O senador sergipano disse que, "como JK", não tem compromisso com o erro e que o "desastre" do atual governo impõe o voto no candidato do PT
Ele deu a declaração em seu perfil no Twitter nesta terça-feira (25), a quatro dias do segundo turno das eleições, marcado para domingo (30). Lula prometeu diversas vezes, ao longo da campanha, não tentar a reeleição se vencer.
Veja o Tweet:
O Antagonista
Os eleitores de todo país têm até o próximo sábado (29), véspera do segundo turno das eleições que ocorrem no domingo (30), para baixar ou atualizar o e-Título, documento eletrônico de identificação que substitui a versão impressa do título de eleitor.
Implementado em 2018, e-Título pode ser baixado no celular para ser apresentado no momento da votação, caso esteja atualizado e com foto. Ele também pode ser utilizado para consultar o local de votação, bem como justificar ausência às urnas, emitir certidão de quitação eleitoral e nada consta criminal, entre outros serviços.
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), até a véspera do primeiro turno, que ocorreu no dia 2 de outubro, cerca de 30 milhões de eleitores ativaram o aplicativo no Brasil e no exterior. Deste total, 13 milhões de ativações foram efetivadas em 2022.
O TSE explica que o eleitor precisa ter um registro na Justiça Eleitoral para liberar o título digital, que pode ser acessado a qualquer momento. Depois de baixar o aplicativo, basta inserir os dados pessoais solicitados e responder a algumas perguntas. Para validar o acesso, as informações são cruzadas com as que constam no sistema da Justiça Eleitoral.
Ainda segundo o tribunal, eleitores que já têm o e-Título devem verificar se está tudo certo, mantendo o aplicativo atualizado. Dificuldades costumam ser resolvidas com a reinstalação do aplicativo. “Porém, a orientação é que eleitores não deixem para a última hora, pois no dia da eleição não será possível resolver eventuais problemas com o uso do app”.
Agência Brasil
Após registrar um aumento significativo no fluxo de passageiros na tarde desta terça-feira (25) na rodoviária de Natal em busca do passe livre intermunicipal, a Transpasse ampliou o horário de funcionamento até às 22 horas.
Ainda de acordo com a empresa, foram realizadas, até às 16h30 de hoje, 11.260 entregas de passagens de ida e volta para os eleitores potiguares de forma gratuita. A alta procura fez com que bilhetes de passagens com saída de Natal com destino as cidades de Assu, Messias Targino, Janduis, Campo Grande, Lajes, Paraú, Triunfo Potiguar, Caraúbas e Apodi esgotassem.
Para ter direito ao passe livre intermunicipal, o eleitor precisa emitir os bilhetes de ida e volta, antecipadamente, até a próxima sexta (28). No caso do transporte metropolitano, o acesso será livre durante todo o domingo (30).
O benefício faz parte de uma medida implementada pelo Governo do estado, que vai oferecer transporte gratuito, no 2º turno das Eleições, para o interior do estado, além da Região Metropolitana. A proposta foi seguida pela Prefeitura de Natal, que anuncinou ontem (24) passe livre na capital no próximo domingo (30).
Portal da Tropical
Novembro é um mês marcado pelo Dia de Finados, uma data que pode ser difícil para pessoas que perderam um ente querido. O dia em si é um marco que convida a parar um pouco para lembrar dos que já foram. Mas, se para adultos lidar com o vazio da perda já é uma missão que demanda muita maturidade emocional e reflexão, como esse processo de adaptação ao luto acontece com as crianças?
Pelo fato de ainda estarem em desenvolvimento cognitivo e emocional, o tema morte ainda é muito subjetivo para as crianças menores. Dentro desse contexto, cabe aos adultos responsáveis introduzirem o tema, deixando de lado os tabus que envolvem o assunto e o tratando com naturalidade.
Em Natal, cemitérios e crematórios já se preparam para receber um grande fluxo de visitantes durante o mês, mais especificamente no dia 2 de novembro, e a dúvida de muitos pais é se é ou não recomendado levar crianças junto. Para Beatriz Mendes, psicóloga especialista em luto no cemitério e crematório Morada da Paz, o importante antes de tudo é iniciar um diálogo prévio sobre o assunto.
“A recomendação é que os pais possam pensar junto à criança sobre essa possibilidade. Elas jamais devem ser obrigadas a ir. Quando a questão é a participação dos pequenos em rituais, é importante levar em consideração a idade, e preparar a criança para o que ela vai encontrar e como funcionará o momento da despedida. Diante disso, ela poderá ter mais recursos para decidir ir ou não”, explica Beatriz.
