pela distribuição de sorgo e milho do Governo do Estado, segundo dados da Emater. Além disso, cerca de 14 mil produtores compram milho a um preço abaixo do mercado através da Conab.
Segundo os próprios atingidos, é por conta de números como esses que a situação das comunidades rurais no interior do Estado pouco mudou desde o início da estiagem. A TRIBUNA DO NORTE visitou várias cidades em maio e registrou as dificuldades encontradas por conta da seca. Francisco das Chagas foi um dos entrevistados. Sete meses depois a situação pouco mudou. “Temos menos bichos morrendo, mas isso é porque boa parte do rebanho morreu naquela época”, lamenta o criador. Até dezembro cerca de 50 animais morreram no assentamento Seridó.
A principal dificuldade a persistir na vida das comunidades rurais do interior do Estado é a falta de pasto e água para o gado. “Existe a ração do Governo do Estado e o milho da Conab, mas nem todos os colonos conseguem ter acesso. O cadastro não contempla todos”, diz Francisco das Chagas. Com os reservatórios esvaziados e o chão tão seco que até a palma e o xique-xique começa a murchar, os produtores têm duas possibilidades: ou compram a ração ou esperam pelo Governo. Os “menores” não tem como desembolsar o necessário para comprar ração. Dependem dos governos.
Aqueles com um rebanho maior – e mais condição financeira – passaram a bancar do próprio bolso a sobrevivência do rebanho. Isso inclui contrair empréstimos, principalmente na linha de financiamento emergencial para seca, disponibilizada pelo Banco do Nordeste. Ubirajara Lopes de Araújo é um dos que conseguiu acesso ao recurso. O agricultor gastou cerca de R$ 20 mil desde maio apenas para conseguir manter em pé as 160 cabeças de gado que possui na fazenda Estreito. “A única ajuda que eu tenho é o milho comprado na Conab. O açude secou e dependemos da Operação Pipa para abastecer a casa”, aponta Ubirajara.
Com as dificuldades advindas com a seca, e que persistem desde a primeira metade de 2012, a produção de leite tem sido fortemente influenciada no Seridó. Em alguns locais, a diminuição chega a 40%.
Fonte: Robson Pires


Prefeito eleito Manoel Cândido teve registro cassado pela Justiça.
O Prefleito eleito Manoel Cândido não será diplomado na próxima segunda-feira, 17. O clima é de tensão no município de Serra do Mel, quanto a diplomação do prefeito eleito daquele município. O Juiz havia decidido a diplomação do 2º colocado, mas desistiu formalmente.

No início da semana, o Juiz Eleitoral da 34ª Zona de Mossoró, Pedro Cordeiro Júnior, mudou o local e alterou horário da diplomação dos eleitos naquele município. Como já havia sido noticiado, a cerimônia de diplomação do prefeito-eleito, vice-prefeito, vereadores e os respectivos suplentes de cada coligação partidária seria realizada na próxima segunda-feira, 17, às 18h, na Câmara Municipal de Serra do Mel.

No entanto, na manhã de hoje, 14, o juiz Pedro Cordeiro Júnior determinou ao cartório eleitoral que se abstenha de expedir diploma em favor dos candidatos que concorrem as eleições majoritárias daquele município, até posterior deliberação, cabendo ao novo presidente da câmara municipal de Serra do Mel, que possa exercer o cargo, até que sobrevenha decisão favorável no processo de registro ou a realização de novas eleições, com a posse do eleito. " Se nas eleições majoritárias, se, à data da respectiva posse, não houver candidato diplomado, caberá ao presidente do poder legislativo assumir e exercer o cargo. No caso da aplicação do art.224 do CE, o presidente do legislativo municipal é o único legitimado a assumir a chefia do executivo municipal, interinamente, até a realização de novo pleito", diz a nota.

Ainda no mesmo procedimento administrativo, o magistrado requer ao Tribunal Regional Eleitoral - TRE, a realização de nova eleição em Serra do Mel. "Se a nulidade dos votos dados a candidatos com registro indeferido for superior a 50% da votação válida e se já houver decisão do Tribunal Superior Eleitoral indeferitória do pedido de registro, deverão ser realizadas novas eleições imediatamente", incide a regra contida no art. 180 da resolução nº 23.372/2011.

