Veja destaca a revolta dos eleitores que não estão vinculados à máquina estatal


A revista fala ainda sobre os brasileiros que preferem não comprar a fazer dívidas.
Veja
O Brasil pede socorro. Nunca a capa da revista Veja foi tão real. O Brasil pede socorro! Milhões de eleitores, que não comprados com “bolsas esmolas” e que não estão vinculados a máquina estatal/revolucionária/entreguista, a cada dia que passa, mostram sua revolta para com a política cruel e criminosa implantada no Brasil por Lula e sua turma 171.
Economia
De olho nos juros, brasileiros preferem não comprar a fazer dívidas
Em tempos de crédito mais caro e inflação nas alturas, consumidores optam por pagar à vista.
Vida Digital
Hackers invadem rede de lojas e roubam dados de milhões de clientes
Invasão da empresa Carphone Warehouse é o maior caso de violação de privacidade do Reino Unido.
Política
A delação premiada veio para ficar
Com a adoção dessa ferramenta, a lei brasileira segue uma tendência mundial no combate ao crime, mas já há quem queira restringir a conquista.
EPOCA-M
Época
Como tudo começou. A prisão de José Dirceu mostra que a crise atual nasceu no governo Lula – e abre uma nova linha de investigação na Lava Jato.
Educação
Justiça suspende divulgação de selecionados para o Fies
Expresso
Petistas pedem demissão de MercadanteO ministro da Defesa, Jaques Wagner, é o favorito para assumir a Casa Civil. Se Dilma abrir mão de Mercadante na Casa Civil, não será só pela pressão de Renan, mas de políticos do próprio PT. Dois nomes ganham força: Jaques Wagner, ministro da Defesa é o favorito. Aldo Rebelo, da Ciência e Tecnologia, corre por fora.
ISTOE-M
IstoÉO fim da era PT. A nova prisão de Dirceu, num esquema de enriquecimento pessoal, transforma o partido num símbolo da corrupção e abrevia o adeus da legenda que prometeu mudar a maneira de fazer política no país, mas decepcionou os brasileiros.
Xingamento
A grosseria estratégica de Fernando Collor. O senador Fernando Collor valeu-se na semana passada de uma grosseria estratégica na tentativa de esfumaçar a acusação de envolvimento no esquema de propinas da Petrobras. A grosseria foi chamar de “fdp” o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, quando discursava na tribuna do Senado sobre a apreensão de seus carros de luxo pela Operação Lava Jato. A estratégia vem junto ao baixo calão: Collor quer transformar o fato político do qual é acusado (receber R$ 26 milhões) em algo passional, como se tudo não passasse de uma desavença pessoal entre ele e Janot. É uma forma de o senador se vitimizar, achando equivocadamente que Ministério Público, Polícia Federal, Poder Judiciário e a população brasileira cairão na armadilha.
Voo MH 370
Um pedaço da asa da morte. Na quarta-feira 5, o primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak, assegurou que o fragmento de asa de avião localizado em uma ilha francesa no Oceano Índico pertenceu mesmo a aeronave da Malaysia Airlines que caiu em março do ano passado matando 239 pessoas – até então, nada do avião, que fazia a rota Kuala Lumpur-Pequim, havia sido encontrado. Um dia após essa confi rmação, almofadas de poltronas e janelas foram recuperadas no mesmo local, mas tais peças ainda estão sendo analisadas. Por que e como o avião caiu segue sendo um mistério.


CARTACAPITAL-MCarta Capital
O Congresso sem controle.
Internacional
Quatro anos após massacre, jovens noruegueses voltam a Utoya. No dia 22 de julho de 2011, o terrorista radical de direita Anders Behring Breivik pegou uma balsa em direção à idílica ilha de Utoya, a uma hora de Oslo, e matou 69 pessoas – a maioria crianças. Mais cedo naquele dia, ele explodiu um carro-bomba na frente da sede do governo chefiado pelos trabalhistas, na capital norueguesa, matando oito pessoas.
Escola
As cotas na USP.Não é apenas no saguão do prédio da História e Geografia, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) – tradicional ponto de reivindicações estudantis – que as cotas raciais vêm sendo pedidas. Em outras instituições da Universidade de São Paulo, nem sempre engajadas, pichações e cartazes gritam para retomar o debate. Na entrada da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA), por exemplo, o clamor por “Cotas já!” faz coro com frases de protesto como “Povo forte, povo preto” e “Cotas sim!” nos tapumes próximos ao Instituto de Relações Internacionais (IRI).
Fonte: Nominuto
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