Caso a criança deseje ir, a psicóloga reforça que, mesmo depois de prepará-la para o que vai acontecer, é importante que os responsáveis se mantenham sempre presentes e atentos aos sinais que ela dá. “Em um momento tão sensível e, provavelmente, tão novo na vida da criança, é importante ter alguém de confiança respeitando suas necessidades, inclusive se ela desejar voltar para casa”.
É compreensível que os pais, na tentativa de se blindarem de conversas difíceis e de proteger a criança da dor do luto, acabem excluindo os pequenos desse momento, não dando a eles a chance de se despedirem. Porém, a psicóloga Beatriz Mendes reforça que esse é um momento para ser vivido como uma família.
“É importante que a criança possa ter acesso imediato à informação correta sobre o que aconteceu e a possibilidade de fazer perguntas. Além disso, o mais saudável é deixar que a criança participe do luto familiar, entendendo que ela terá espaço para expressar seus sentimentos, bem como manter a pessoa falecida em suas lembranças”, finaliza.
Levantamento foi feito com 1.100 entrevistados por telefone entre os dias 22 e 24 de outubro; margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos
Texto diz que petista "já demonstrou suas qualidades como gestor e provou sua inocência após massacre judicial", liga Bolsonaro à milícia e defende TSE
Representantes da elite econômica do país gravaram depoimentos em apoio ao ex-presidente Lula (PT), que disputa a Presidência da República com o atual mandatário Jair Bolsonaro (PL).
A iniciativa ocorreu após um coquetel com Simone Tebet (MDB) na noite de segunda-feira 17, em São Paulo. Ex-candidata ao Planalto, a senadora agora apoia o petista e se reuniu com indecisos da área financeira.
O encontro contou com sugestões de roteiros para quem quisesse gravar vídeos para pedir voto para Luiz Inácio Lula da Silva.
Além da própria Tebet, gravaram mensagens o economista Armínio Fraga, o médico José Luiz Setúbal, a especialista em desenvolvimento econômico Isabela Rahal, o economista Eduardo Gianetti, o engenheiro Marcelo Brito, a advogada Estela Aranha, entre outros.
O encontro reuniu cerca de 650 convidados, muitos deles indecisos e eleitores de Bolsonaro em 2018. O evento foi organizado pela advogada Maria Stella Gregori, pelos editores Marisa Moreira Salles e Tomas Alvim, a socióloga Neca Setúbal, herdeira do Itaú, a ambientalista Teresa Bracher e Ana Paula Guerra.
Compareceram representantes de diferentes setores da elite financeira.
Agora RN
Estão sendo ofertadas 102 vagas para o cargo de soldado e 02 vagas para o quadro de Oficial da Saúde. Contudo, as provas objetivas e dissertativas serão realizadas no dia 08 de janeiro de 2023. O Diário Oficial do Estado do RN desta terça-feira (25) traz os detalhes do certame.
Os conteúdos programáticos para todas as provas do concurso serão disponibilizados no site da Comperve (www.comperve.ufrn.br), a partir desta quarta-feira (26). Entretanto, o nível de escolaridade exigido pelo certame é o ensino superior. A remuneração inicial para o cargo de soldado é de R$ 3.929,01 e para o quadro de oficial da saúde é de R$ 10.804,77.
De acordo com o comandante-geral do CBMRN, coronel Luiz Monteiro Júnior, o concurso público para Bombeiros do RN renova os quadros de praças e oficiais da corporação. “Foram autorizadas 104 vagas. É mais uma grande notícia para o nosso CBMRN.
Confira o cronograma e mais informações sobre o certame:
A CONTINUIDADE DA DEMOCRACIA DEPENDE DESSA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL SER VENCIDA POR LULA
A governadora Fátima Bezerra, que coordena a campanha de Lula no Rio Grande do Norte, chamou atenção nesta terça-feira (25) para a necessidade de ampliar a votação do ex-presidente.
"Essa é a eleição de nossas vidas", ressaltou a governadora.
FONTE: thaisagalvao.com.br
Fenajud, Fenajufe e Fenamp se manifestaram em carta; decisão é inédita
O ex-presidente divulgou hoje um artigo em que critica Jair Bolsonaro e fala dos sistemáticos ataques do Poder Executivo em relação ao Judiciário
O Colégio Porto está com inscrições abertas para a prova de bolsas acadêmicas com até 100% desconto para novos alunos do Ensino Médio em 2023. Podem participar qualquer aluno sem vínculo com o Colégio Porto e que esteja cursando, no ano letivo de 2022, o 9º ano do Ensino Fundamental II e a 1ª e 2ª séries do Ensino Médio. Serão concedidas três bolsas por série, definidas de acordo com o ranking de desempenho da prova.