O candidato Manoel Cândido da Costa obteve a maioria dos votos válidos no pleito majoritário, mas teve seu registro indeferido, inclusive mantido o indeferimento pelo Tribunal Superior Eleitoral, em 25 de outubro. Há recurso extraordinariamente no Supremo Tribunal Federal. Por tanto, embora tenha obtido a maioria dos votos válidos, Manoel Cândido está impossibilitado de ser diplomado, em razão de seu registro encontra-se Sub Judice.
Fonte: Jornal Correio da Tarde, Mossoró-RN.

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REVISTA ÉPOCA REVELA DETALHES DAS ARTICULAÇÕES DA QUADRILHA
O artigo do  jornalista Carlos Chagas publicado no  site de Cláudio Humberto, afirma que a quadrilha que fraudava pareceres técnicos do governo Dilma Rousseff, revelada pela Operação Porto Seguro, da Polícia Federal, planejou "melar" o julgamento do mensalão, segundo mostram detalhes da investigação divulgados pela revista Época que circula neste final de semana. O relatório da Polícia Federal transcreve conversas telefônicas entre integrantes da quadrilha, como Rosemary Nóvoa de Noronha, a "Rose", amiga íntima do ex-presidente Lula, e os irmão Paiulo e Rubens Vieira, respectivamente ex-diretores das agências reguladoras ANA (águas) e Anac (Aviação Civil). Nas conversas interceptadas com autorizaçãojudicial, aparecem pelo menos 18 autoridades com direito a foro privilegiado, como ministros do Supremo Tribunal Federal (Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli), o ministro-chefe da Advocacia Geral da União, Luiz Inácio Adams, o presidente do Senado, José Sarney, e o deputado federal Valdemar Costa Neto (PR-SP). um dos fatos mais graves da reportagem relata articulações para tumultuar o julgamento ou para direcionar os votos dos ministros, inclusive um jantar que reuniu Sarney e seu ex-ministro da Justiça Saulo Ramos na casa do ex-senador Gilberto Miranda. Nesse encontro, o fanfarrão Saulo Ramos teria garantido que conseguiria protelar o julgamento do mensalão por três anos, caso fosse contratado para defender Valdemar Costa Neto. Paulo Vieira trocou 38 telefonemas com Costa Neto e com "Rose" tentando salvar a pele do deputado e também do ex-ministro José Dirceu no julgamento do mensalão, inclusive orientando Valdemar a procurar o prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho (PT), amigo pessoal do ex-presidente Lula e do ministro Lewandowski. Nas conversas, José Dirceu é tratado por "JD" e Lula é identificado por Rose como "Deus". Valdemar Costa Neto não tem do que se queixar: afinal, por influência do revisor Lewandowski, cujo voto foi seguido pela maioria dos ministros do STF, ele foi condenado a pouco mais de sete anos de prisão, pena insuficiente para que seja obrigado a cumpri-la em regime fechado.
O ministro Garibaldi Filho estava que era uma simpatia só, na diplomação dos eleitos, hoje em Natal.
Simpatia que é marca do ministro…
Além dos cumprimentos em forma de pazes com o primo-prefeito Carlos Eduardo, Gari também posou ao lado da vice-prefeita Wilma de Faria.
De quem não é…tão….amigo assim…

Wilma e Garibaldi (Foto: Cláudio Abdon)

Fonte Thaisa Galvão

Diante da recusa da mesa diretora da Assembleia Legislativa de cumprir a determinação para a posse imediata do suplente José Adécio (DEM) em substituição ao deputado Dibson Nasser (PSDB), que teve mandato cassado pela Justiça Eleitoral, o  juiz federal Jailsom Leandro, membro da Corte, encaminhou ofício à AL, na manhã desta sexta (14), cobrando explicações pelo descumprimento da decisão do TRE. Deu um prazo de 24 horas.