As inscrições seguem até às 23h59 do dia 1º de novembro e o edital e formulário estão disponíveis no link da bio do Instagram da escola (@colegio.porto). As provas acontecem nos dias 5 e 6 de novembro, na sede do colégio, das 8h às 13h30 no primeiro dia e das 8h às 13h no segundo. Os portões serão abertos às 6h45 e fechados, pontualmente, às 7h30, nos dois dias.
Nas provas destinadas aos alunos do 9º ano serão 120 questões objetivas, sendo 30 de cada área de conhecimento, e uma redação. Já os candidatos da 1ª e 2ª séries irão responder 180 questões objetivas, sendo 45 de cada área de conhecimento, e uma redação.
Para a bolsa de 100%, o candidato deverá acertar pelo menos 85% em todas as áreas do conhecimento. Para a de 50%, o percentual de acerto deverá ficar entre 75% e 84%. Já para a bolsa de 35%, o candidato deve acertar entre 65% e 74% das questões. Os alunos contemplados terão direito a usufruir da bolsa acadêmica durante toda sua permanência ativa no Colégio Porto, mediante manutenção do seu desempenho acadêmico trimestralmente.
“A ideia da prova de bolsas acadêmicas é oportunizar a inclusão de estudantes em um sistema de ensino reconhecido pela qualidade. São jovens que vão poder, por meio do estudo, conseguir aprimorar ainda mais o conhecimento e enxergarem boas oportunidades no futuro”, resumiu o professor André Cury, diretor do Colégio Porto.

As micro e pequenas empresas já são responsáveis por 30% do PIB (Produto Interno Bruto), o conjunto de produtos, serviços e riquezas produzidas no país. Com um faturamento que chega a R$ 3 trilhões por ano, o setor é responsável por 78% dos empregos gerados, além de promover em larga escala a inclusão produtiva dos MEIs (microempreendedores individuais).
Diferentes fatores determinam a classificação das empresas nesse segmento, e o critério preponderante é o do faturamento anual. De acordo com Alexandre Iwata, secretário especial de produtividade e competitividade do Ministério da Economia, “no caso do MEI, estão empresas com faturamento anual de até R$ 81 mil. As microempresas são as que faturam até R$ 360 mil por ano, e as pequenas empresas são aquelas que têm faturamento de R$ 360 mil até R$ 4,8 milhões”.
O setor de serviços é o que mais detém micro e pequenas empresas e microempreendedores individuais, com mais da metade dos cadastros ativos no país. Também se destacam o comércio, a indústria e a construção civil.
Essa concentração na área de serviços é comum nas economias maduras, por alavancar os arranjos produtivos dos demais setores, o que impulsiona a criação de empregos. “Quando a gente olha a geração de empregos que o Brasil teve ao longo deste ano de 2022, de quase 1,9 milhão de postos formais, 72% foram justamente no segmento de micro e pequenas empresas. E aí, novamente, o setor de serviços teve uma representatividade importante”, destaca Iwata.
Desburocratização
Outro fator que acelerou a criação de arranjos produtivos no país foi o processo de abertura do CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica). O tempo gasto para abrir uma empresa no país vem diminuindo desde 2019: ele era de 5 a 6 dias e, desde agosto deste ano, o tempo médio é de 23 horas. Em alguns estados, já é possível criar um CNPJ em apenas 5 horas.
Tal facilidade revela um ambiente de negócios favorável à abertura de novas empresas, o que é visto por empresários nacionais como um diferencial, um avanço, que reflete a adoção de medidas para reduzir a burocracia e facilitar a vida de quem quer empreender. “Para a gente chegar a essa marca, teve todo um processo de facilitação regulatória, não foi um ato isolado. Houve o marco de melhoria do ambiente de negócios, uma medida provisória de 2021. Antes disso, foi criada a Lei da Liberdade Econômica, com a definição de atividade de baixo risco. Nela foram identificadas cerca de 300 atividades que, para entrar em operação, não precisavam de alvará, e isso trouxe uma celeridade muito grande para a empresa poder começar a funcionar”, explica o secretário especial do Ministério da Economia.