Abelhinha.com

Brasília - O candidato mais votado para a prefeitura de Teresópolis (RJ), Mário Tricano (PP), teve o registro negado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O registro já havia sido rejeitado pelo juiz de primeira instância e pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ). Ainda assim, o candidato concorreu nas eleições e recebeu mais de 27 mil votos no pleito de outubro.
Tricano foi condenado por abuso de poder político e econômico e uso indevido dos meios de comunicação nas eleições de 2008 e ficará inelegível até 2016 devido à Lei da Ficha Limpa. O único ministro a liberar o registro foi o relator do processo, ministro Marco Aurélio Mello. Segundo ele, a Lei da Ficha Limpa não pode ser aplicada a casos que ocorreram antes de ser editada.
“A primeira condição da segurança jurídica é a irretroatividade da lei”, disse. A posição de Marco Aurélio é conflitante com o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o assunto. “Se assim é, e penso que não é, o caso me compele à insubordinação, à resistência democrática e republicana”, sustentou o ministro.
Com a decisão do TSE, o novo prefeito de Teresópolis será Arlei de Oliveira Rosa (PMDB), que recebeu 24,8 mil votos.
Fonte: Agência Brasil

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GOVERNADOR DE PERNAMBUCO  EDUARDO CAMPOS
A perspectiva de ter o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), como adversário na disputa pela Presidência em 2014 já faz com que petistas pensem num acordo em que o PT abriria mão de encabeçar a chapa em 2018, privilegiando Campos, disse um membro da cúpula do PT. O nome de Campos para a disputa presidencial ganhou força após as eleições municipais deste ano, quando o PSB, partido que ele preside, elegeu mais de 440 prefeitos e chegou ao comando de cinco capitais. "Acho que vamos ter que fazer uma negociação forte com o PSB sobre as perspectivas de se manter dentro da (atual) aliança", disse o petista sob condição de anonimato. Essa negociação, segundo a fonte, envolveria o apoio do PT a Campos para a Presidência em 2018, quando a presidenta Dilma Rousseff completaria seu segundo mandato, se reeleita em 2014. Informações da Reuters.

Fonte: Cláudio Humberto.com.br


Pelo menos três candidatos já confirmaram suas pré-candidaturas à sucessão do reitor Milton Marques de Medeiros, na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN). O primeiro a anunciar o projeto foi o diretor do Campus de Pau dos Ferros, professor Gilton Sampaio que já foi candidato na última campanha. Nessa quinta-feira, 13, ele recebeu o apoio dos professores Afrânio Câmara, diretor do Campus de Assú, e Josenir Calixta, diretor do Campus de Patu. Gilton já tinha conquistado maioria do chamado “Grupo dos 7” criado para escolher, em grupo, quem seria o melhor candidato da oposição.
Prof. Pedro Fernandes deverá contar com o apoio do Reitor Milton Marques
O pró-reitor de pesquisa, Pedro Fernandes, também confirmou sua pré-candidatura com apoio do reitor Milton Marques de Medeiros. Mas ele não é o único postulante da situação. Quem também anunciou interesse de concorrer ao pleito, foi a pró-reitora de Ensino da Graduação, Moêmia Gomes.  O professor Edinaldo Tibúrcio Gonçalo, o Tebas, coordenador de diretoria administrativa do Campus Central, disse que o movimento em torno do nome da pró-reitora é forte e sólido.
Reitor Milton Marques deverá apoiar Pedro Fernandes

O terceiro nome no páreo é o da professora Ana Dantas, diretor do Campus de Natal, que aposta numa candidatura de “centro” – nem esquerda, nem direita. Um comportamento que há muito não se via nas atividades políticas nacionais. Ela rompeu com o Grupo dos 7 para poder instituir essa postura política. Ana recebeu o apoio do ex-reitor Walter Fonseca que fez o anúncio público a partir da rede social Facebook.
ADUERN - A Associação dos Docentes da UERN (Aduern) anunciou, através do seu presidente, Flaubert Torquato, que não assumirá nenhuma das candidaturas e não se envolverá diretamente na campanha. “Vamos indicar um membro para a comissão eleitoral e propor o debate”, disse Flaubert que também não tomou uma posição pessoal. “Vamos esperar a definição do quadro”, finalizou.

Fonte: Jornal de Fato, Mossoró-RN
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