Além da redução de tempo, as novas empresas também ganham a facilidade da assinatura digital, que dispensa o empreendedor de preparar toda a documentação em cartório. Eles também ficaram livres de licenciamento ambiental e de autorização de órgãos como o Corpo de Bombeiros e a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
Tecnologia 5G impulsiona os negócios
A implantação da tecnologia 5G no Brasil simboliza uma grande oportunidade para micro e pequenos empreendedores, especialmente pela demanda por desenvolvimento de softwares e outras soluções digitais, relacionadas com a automação industrial, estimada em R$ 101 bilhões até 2030, segundo informa Iwata. Ele afirma, ainda, que o 5G terá outros impactos positivos, como ganhos de produtividade e redução de custos.
A demanda por inovação tecnológica é outra fonte de oportunidades para as novas empresas, em especial para as startups, um segmento que vem crescendo muito no país, com o apoio de políticas públicas específicas.
R7
A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, e todos que a acompanhavam em atividade política no começo da noite deste domingo (23), em Macaíba, estão bem.
Ninguém da comitiva foi atingido pelos tiros disparados por um homem que trafegava em motocicleta nas proximidades do evento.
A equipe de segurança da governadora agiu prontamente para proteger os participantes da atividade e, desde o momento do ocorrido, as polícias Civil e Militar estão fazendo diligências para apurar os fatos.
Coordenação da campanha Lula Presidente no Rio Grande do Norte
Bolsonaro foi vítima dos arquivos.
Como assim, não tem fotos?

FONTE: thaisagalvao.com.br
Professora Céli Pinto. Foto: Reprodução
“No caso da vitória de [Jair] Bolsonaro, a democracia a curto, e possivelmente médio prazo, não tem futuro”, afirmou a historiadora Céli Pinto durante debate cujo tema era “Eleições brasileiras em 2022: o futuro da democracia”.
“Não tem futuro porque está explícito no projeto bolsonarista a ‘hungrialização’ do Brasil”, completou a professora emérita da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul).
“Hungrialização” é uma referência ao processo vivido pela Hungria desde que o ultraconservador Viktor Orbán se tornou primeiro-ministro em 2010, conduzindo no país um processo de corrosão da democracia sem nunca chegar a deslanchar um golpe de Estado clássico.
O caso húngaro é estudado por pensadores tão diferentes quanto Steven Levitsky e Francis Fukuyama, entre outros, que analisam como Orbán e vários autocratas modernos usam os próprios canais democráticos para implantar um governo autoritário.
A receita praticada mundo afora envolve, entre outros caminhos, a interferência na forma de nomear os ministros da mais alta corte judicial do país. No Brasil, Bolsonaro (PL) e seu atual vice-presidente, Hamilton Mourão (Republicanos), falaram em discutir reformas no Supremo Tribunal Federal depois da eleição.
Mas a professora Céli Pinto não se disse preocupada apenas com o futuro. Para ela, o Brasil experimentou durante o governo Bolsonaro uma série de ações antidemocráticas que trazem o problema para o presente.
“Pensar em ameaça à democracia neste momento é ser otimista. A democracia foi desidratada ao longo dos anos do governo Bolsonaro. O que temos é um resto de democracia”, afirmou no 46º encontro da Anpocs (Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais).
Seu principal foco de atenção não é o STF (Supremo Tribunal Federal), contudo, e sim o TSE (Tribunal Superior Eleitoral). De acordo com a historiadora, as constantes declarações sobre a lisura das eleições feita pelos presidentes da corte eleitoral nos últimos anos já mostram que há alguma coisa errada.
Para a historiadora, os ataques reiterados ao TSE, bem como as inúmeras medidas que o governo Bolsonaro adotou na contramão da legislação eleitoral, dão a medida da fragilidade democrática.
Ao longo desses anos, segundo a historiadora, pesaram dois fatores: “A politização da Operação Lava Jato, que eu chamaria de lava-jatismo. Isso se concretiza na espetacularização promovida pela mídia e pelos protagonistas do sistema Judiciário e do Ministério Público”.
Em sua exposição, a historiadora apontou alguns aspectos que, na sua visão, confirmam a deterioração institucional sofrida pelo país, mas foi o sociólogo Benicio Viero Schmidt, professor aposentado da UnB (Universidade de Brasília) quem fez o inventário completo.
Citou, como exemplo, o esvaziamento da Polícia Federal, do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) e do ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade).
Lembrou que o procurador-geral da República foi nomeado fora da lista tríplice, observou que o STF é alvo de investidas constantes e mencionou casos de assédio a servidores do Ibama, do Ministério da Educação e da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
Sua lista seguiu mais longe, mas seu ponto era este: “As interferências do governo Bolsonaro que terão de ser corrigidas em função da conjuntura que se inicia em janeiro de 2023 pode exigir inclusive a formação de verdadeiros comitês de salvação nacional”.
Agora RN













